terça-feira, abril 30

A proclamação vívida do amor é a verdadeira apologética cristã


Para alguém ter consciência do próprio pecado e ser constrangido ao arrependimento com frutos que o seguem, primeiro é necessário ser alvo da abundante graça e misericórdia da Cruz de Cristo, do amor constrangedor. Jesus não começa o dialogo inquirindo se és hétero ou homossexual, se fazes uso do pênis, da vagina ou do ânus. Jesus te convida pelo nome a um encontro intimo com o Pai através de si mesmo. 

A falta de amor nos leva aos extremos. Uns "defendem" o indefensável, agredindo e humilhando, outros refutam por completo, qualquer possibilidade de reflexão e dialogo. 

Deus não pede para ser defendido, mas para ser testemunhado. Cristo está no Madeiro em silêncio (por nós e não por Ele), isso deixa claro que Ele não precisa de advogados.

Anderson

sexta-feira, junho 22

Fanáticos ou Defensores da Verdade?



John Kennedy

Em tempos como o nosso é fácil alguém parecer fanático, se mantém uma firme convicção sobre a verdade e quando se mostra cuidadoso em ter certeza de que sua esperança procede do céu. Nenhum crente pode ser fiel e verdadeiro nesses dias, sem que o mundo lhe atribua a alcunha de fanático. Mas o crente deve suportar esse título. É uma marca de honra, embora a sua intenção seja envergonhar. É um nome que comprova estar o crente vinculado ao grupo de pessoas das quais o mundo não era digno, mas que, enfrentando a ignomínia por parte do mundo, fizeram mais em benefício deste do que todos aqueles que viviam ao seu redor. O mundo sempre sofre por causa dos homens que honra. Os homens que trazem misericórdia ao mundo são os que ele odeia.

Sim! Os antigos reformadores eram homens fanáticos em sua época. E foi bom para o mundo eles terem sido assim. Estavam dispostos a morrer, mas não comprometeriam a verdade. Submeter-se-iam a tudo por motivo de consciência, mas em nada se sujeitariam aos déspotas. Sofreriam e morreriam, mas temiam o pecado. Esse fanatismo trouxe liberdade para a sua própria terra natal, como bem demonstra o exemplo dos reformadores escoceses. O legado deixado por esses homens . cujo lar eram as cavernas na montanha e cuja única mortalha era a neve, que com freqüência envolvia seus corpos quando morriam por Cristo . é uma dádiva mais preciosa do que todas as oferecidas por reis que ocuparam o trono de seus países ou por todos os nobres e burgueses que possuíam suas terras. Sim, eles eram realmente fanáticos, na opinião dos zombadores cépticos e perseguidores cruéis; e toda a lenha com a qual estes poderiam atear fogueiras não seria capaz de queimar o fanatismo desses homens de fé.
Foram esses implacáveis fanáticos, de acordo com a estimativa do mundo, que encabeçaram a cruzada contra o anticristo, quando na época da Reforma desceu fogo do céu e acendeu em seus corações o amor pela verdade. Esses homens, através de sua inabalável determinação, motivados por fé viva, venceram em épocas de severas provações, durante as quais eles ergueram sua bandeira em nome de Cristo. Um lamurioso Melanchthon teria barganhado o evangelho em troca de paz. A resoluta coragem de um Lutero foi necessária para evitar esse sacrifício. Em todas as épocas, desde o início da igreja, quando a causa da verdade emergiu triunfante sobre o alarido e a poeira da controvérsia, a vitória foi conquistada por um grupo de fanáticos que se comprometeram solenemente na defesa dessa causa.
Existe hoje a carência de homens que o mundo chame de .fanáticos.. Homens que possuem pulso fraco e amor menos intenso pouco farão em benefício da causa da verdade e dos melhores interesses da humanidade. Eles negociarão até sua esperança quanto à vida por vir em troca da honra proveniente dos homens e da tranqüilidade resultante do comprometimento do evangelho. Há muitos homens assim em nossos dias, mesmo nas igrejas evangélicas e na linha de frente do evangelicalismo; homens que se gloriam de uma caridade indiscriminada em suas considerações, de um sentimento que rejeita o padrão que a verdade impõe; homens que aprenderam do mundo a zombar de toda a seriedade, a queixarem- se da escrupulosidade de consciência e a escarnecer de um cristianismo que se mantém através da comunhão com os céus! Esses têm os seus seguidores. Um amplo movimento emergiu afastado do cristianismo vital, de crenças fixas e de um viver santo. As igrejas estão sendo arrastadas nessa corrente. Aproxima- se rapidamente o tempo em que as únicas alternativas serão ou a fé viva ou o cepticismo declarado.

