terça-feira, dezembro 18

Uma agência missionária ou uma fábrica de impostores?

Todo cristão é um missionário ou um impostor, um consumidor. Toda congregação é uma agência missionária ou uma empresa, um mercado, uma fábrica de impostores.

segunda-feira, setembro 24

A igreja não é um palhaço convidando homens ao circo, Ela é uma profeta convocando pecadores ao arrependimento /// Anderson


O mundo rejeita a Igreja pelos motivos errados e não pelos motivos que as escrituras descrevem, o mundo nos odeia não porque somos santos, porque nos parecemos com Jesus ou porque realizamos as mesmas obras que Ele, o mundo nos odeia porque em boa parte somos a negação da obra do Filho de Deus (...)
Como Igreja estamos realizando a obra de homens para o benefício dos mesmos; não é atoa que a "igre
ja do homem" só consegue atrair leigos e consumidores, mas nunca consegue ser relevante para com o homem que "pensa"... os homens que negaram a Jesus... o fizeram porque Ele era portador da luz que dissipa as trevas, e da Vida que gera o homem na vida que Deus providenciou, e aqueles que foram chamados por Jesus... vieram pelo mesmo motivo.

Uma Igreja relevante é uma Igreja que é perseguida pelos mesmos motivos que o Senhor foi, o resto é conto de fadas e mera retórica de uma igreja que afirma que vive mas que não consegue ser mais relevante que um boteco de esquina.

A igreja não é um palhaço convidando homens ao circo, Ela é uma profeta convocando pecadores ao arrependimento, novo nascimento e regeneração integral.

A Igreja deve ser perseguida...
mas, aqueles que a perseguem o fazem temendo a relevância que Ela possui, e não pela controvérsia que a mesma demonstra para com os fundamentos que ela afirma acreditar (...) a Igreja de Cristo sempre foi e sempre será perseguida, criticada e morta - mas o é por temerem sua santidade e poder de transformação através de seus discípulos, a grande diferença entre "Igreja de Cristo" e "igreja do homem" é que o mundo persegue a "Igreja de Cristo" ao mesmo tempo que presta reverência e temor por reconhecer que está lidando com uma realidade acima da mera especulação, eles criticam a "igreja do homem" pelos seus defeitos, incoerência, alienação, enriquecimento através da ignorância do alheio, e principalmente pela falta de ação prática na justiça social.

Dos demais, ninguém ousava juntar-se a eles, embora o povo os tivesse em alto conceito. Em número cada vez maior, homens e mulheres criam no Senhor e lhes eram acrescentados. Atos 5:13-14 - Anderson Silva

quarta-feira, junho 27

OS homens dons são os parasitas da Igreja // Anderson






Não quero com esse artigo ferir, difamar, e, muito menos ser dono de alguma verdade, pois não tenho nenhuma, apenas sou cooperador de Cristo servindo sua Igreja. Não estou aqui para falar de mim, de você, mas desconfigurar os mitos, os folclores e as peças de museu que pararam de cooperar com a Igreja (Gálatas 2:6), por mais que aparentemente pareçam estar trabalhando para ela, estão apenas prestando um desserviço ao Evangelho.

Estamos aqui para falar da verdade, e a verdade é a palavra – não fragmentos e guetos!

Fere-me o coração e me faz derramar muitas lágrimas vê o Brasil como um grande celeiro de homens dons, homens chamados e capacitados pelo Espírito Santo, mas que não edificam de fato o povo de Deus.  Ensinam para a Igreja e não amam ou fazem parte da mesma, apontam todos os problemas da Igreja e não fazem parte dela para que com seus dons cooperem com a restauração – Criticam a Igreja mas, não possuem nenhum pudor de tirarem dela o dinheiro que os mantém. Homens que vivem de aeroporto em aeroporto, pregando aqui e acolá e que não vemos os frutos estabelecidos de fato, para o Reino de Deus e a fábrica do Reino que é a Igreja – Eventos e mais eventos falando sobre Reino e rugidos e atos e mais atos proféticos que no fim só tem formado um monte de gente esquisita que tem asco da vida e da identidade da Igreja, resumem Igreja a seus fãs, seguidores e admiradores.

