Vivemos um pouco deslocados ou sem uma atribuição de valor; e nisso resume-se nosso desejo de servir na Igreja, e servir ao Senhor. Mas sem uma mentalidade transformada cairemos em idolatria para com nosso “chamado” ou “vocação”, pois não conseguimos enxergar que Deus não quer que façamos a obra, mas que sejamos a obra, não quer nossa ação evangelística como uma moeda de troca que nos atribui valor, pois Ele nos ama independente de nossas obras.
Para que aja plenitude de alegria em nós, Ele quer que sejamos a evangelização, pois Ele não lida com as “ações”, mas com a vida. Nossas ações são galhos secos, mas nossa vida pode ser uma árvore que produz muito fruto.
Quando somos desprovidos de vida buscamos um senso de utilidade, buscamos agradar pessoas, buscamos agradar a Deus, cantamos no coral, entregamos sopa na madrugada, pregamos a Palavra de Deus; e sem dúvida todas essas coisas são lícitas e com grande valor para com o Senhor, mas se não for um fluir natural da vida de Deus em nós continuaremos tristes e vazios.