terça-feira, maio 8

Toda discussão teológica é do diabo? // Augustus Nicodemus Lopes


De vez em quando leio comentários de cristãos nas mídias sociais dizendo, "eu sou mais a Bíblia, eu só quero Jesus, esse negócio de discussão doutrinária só divide a igreja, é coisa de homem e do diabo".


É claro que eles estão certos se a discussão doutrinária for movida por interesse mercenários e pela luta pelo poder. Todavia, este tipo de juízo generalizado revela uma falsa piedade enorme e uma ignorância ainda maior.

Se hoje estes queridos têm a Bíblia no Brasil para ler em português e conhecem o Jesus que ela ensina é por que:
  • A Igreja reconheceu os 66 livros somente depois de muita polêmica contra Marcião e Montano no séc. II a III; sem isto, nem Bíblia teríamos ou então, uma mutilada; 
  • Os Reformadores quebraram o pau na Idade Média para dizer que a Bíblia é a revelação final de Deus e com isto conseguir que ela voltasse para as mãos do povo;  sem isto, estaríamos escutando missa em latim até hoje e sem uma Bíblia em nossa língua para conferir;
  • Comitês de tradução brigam e disputam teologia para saber qual a melhor tradução do grego e hebraico para o português; imagino que estes irmãos "piedosos" não lêem nem grego e nem hebraico e que dependem do português para ler a Bíblia;
  • Teólogos e mestres crentes lutaram e brigaram contra os liberais para que as igrejas ficassem com o Evangelho puro acerca de Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Sem estas disputas teológicas, estaríamos reverenciando um Jesus diferente daquela da Bíblia.


Portanto, acho que estes irmãos estão simplesmente cuspindo no prato em que comem todo dia, ao condenar as disputas teológicas ao mesmo tempo que lêem sua Bíblia em português.

Augustus Nicodemus Lopes

segunda-feira, maio 7

A coluna da Verdade




por: Vincent Cheung 

Escrevo-lhe estas coisas, embora espere ir vê-lo em breve; mas, se eu demorar, saiba como as pessoas devem comportar-se na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade. (1 Timóteo 3.14-15)

Paulo chama a igreja de “coluna e fundamento da verdade”. Isso nos diz, não o que a igreja deve ser, mas o que a igreja é. A importância dessa distinção se tornará mais clara depois, mas primeiro devemos considerar se as duas metáforas estão sujeitas a mau entendidos.

Alguns escritores preocupam-se que as metáforas “coluna” e “fundamento” podem dar às pessoas a impressão que a igreja é a própria fonte e base da verdade. Contudo, toda a Escritura testifica contra isso, e por isso eles estão interessados em expor o versículo de uma forma que evite a falsa interpretação.

Dessa forma é tido que a metáfora da “coluna” é feita no contexto da arquitetura antiga. Um templo pagão, por exemplo, pode incluir várias colunas de ornamento que servem não somente para sustentar a estrutura, mas para demonstrar a riqueza e glória associada com a divindade. Os escritores parecem mais preocupados com a metáfora do “fundamento”, e sugerem que uma tradução melhor seria “baluarte” ou “esteio”. Isto é, a igreja não é o próprio fundamento da verdade, mas apenas seu protetor.

O problema tem sido exagerado. Não somos católicos que tentam distorcer palavras e frases individuais da Escritura para justificar suas doutrinas inventadas por homens. Somos cristãos que respeitam o todo da Escritura, e leem palavras e frases individuais considerando o contexto de todo o santo livro. A Escritura é um produto da inspiração divina, de forma que palavras e frases individuais são de fato importantes, tanto que doutrinas inteiras podem depender delas; contudo, essas palavras e frases não permanecem sozinhas, e não mantém seus significados no vácuo. E muito menos estão sujeitas a interpretações arbitrárias impostas sobre elas.