Não conheço tudo nem todos. Não estou traçando um absoluto – mas conheço uma parte e a cada dia conheço mais homens dons que mostram uma grande profundidade no Senhor, mas com um grande desequilíbrio nessa área, então, por mais que esses homens possuam um grande entendimento das coisas do alto, a edificação que eles supostamente estão oferecendo para a Igreja anulará a vida da Igreja nas pessoas que os ouvem.

        E em cima desse DNA vários outros homens dons tem se movido no Brasil, vivem de agenda, sem oferecer nenhum ligamento ou juntura nos membros do corpo – Não vivem Igreja e por isso se tornam unânimes, intocáveis, uma áurea se forma em volta dos mesmos por causa dos dons. Damos como Igreja mais ênfase aos dons desses homens, do que ao caráter, a vida de submissão e cooperação a uma Igreja local, a vida familiar desses homens para nós pouco importa!, estamos sendo coniventes com esse postura, esses homens estão tendo essa postura porque existe mercado consumidor.

Mas se você é um irmão que entende e enxerga o corpo de Cristo, eu quero te dizer que se assumirmos a postura desses irmãos como normais, não chegaremos a lugar nenhum como Igreja, e a suposta restauração não passará de slogans em eventos e camisetas.

Os dons confirmam a vida da Igreja, mas estamos usando a Igreja como espetáculo para os dons – Não existe homem dom sem Igreja, o dom biblicamente é da Igreja e para a Igreja.
Precisamos cortar esse mal pela raiz!

Homens que não vivem Igreja não podem ensinar para a Igreja, homens que não são confrontados na vida da Igreja, não podem ser a palmatória do povo de Deus. Você só possui autoridade em uma família se você faz parte dela.

O problema que vejo é que muitos homens dons são preparadores do caminho onde poucos caminham, a não ser o gueto que é formado por seguidores e fãs, são homens extra-Igreja, extra-comunhão, extra - tudo!
Estão de fato assentados nos lugares celestiais com um par de asas.

1 Coríntios 12:28
Na Igreja, Deus constituiu primeiramente os apóstolos, em segundo lugar os profetas, em terceiro lugar os doutores, depois os que têm o dom dos milagres, o dom de curar, de socorrer, de governar, de falar diversas línguas.

A Palavra de Deus afirma que foi NA IGREJA que Deus constituiu os dons, então não tem como o Senhor que é a cabeça da Igreja (SEU CORPO), manter uma realidade extra Igreja ou extra corpo, é como se o Senhor estivesse negando a si mesmo. 

Nenhum homem dom existe fora da identidade espiritual e do organismo IGREJA, pois se existir até o diabo nos ajudará nesse caminho, gerando experiências espirituais falsas que supostamente confirmam os dons, mas o resultado é nulo, pois não comunica a imagem de Jesus através do seu corpo ao nosso espírito. Porque a edificação do cristão segundo as escrituras pertence ao dons formando um corpo (Ef. 4.11-14)

Se o maligno não consegue matar o homem dom no pecado, ele o matará de uma forma sutil e esplendorosa: (NO DOM) [...] Usa o homem e os dons concedidos por Deus contra o próprio homem, e contra o corpo (Igreja) E pela falta de discernimento não conseguimos enxergar isso. mas é fácil detectar o sintoma:


  • ·         O Orgulho é o sinal que o homem dom já apodreceu e necessita de arrependimento e restauração ao lugar de antes.
  • ·         A falta de amor pela Igreja
  • ·         A exaltação do próprio dom
  • ·         NÃO aceitar ser confrontado e apascentado
  • ·         Possui fãs e não irmãos
  • ·         Não congregam, apenas ajuntam admiradores em grupos que visam a edificação
  • ·         O ensinamento nunca se conclui na prática, sempre gira entorno do místico.


