Diga o que disser o nosso entendimento teológico, uma coisa é certa: "Onde Jesus Cristo for Senhor, temos um irmão". 1 Coríntios 12:3-4
A falta de "santidade relacional" entre o casal faz com que um seja estranho ao outro, afetando assim, todas as áreas da vida conjugal. O sexo se torna para a mulher uma arma pela qual ela manipula a vontade do marido, para o homem o sexo perde toda a beleza, sendo apenas instinto animal e necessidade a ser saciada, de modo que, a mulher é apenas um meio, um instrumento de prazer.
Se existe amor para o sexo, porque não existe amor para assumir a pessoa que afirmamos amar através do sexo? Se não existe amor para assumir uma aliança, o amor do sexo é apenas pretexto para uma necessidade fisiológica.
O namoro só é algo possível no matrimônio. Deveríamos renomear o que chamamos de namoro para "ilusão de ótica".
Se existe amor para o sexo, porque não assumir a relação?
Se não existe amor para uma aliança, porque o sexo tem nome de amor?
- O sexo tem as cores do inferno -
O paradoxo da religiosidade: "Sexo é bom e o diabo gosta". Deus criou o homem, satanás criou o sexo, o prazer e os órgãos sexuais. Quanto mais alienado ao sexo, mais espirituais. Será?!...
Sexo não é culpa, é celebração. A culpa está em fazer o uso de algo lícito de uma forma ilícita.
Por perdemos o significado central da missão de Deus, um grande sofisma tem nos devorado sem piedade, fazendo com que pensemos que "missão" é a "expansão de nossas estruturas" como Igreja, que missão é o que a Igreja faz para si mesma, e não o que Deus faz através dela.
"Santo" é aquele que coloca seus pecados diante da cruz de Cristo, "Pecador" é aquele que grita ao mundo sua "Santidade". Santidade não é o que deixamos de fazer, santidade é o que Deus está fazendo em nós e através de nós.
Anderson