O mesmo apóstolo que escreve que a igreja é a coluna da verdade também prega que Deus “não é servido por mãos de homens, como se necessitasse de algo” (Atos 17.25). Quão tolo deve ser então uma pessoa pensar que a metáfora aqui poderia ser distorcida para significar que a igreja é o suporte da verdade no sentido que a verdade iria se desintegrar se não fosse a igreja. Algumas pessoas falam como se a apostasia dos homens pudesse frustrar o plano de Deus. Não, ela não pode. Eu estou certamente preocupado com o estado da igreja e do clima espiritual do mundo, mas somente como uma questão de zelo, e não por medo e terror quanto ao resultado final. A verdade permanecerá quer a igreja permaneça ou não. E a igreja permanecerá quer pareça haver muitos crentes fiéis ou não, visto que Cristo disse que iria edificá-la, e que nem mesmo o inferno prevaleceria contra ela. A metáfora refere-se a uma função da igreja, e não ao seu poder inerente. Não há lugar para má interpretação.

Quanto à ideia de fundamento, a palavra não sugere algo como uma fonte ou originador. O fundamento de uma construção não é o designer, o construtor ou o criador do edifício. É somente o local onde o edifício foi posto. Nem pode a metáfora sugerir que a igreja é o fundamento da verdade no sentido que o fundamento de um sistema intelectual consiste dos primeiros princípios a partir dos quais o restante do sistema é deduzido. Isso acontece porque a igreja em si não é nenhuma parte dos conteúdos de um sistema intelectual.

Se a metáfora fosse sugerir uma ideia como construtor ou criador, ou fonte, precisaríamos mais, quer do contexto imediato ou do pano de fundo da Escritura para forçar essa interpretação. Isso está algumas vezes presente quando a metáfora do “fundamento” é usada em outros lugares, mas o contexto e o pano de fundo impedem essa interpretação aqui. Paulo instrui os cristãos a se comportarem de uma maneira que sirva à verdade. Mas se a igreja produz a verdade, então o que a igreja produz é a verdade. Contudo, Paulo não define a verdade em termos da igreja, mas define a igreja em termos da verdade. A verdade foi revelada por Deus, e é fixa. Quer uma comunidade seja ou não a igreja depende de sua relação com a verdade.

Porque não acredito em pregações de autoajuda


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Por Renato Vargens


Lamentavelmente, do Oiaopoque ao Chuí o que mais vemos são pregadores despreparados assumindo os púlpitos de suas igrejas. Na verdade, ouso afirmar que encontrar um bom pregador cuja teologia seja saudável é quase uma missão hercúlea. Confesso que estou cansado de ouvir pregações vazias, superficiais, materialistas, humanistas e triunfalistas, de gente que contraria totalmente o ensino bíblico.

Infelizmente o que mais se ouve em nossos púlpitos é “você vai obter vitória”, “Você é um vencedor”, “tome posse da bênção”, “Use a palavra para trazer à existência as coisas que não existem”, “determine, decrete, diga para o irmão que está ao seu lado e bla, blá, blá…”

Para piorar a situação, nossos púlpitos estão repletos de pregadores que abandonaram a exposição das Escrituras em detrimento a técnicas de auto-ajuda. Nessa perspectiva,  tenho sido testemunha de inúmeras pregações cujo foco final é a satisfação humana. Aliás, por acaso você já percebeu que boa parte dos pastores tem dado forte ênfase a técnicas de psicologia e psicanálise em suas homilias? Pois é, a impressão que tenho é que alguns pregadores se tornaram psicólogos, mestres de auto-ajuda, afagadores do ego.Diante do exposto gostaria de elencar algumas razões porque não acredito em pregadores e pregações de autoajuda:

1- Pregadores de autoajuda pregam aquilo que o povo quer ouvir e não o que precisa ouvir. 

2- Pregações de autoajuda  tiram Cristo do foco. O foco central de mensagens deste tipo de mensagem é a satisfação humana.

3- Pregações de autoajuda são desprovidas de arrependimento, quebrantamento e centralidade das Escrituras.

4- Pregações de autoajuda não focam na glória de Deus. Para os pregadores  do bem estar, o que importa é a busca pela plenitude de vida, ainda que com isso, Deus tenha que ser transformado em um menino de recados.

5- Pregadores de autoajuda não pregam sobre a volta de Cristo, sobre o Justo Juiz, nem tampouco sobre juízo vindouro, além é claro das doutrinas fundamentais a fé crista.

6- Pregadores de autoajuda são positivistas, muitas vezes pelagianos, e outras tantas animadores de auditório.