E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres,
Com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, Até que todos alcancem a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.
O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro.
Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.
Dele todo o corpo, ajustado e unido pelo auxílio de todas as juntas, cresce e edifica-se a si mesmo em amor, na medida em que cada parte realiza a sua função.
Efésios 4:11-16

·         Para que o corpo de Cristo seja edificado

O intuito dos dons não é exaltar os dons!

O dom nos foi concedido na Igreja e para a Igreja – com um fim, um objetivo que só poderá ser alcançado na vida da Igreja e no fluir genuíno de todos os dons, o fim é: preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado.

·         A medida da plenitude de Cristo

Se não possuirmos a vida da Igreja, não estaremos expostos a outras unções e dons e, sempre seremos imaturos, incompletos ou orgulhosos com relação a porção que nos foi confiada , mas lembre-se que o foco não é o dom e sim o CORPO – até que os dons nos conduzam para: até que todos alcancem a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo

·         Cresce e edifica-se a si mesmo em amor

Gosto mais do fim desse texto, pois o apostolo Paulo amarra todos os dons e seus serviços à vida comum da Igreja, ele fecha a tampa da panela afirmando a vida relacional entre os irmãos. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.

CONCLUO AFIRMANDO O SEGUINTE:

O homem dom sem a igreja é apenas uma clínica de ABORTO!

A igreja é nosso ventre, e os dons é todo o processo de relação intima concepção, gestação, alimentação, sensibilidade, transferência, parto, médicos, enfermeiros, fraldas, leite e todo o processo de desenvolvimento do filho.



Se a Igreja e os dons não trabalharem juntos não nascerá filhos de fato, e os que forem gerados por inseminação artificial serão abortados, ou se tornarão órfãos.

No amor
Anderson

sexta-feira, junho 22

Fanáticos ou Defensores da Verdade?



John Kennedy

Em tempos como o nosso é fácil alguém parecer fanático, se mantém uma firme convicção sobre a verdade e quando se mostra cuidadoso em ter certeza de que sua esperança procede do céu. Nenhum crente pode ser fiel e verdadeiro nesses dias, sem que o mundo lhe atribua a alcunha de fanático. Mas o crente deve suportar esse título. É uma marca de honra, embora a sua intenção seja envergonhar. É um nome que comprova estar o crente vinculado ao grupo de pessoas das quais o mundo não era digno, mas que, enfrentando a ignomínia por parte do mundo, fizeram mais em benefício deste do que todos aqueles que viviam ao seu redor. O mundo sempre sofre por causa dos homens que honra. Os homens que trazem misericórdia ao mundo são os que ele odeia.