7- Pregadores de autoajuda não fundamentam suas mensagens nas Escrituras e sim naquilo que Freud e outros gurus da psicologia e psicanálise acreditavam ser bom para o homem.

sexta-feira, maio 4

Fanáticos ou Defensores da Verdade?


Por John Kennedy

Em tempos como o nosso é fácil alguém parecer fanático, se mantém uma firme convicção sobre a verdade e quando se mostra cuidadoso em ter certeza de que sua esperança procede do céu. Nenhum crente pode ser fiel e verdadeiro nesses dias, sem que o mundo lhe atribua a alcunha de fanático. Mas o crente deve suportar esse título. É uma marca de honra, embora a sua intenção seja envergonhar. É um nome que comprova estar o crente vinculado ao grupo de pessoas das quais o mundo não era digno, mas que, enfrentando a ignomínia por parte do mundo, fizeram mais em benefício deste do que todos aqueles que viviam ao seu redor. O mundo sempre sofre por causa dos homens que honra. Os homens que trazem misericórdia ao mundo são os que ele odeia.

Sim! Os antigos reformadores eram homens fanáticos em sua época. E foi bom para o mundo eles terem sido assim. Estavam dispostos a morrer, mas não comprometeriam a verdade. Submeter-se-iam a tudo por motivo de consciência, mas em nada se sujeitariam aos déspotas. Sofreriam e morreriam, mas temiam o pecado. Esse fanatismo trouxe liberdade para a sua própria terra natal, como bem demonstra o exemplo dos reformadores escoceses. O legado deixado por esses homens . cujo lar eram as cavernas na montanha e cuja única mortalha era a neve, que com freqüência envolvia seus corpos quando morriam por Cristo . é uma dádiva mais preciosa do que todas as oferecidas por reis que ocuparam o trono de seus países ou por todos os nobres e burgueses que possuíam suas terras. Sim, eles eram realmente fanáticos, na opinião dos zombadores cépticos e perseguidores cruéis; e toda a lenha com a qual estes poderiam atear fogueiras não seria capaz de queimar o fanatismo desses homens de fé.

Foram esses implacáveis fanáticos, de acordo com a estimativa do mundo, que encabeçaram a cruzada contra o anticristo, quando na época da Reforma desceu fogo do céu e acendeu em seus corações o amor pela verdade. Esses homens, através de sua inabalável determinação, motivados por fé viva, venceram em épocas de severas provações, durante as quais eles ergueram sua bandeira em nome de Cristo. Um lamurioso Melanchthon teria barganhado o evangelho em troca de paz. A resoluta coragem de um Lutero foi necessária para evitar esse sacrifício. Em todas as épocas, desde o início da igreja, quando a causa da verdade emergiu triunfante sobre o alarido e a poeira da controvérsia, a vitória foi conquistada por um grupo de fanáticos que se comprometeram solenemente na defesa dessa causa.

Existe hoje a carência de homens que o mundo chame de .fanáticos.. Homens que possuem pulso fraco e amor menos intenso pouco farão em benefício da causa da verdade e dos melhores interesses da humanidade. Eles negociarão até sua esperança quanto à vida por vir em troca da honra proveniente dos homens e da tranqüilidade resultante do comprometimento do evangelho. Há muitos homens assim em nossos dias, mesmo nas igrejas evangélicas e na linha de frente do evangelicalismo; homens que se gloriam de uma caridade indiscriminada em suas considerações, de um sentimento que rejeita o padrão que a verdade impõe; homens que aprenderam do mundo a zombar de toda a seriedade, a queixarem- se da escrupulosidade de consciência e a escarnecer de um cristianismo que se mantém através da comunhão com os céus! Esses têm os seus seguidores. Um amplo movimento emergiu afastado do cristianismo vital, de crenças fixas e de um viver santo. As igrejas estão sendo arrastadas nessa corrente. Aproxima- se rapidamente o tempo em que as únicas alternativas serão ou a fé viva ou o cepticismo declarado.