Sim! Os antigos reformadores eram homens fanáticos em sua época. E foi bom para o mundo eles terem sido assim. Estavam dispostos a morrer, mas não comprometeriam a verdade. Submeter-se-iam a tudo por motivo de consciência, mas em nada se sujeitariam aos déspotas. Sofreriam e morreriam, mas temiam o pecado. Esse fanatismo trouxe liberdade para a sua própria terra natal, como bem demonstra o exemplo dos reformadores escoceses. O legado deixado por esses homens . cujo lar eram as cavernas na montanha e cuja única mortalha era a neve, que com freqüência envolvia seus corpos quando morriam por Cristo . é uma dádiva mais preciosa do que todas as oferecidas por reis que ocuparam o trono de seus países ou por todos os nobres e burgueses que possuíam suas terras. Sim, eles eram realmente fanáticos, na opinião dos zombadores cépticos e perseguidores cruéis; e toda a lenha com a qual estes poderiam atear fogueiras não seria capaz de queimar o fanatismo desses homens de fé.
Foram esses implacáveis fanáticos, de acordo com a estimativa do mundo, que encabeçaram a cruzada contra o anticristo, quando na época da Reforma desceu fogo do céu e acendeu em seus corações o amor pela verdade. Esses homens, através de sua inabalável determinação, motivados por fé viva, venceram em épocas de severas provações, durante as quais eles ergueram sua bandeira em nome de Cristo. Um lamurioso Melanchthon teria barganhado o evangelho em troca de paz. A resoluta coragem de um Lutero foi necessária para evitar esse sacrifício. Em todas as épocas, desde o início da igreja, quando a causa da verdade emergiu triunfante sobre o alarido e a poeira da controvérsia, a vitória foi conquistada por um grupo de fanáticos que se comprometeram solenemente na defesa dessa causa.
Existe hoje a carência de homens que o mundo chame de .fanáticos.. Homens que possuem pulso fraco e amor menos intenso pouco farão em benefício da causa da verdade e dos melhores interesses da humanidade. Eles negociarão até sua esperança quanto à vida por vir em troca da honra proveniente dos homens e da tranqüilidade resultante do comprometimento do evangelho. Há muitos homens assim em nossos dias, mesmo nas igrejas evangélicas e na linha de frente do evangelicalismo; homens que se gloriam de uma caridade indiscriminada em suas considerações, de um sentimento que rejeita o padrão que a verdade impõe; homens que aprenderam do mundo a zombar de toda a seriedade, a queixarem- se da escrupulosidade de consciência e a escarnecer de um cristianismo que se mantém através da comunhão com os céus! Esses têm os seus seguidores. Um amplo movimento emergiu afastado do cristianismo vital, de crenças fixas e de um viver santo. As igrejas estão sendo arrastadas nessa corrente. Aproxima- se rapidamente o tempo em que as únicas alternativas serão ou a fé viva ou o cepticismo declarado.

sexta-feira, maio 4

Fanáticos ou Defensores da Verdade?


Por John Kennedy

Em tempos como o nosso é fácil alguém parecer fanático, se mantém uma firme convicção sobre a verdade e quando se mostra cuidadoso em ter certeza de que sua esperança procede do céu. Nenhum crente pode ser fiel e verdadeiro nesses dias, sem que o mundo lhe atribua a alcunha de fanático. Mas o crente deve suportar esse título. É uma marca de honra, embora a sua intenção seja envergonhar. É um nome que comprova estar o crente vinculado ao grupo de pessoas das quais o mundo não era digno, mas que, enfrentando a ignomínia por parte do mundo, fizeram mais em benefício deste do que todos aqueles que viviam ao seu redor. O mundo sempre sofre por causa dos homens que honra. Os homens que trazem misericórdia ao mundo são os que ele odeia.

Sim! Os antigos reformadores eram homens fanáticos em sua época. E foi bom para o mundo eles terem sido assim. Estavam dispostos a morrer, mas não comprometeriam a verdade. Submeter-se-iam a tudo por motivo de consciência, mas em nada se sujeitariam aos déspotas. Sofreriam e morreriam, mas temiam o pecado. Esse fanatismo trouxe liberdade para a sua própria terra natal, como bem demonstra o exemplo dos reformadores escoceses. O legado deixado por esses homens . cujo lar eram as cavernas na montanha e cuja única mortalha era a neve, que com freqüência envolvia seus corpos quando morriam por Cristo . é uma dádiva mais preciosa do que todas as oferecidas por reis que ocuparam o trono de seus países ou por todos os nobres e burgueses que possuíam suas terras. Sim, eles eram realmente fanáticos, na opinião dos zombadores cépticos e perseguidores cruéis; e toda a lenha com a qual estes poderiam atear fogueiras não seria capaz de queimar o fanatismo desses homens de fé.

Foram esses implacáveis fanáticos, de acordo com a estimativa do mundo, que encabeçaram a cruzada contra o anticristo, quando na época da Reforma desceu fogo do céu e acendeu em seus corações o amor pela verdade. Esses homens, através de sua inabalável determinação, motivados por fé viva, venceram em épocas de severas provações, durante as quais eles ergueram sua bandeira em nome de Cristo. Um lamurioso Melanchthon teria barganhado o evangelho em troca de paz. A resoluta coragem de um Lutero foi necessária para evitar esse sacrifício. Em todas as épocas, desde o início da igreja, quando a causa da verdade emergiu triunfante sobre o alarido e a poeira da controvérsia, a vitória foi conquistada por um grupo de fanáticos que se comprometeram solenemente na defesa dessa causa.

Existe hoje a carência de homens que o mundo chame de .fanáticos.. Homens que possuem pulso fraco e amor menos intenso pouco farão em benefício da causa da verdade e dos melhores interesses da humanidade. Eles negociarão até sua esperança quanto à vida por vir em troca da honra proveniente dos homens e da tranqüilidade resultante do comprometimento do evangelho. Há muitos homens assim em nossos dias, mesmo nas igrejas evangélicas e na linha de frente do evangelicalismo; homens que se gloriam de uma caridade indiscriminada em suas considerações, de um sentimento que rejeita o padrão que a verdade impõe; homens que aprenderam do mundo a zombar de toda a seriedade, a queixarem- se da escrupulosidade de consciência e a escarnecer de um cristianismo que se mantém através da comunhão com os céus! Esses têm os seus seguidores. Um amplo movimento emergiu afastado do cristianismo vital, de crenças fixas e de um viver santo. As igrejas estão sendo arrastadas nessa corrente. Aproxima- se rapidamente o tempo em que as únicas alternativas serão ou a fé viva ou o cepticismo declarado.

Uma violenta maré se abate sobre nós nessa crise, e poucos mostram-se zelosos em resistir. Não podemos prever qual será o resultado nas igrejas, nas comunidades e nos indivíduos, tampouco somos capazes de tentar conjeturá-lo sem manifestar sentimentos de tristeza. Contudo, uma vitória segura é o destino da causa da verdade. E, até que chegue a hora de seu triunfo, aqueles que atrelaram seus interesses à carruagem do evangelho perceber ão que fazem parte de um grupo que está diminuindo, enquanto avançam até àquele dia; seu sentimento de solidão se aprofundará, enquanto seus velhos amigos declinarão à negligência, a indiferença se converterá em zombaria, e as lamúrias se transformar ão em amarga inimizade. Eles levarão adiante a causa da verdade somente em meio aos escárnios dos incrédulos e às flechas dos perseguidores.

quinta-feira, maio 3

A esposa de Lutero // Aline Albernaz


Hoje acordei com um comichão! Quero muito entender o momento histórico em que estamos inseridos na perspectiva do cristianismo aplicado aos nossos dias. Com essa coceira incomoda fui para o google ler sobre os reformadores, pesquisar sobre suas biografias e resistências, sobre o movimento que começou no velho mundo e se espalhou por toda parte. Olhar o passado ajuda a entender o presente e poupa dissabores para o futuro. Li algumas histórias e compartilho uma delas aqui. Especialmente para as mulheres, desejo uma leitura sagaz!
“Katharina von Bora
Catarina (Katharina) von Bora (Lippendorf 1499-1552) foi uma freira católica cisterciense alemã. Em 13 de Junho de 1525, casou-se com Martinho Lutero, líder da Reforma Protestante.
Catarina abriu as portas da sua casa pra que monges, freiras, padres que escancaravam seus corações pra verdade de Deus e se tornavam adeptos da Reforma se refugiassem, mesmo sabendo que estavam entrando num tempo de perseguição e isso pudesse resultar numa invasão ao seu lar. Existiram vezes, que 25 pessoas moravam em sua casa, sem contar ela, Lutero, as crianças e os 11 órfãos de quem cuidavam!
Lutero nunca se negava a ajudar um necessitado. Sempre oferecia dinheiro a quem precisava e logo logo, acabou com as lindas porcelanas que Catarina ganhou de presente de casamento, vendendo para conseguir dinheiro e abençoar aqueles que lutavam pela causa da graça de Cristo!
Katy cuidou de Hans Lutero, seu primeiro filho, ao mesmo tempo em que seu esposo passava por uma terrível depressão. Ela se sentava ao seu lado e lia a Bíblia pra ele edificando seu coração. Conciliou as tarefas da casa, de hospedagem, mãe, esposa com a árdua tarefa de ajudar Lutero na tradução das escrituras para o alemão. Ouvia os desabafos de Martinho e sabia que cada vez que ele saia para pregar podia não o ver voltar, pois quanto mais pregava, mais inimigos Lutero ganhava. Expandir o Reino e as verdades bíblicas significava para Catarina poder ficar viúva. Mas ela sempre o encorajava: “Deus cuidará de nós. Não tema! Pregue!”.
Ela realmente é admirável. Sua postura permitia Lutero pregar livremente e arriscar sua vida pela Verdade!
“Catarina não escreveu nenhum livro nem pregou nenhum sermão, mas sua inestimável ajuda possibilitou que o marido fizesse isso. Ela foi um grande apoio pra ele.” Como Lutero mesmo disse a um amigo: “Minha querida Katy me mantém jovem e em boa forma também (risos). Sem ela eu ficaria totalmente perdido. Ela aceita bem minhas viagens e, quando volto, está sempre me esperando. Cuida de mim nas depressões. Suporta meus acessos de cólera. Ela me ajuda em meu trabalho e, acima de tudo ama a Jesus. Depois de Jesus, ela é o melhor presente que Deus em deu em toda a vida… Se um dia escreverem a história da Reforma da Igreja espero que o nome dela apareça junto ao meu e oro por isso”.
Tudo que Catarina Lutero falou ao ouvir isso foi: “Tudo que tenho sido é esposa e mãe e acho que uma das mais felizes de toda a Alemanha!”. Lutero chamava sua esposa de “estrela da manhã de Wittinberg”. Katie viveu por mais seis anos após a morte do esposo em1546.”