Uma violenta maré se abate sobre nós nessa crise, e poucos mostram-se zelosos em resistir. Não podemos prever qual será o resultado nas igrejas, nas comunidades e nos indivíduos, tampouco somos capazes de tentar conjeturá-lo sem manifestar sentimentos de tristeza. Contudo, uma vitória segura é o destino da causa da verdade. E, até que chegue a hora de seu triunfo, aqueles que atrelaram seus interesses à carruagem do evangelho perceber ão que fazem parte de um grupo que está diminuindo, enquanto avançam até àquele dia; seu sentimento de solidão se aprofundará, enquanto seus velhos amigos declinarão à negligência, a indiferença se converterá em zombaria, e as lamúrias se transformar ão em amarga inimizade. Eles levarão adiante a causa da verdade somente em meio aos escárnios dos incrédulos e às flechas dos perseguidores.

quinta-feira, abril 12

Tirem as placas das congregações, e coloquem uma na casa de cada cristão - Anderson

Quase todos os nossos métodos de evangelismo são ineficazes nos dias atuais [...] deveríamos seguir o conselho de Jesus que nos convida para uma Vida, e não simplesmente para uma obra. 



Nossa obra como Igreja a cada dia escorre pelo ralo através da impiedade de nossas vidas, na mesma medida que as pessoas entram pelos portais dos "templos" elas saem quando se deparam com impios em vestes santas, se escandalizam quando nossos lábios de aleluias não conseguem esconder quem realmente somos.
Acredito que um grande método de evangelismo para nossos dias é tirar as placas das congregações e colocar uma placa de Igreja na casa de cada cristão, pois o mundo está cansado da nossa obra, eles querem contemplar nossa vida, querem ver quem somos por acreditar em Deus.

Será que continuaremos a ser chamados de cristãos quando abrirmos nossa casa, e partilharmos nossa vida?

A vida confirma ou destrói todas as nossas palavras e obras...


Porque assim fala a Escritura: "Por vossa causa o nome de Deus é blasfemado entre os pagãos {Is 52,5}. 
Romanos 2:24


Anderson

SÁBADO // Discipulado para casais


Domingo ás 19 horas // As escrituras definem o significado do amor

O que é o amor?
O que é ser amado por Deus?
O que significa amar a Deus?
Podemos amar a Deus?
O que significa amar ao próximo?
Podemos amar a Deus sem amarmos a Palavra?
Amor é um sentimento, uma atitude ou nem dos dois?
Amor é não importunar as pessoas e deixar as coisas como estão?
Amor é ser gentil, dócil e indolor?
Amor é caridade e ajuda ao próximo?

Através de uma visão bíblica sobre todas essas perguntas, você descobrirá que está longe de entender o que significa amor, ser amado por Deus, amar a Deus e ao o próximo...




A igreja e o bungee jumping teológico que entretém a multidão .

Por Marcos Sampaio

No século passado, o pastor protestante Charles Spurgeon advertiu certa vez que a igreja estava se afastando da pureza do evangelho. E este alerta ecoa até aos nossos dias e a igreja não pode ignorar diante de tantos abusos e um evangelho tão distorcido que muitos líderes têm defendido e divulgado em nossas igrejas brasileiras.

Comunidades e pastores que em nome dos resultados tem tornado o cristianismo mais teatral e atraente, com bastante luz, shows, cambalhotas… Enfim, inovações que sutilmente tem tomado o lugar da pregação e exposição fiel das Escrituras.

Na verdade, um tipo de bungee jumping teológico que mais entretém a multidão. Um novo cristianismo onde existe ausência da profundidade bíblica, exposição do pecado, da mensagem da cruz, renúncia pessoal como a natureza espiritual da genuína fé cristã.

O que se observa é um evangelicalismo moderno descendo a níveis baixos misturando a verdade de Deus com um tipo de religião de entretenimento e adaptações mundanas para atrair as multidões. Com isso é obscurecido o cristianismo histórico e a pregação de todo o conselho de Deus que penetra e impacta poderosamente a alma do mais incrédulo pecador.

terça-feira, abril 10

Ser Igreja é uma coisa, ser Igreja em si mesmo é outra coisa [ Anderson ]

Ser Igreja é uma realidade necessária para todo aquele que entende o propósito de Deus através de Jesus, ser Igreja em si mesmo é o pior vírus que satanás pode inserir no homem, pois se assim formos não fazemos parte, nem estabelecemos o propósito da Igreja - para ser Igreja precisamos de uma revelação individual, mas uma vida individual é o oposto do propósito Igreja, alcançamos a revelação pessoal para podermos estabelecer um corpo, uma comunidade, uma coletividade.