quinta-feira, março 29

[Aconselhamento Bíblico] Devo sair da minha igreja ou lutar por uma reforma?


Pergunta

Queridos irmãos do VE!
Deus começou um processo em minha vida de se revelar por meio de Cristo numa igreja _____. Porém, durante esse tempo, essa instituição começou a crescer e temos visto a liderança, manifestamente se desviar da centralidade da palavra de Deus.
Um dos motivos desse aumento de membros ocorreu em decorrência de uma teologia humanista que se infiltrou, sorrateiramente, atraindo muitas pessoas, pois os “cultos”, as músicas e as pregações tinham o objetivo de “consolar”, agradar e beneficiar as pessoas nas suas carnalidades e dificuldades. Ou seja, estávamos seguindo uma linha de cantar e pregar coisas que as pessoas queriam ouvir e isso atraiu muitas pessoas.

quinta-feira, março 22

Os corajosos poderiam se levantar, por favor!? - Sandro Baggio



Não há como não se emocionar ao assistir os momentos finais do filme Coração Valente, quando William Wallace está sendo torturado diante de uma multidão de curiosos, e seu carrasco quase que roga para que ele peça por misericórdia. Em vez disso, Wallace reune o que lhe resta de força e brada: “Liberdade!”
William Wallace não estava tentando ficar famoso ou escrever seu nome na história. Mas quando surgiu um momento decisivo, ele seguiu sua consciência e lutou pela liberdade do seu povo com bravura e coragem.
Vivemos hoje momentos decisivos na história da Igreja (pelo menos da sua ala Protestante Evangélica). Em quase todo o mundo, pessoas estão cada vez mais cansadas do que vêem sendo feito e pregado em nome do Cristo. Igrejas que se transformaram em verdadeiros partidos políticos e impérios pessoais. Líderes megalomaníacos que seduzem, manipulam e dominam rebanhos incapazes de discenir a mão direita da esquerda. Pastores envolvidos em escândalos financeiros, morais e políticos que apelam para teorias de perseguição religiosa em vez de se arrepender e voltar ao primeiro amor. Crentes mornos, sem paixão pela verdade, vivendo uma espiritualidade do templo completamente desconectada com o restante de suas vidas. Precisamos de uma nova Reforma, desta vez no seio no Evangelicalismo.