Ser Igreja é uma coisa, ser Igreja em si mesmo é outra coisa totalmente diferente - esse é o triunfo do maligno pois dessa forma consegue cauterizar nosso entendimento, e endurecer nosso coração.

Alguns dizem que são a igreja (individualmente) em detrimento do corpo; só podemos ser a Igreja no caráter individual, se somos a Igreja no caráter coletivo e orgânico. O pouco de Igreja que temos é retirado do Todo Igreja que somos, juntos, arraigados, e fundamentos [ NELE ].


Anderson

segunda-feira, abril 9

Leia os Evangelhos: JC não é PC [ John MacArthur Jr ]



Por John MacArthur

Por John MacArthur
Vamos ser brutalmente honestos: muitos dos ensinamentos de Jesus estão completamente dessincronizados das convenções que dominam nossa cultura.
Estou falando, é claro, sobre o Jesus que encontramos na Escritura, não o personagem de livro de colorir, sempre-gentil, nunca-severo, supertolerante, que existe somente na imaginação popular. O Jesus verdadeiro não era um clérigo domesticado, com colarinho engomado e modos gentis; ele era um Profeta corajoso e incorruptível, que desafiava regularmente os padrões do politicamente correto.
Considere o relato do ministério público de Jesus apresentado no Novo Testamento. A primeira palavra de seu primeiro sermão foi “Arrependam-se!” – um tema que não era mais bem-vindo e menos incômodo que é hoje. O primeiro ato de seu ministério público deu início a uma pequena desordem. Ele fez um chicote de cordas e perseguiu os cambistas e mercadores de animais pelos pátios do Templo. Isto iniciou um conflito de três anos com os líderes religiosos mais distintos da sociedade. No final, eles o entregaram às autoridades romanas para crucificação, enquanto multidões de leigos aplaudiam.
Jesus foi clara, deliberada e dogmaticamente contracultural em quase todos os sentidos. Não surpreende que a aristocracia religiosa e acadêmica fosse tão hostil a ele.

quarta-feira, abril 4

Quer diluir a Verdade? Misture uma mentira no meio de meias verdades... [ Anderson ]

Quer diluir a Verdade?
Misture uma mentira no meio de meias verdades...


Tipo: Deus nos ama.

Para que compreendamos a vontade de Deus, precisamos expor e crer em toda verdade, e nesse caso o amor não tem um ponto final, mas uma intenção; o amor de Deus é constante e dinâmico e tem um propósito.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 
João 3:16

segunda-feira, abril 2

Provérbios de um discípulo [ 59 ]

O intuito do Evangelho, e da pregação Bíblica é que o indivíduo creia, e seja salvo; e não simplesmente que frequente cultos ou faça parte de um grupo. Pois, ele não vai ser um discípulo de Jesus por ter "frequentado" cultos, mas por ter nascido de novo ao ponto de sua vida produzir frutos dignos desse novo nascimento, e isso ocorre quando a pregação Bíblica gera no indivíduo [...] fé em Cristo Jesus, e a partir dessa fé vem o real fundamento através do Caminho, Verdade, e Vida.


Eu acredito na Igreja, seja onde for...


Não é o local que define o que é, ou o que não é Igreja; e sim a Vida de Jesus.


Toda reinvenção doutrinária de ser, e fazer Igreja diz respeito mais a SOFISMAS, que a VERDADES Bíblicas.


Se fosse o local que definisse a Igreja, eu estava pastoreando o povo mais santo da face da terra - pois nossa congregação não tem placa, parede, som, departamentos, coral, nem ministério de louvor, nossa congregação acontece num dos lugares mais esquisitos de Brasília [...] mais eu garanto para você que somos a mesma coisa daqueles que estão em algum salão, casa ou templo; somos os mesmos sedentos, imperfeitos buscando ser aperfeiçoados em Cristo Jesus.

domingo, abril 1

Provérbios de um discípulo [ 58 ]

Igreja não é um lugar para nos sentimos confortáveis, é um lugar par nos sentirmos confrontados, e desafiados ao progresso espiritual, emocional e natural. Pois, o pecado causou danos profundos na criação e em nossa natureza, e se a Vida de Jesus através da Igreja restitui o que perdemos na desobediência, porque estamos de braços cruzados na obediência?


A função da Igreja, e de uma liderança bíblica não é conservar quem somos, ou quem pensamos ser, mas nos transformar em quem devemos SER.


O individuo que não se submeteu a Igreja, é por que de fato não se submeteu à Jesus. É só olhar para a vida, para o caráter, e para o fruto.


A Igreja perde seu poder e sua missão sobre nós, quando fazemos parte dela sem o interesse de submeter-se ao Corpo, e à uma liderança que exponha integralmente os desígnios de Deus para nós. É por isso a maioria das pessoas a tem como um lugar de aceitação, e acolhimento de quem somos (pejorativamente falando), do que um lugar que nos apresenta diante de Deus, e dos homens - íntegros, amadurecidos, e irrepreensíveis.

Provérbios de um discípulo [ 51 ]



Quanta controvérsia foi gerada, e quantas feridas abertas no fato dos cristãos serem santos no culto, e ímpios na vida.


Antes de irmos precisamos ser, antes do culto dominical a vida é um culto diário, antes de amarmos a instituição igreja, temos uma identidade Igreja que alcança o nosso lar, e gera vida nos nossos. Temos que voltar e rever posicionamentos.


Creio que muito do nosso IDE tem que ser um retorno. Um retorno aos fundamentos, um retorno a essência de ser Cristão e Igreja.


Nosso papel não é ter uma capacidade para realizar, é ter fé que a capacidade é do Senhor, e a vontade também.


Se estamos certos em nossas crenças e posicionamentos porque estamos desprovidos de vida em nós, e vida para outros através de nós? 

Provérbios de um discípulo [ 52 ]


IR à "igreja" não custa nada. SER Igreja custa tudo! 

[ Quem lê entenda ] Minha religião é a Igreja!

Fazer escolhas não define maturidade, mas a responsabilidade de faze-las, mante-las e multiplica-las!

O pecado é a morte da VIDA de Deus no homem; se o homem vive no pecado - "anula" a vida de Deus nele, e é gerado em uma mentalidade e vida que estabelece a morte (da vida), o roubo (da vida) e a destruição (da vida).Entendo que quando as escrituras falam da aversão de Deus pelo pecado, vejo Deus querendo estabelecer um povo gerado [NELE], com a vida Dele; para que o homem experimente vida em abundância, vida real, vida de Deus - vontade boa, perfeita e agradável; e o pecado é a anulação de todo esse propósito maravilhoso. Tudo começa em um indivíduo, que gera uma família, que gera uma comunidade, até que seja gerado [EM] e [PARA] Deus um povo, uma nação que expressa integralmente a VIDA de Deus, e sua vontade para o homem.O poder do amor não é a aceitação, o poder do amor é a transformação; amor não conserva, amor restaura, ergue, e libera a produção de verdadeiros frutos.... 


Virou cultura na Igreja afirmar que Deus nos ama como somos; e se isso for verdade estamos em maus lençóis, pois o que somos depois de Adão é alvo de uma redenção em Jesus; se Ele me ama como sou, que deixe as coisas como estão. Acredito que Ele nos ama como estamos por saber quem verdadeiramente somos (GN 1.26). Que sejamos alvos dessa graça que nos devolve para nossa real identidade. 

quinta-feira, março 29

Este mundo: lugar de lazer ou campo de batalha? - A. W. Tozer


Que diferente é hoje. A realidade permanece a mesma, mas a interpretação mudou completamente. As pessoas não mais pensam no mundo como sendo um campo de batalha, mas como um lugar de lazer. Não estaríamos aqui para lutar; estaríamos aqui para brincar. Não estaríamos num país estrangeiro; estaríamos em casa. Não estaríamos preparando-nos para a vida, mas já estaríamos vivendo a nossa vida, e o melhor que poderíamos fazer é livrarmo-nos de nossas inibições e de nossas frustrações para viver esta vida o máximo que pudéssemos. Isto, cremos, é um correto resumo da filosofia religiosa do homem moderno, abertamente professada por milhões e tacitamente aceita por muito mais pessoas ainda, que vivem de acordo com essa filosofia, mesmo que não a admitam por meio de palavras.

Esta mudança de atitude em relação ao mundo tem tido e está tendo uma influência sobre os cristãos, até mesmo sobre os cristãos evangélicos que professam a fé na Bíblia. Por um curioso malabarismo de figuras, fazem uma soma de forma errada e ainda assim dizem obter a resposta correta. Isso parece fantástico, mas é verdade.