quarta-feira, abril 17

Missão ou obediência?


Deus não quer que fiquemos inertes, mas também não deseja que façamos qualquer coisa. Deus tem uma vontade. Aos surdos espirituais é mais cômodo a realização de uma obra, de uma missão, de um feito. Para conhecer a vontade de Deus é necessário empenho, relacionamento, renúncia, busca constante por humildade, adoração genuína, temor e submissão à Palavra.

A surdez espiritual se esconde na vontade "macro de Deus" - O Ide. E assim engana-se a si mesma chamando "obra" de "obediência". Precisamos em temor buscar conhecer a vontade do Senhor, pois somos únicos em nossa identidade, habilidades naturais e dons concedidos por Ele (...) E Deus tem uma campo missional específico para que nossa vida Nele seja encaixada nesse contexto. 

"Transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus". Romanos 12:2


Anderson

Se não estiver contente com a colheita, semeie a semente correta - Anderson Silva

Temos a vida que semeamos, temos a família que semeamos, temos o casamento que semeamos, temos os filhos que semeamos, temos os pais que semeamos, temos os amigos que semeamos, temos as finanças que semeamos, temos a qualidade de vida que semeamos, temos os relacionamentos que semeamos, temos a Igreja que semeamos, temos a sociedade que semeamos, temos o mundo que semeamos, temos a eternidade que semeamos. Se o homem só pode colher o que planta, que plantemos as sementes corretas. Nosso comportamento é a semente (ação), a atitude do outro é a colheita (reação).

Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Gálatas 6:7

Anderson

Não se colhe o que não se planta - Anderson Silva




Discutimos sobre a validade do que entendemos sobre dízimos e ofertas para com a nova aliança. No fundo, será que buscamos uma forma de sermos abundantes e generosos fora da regência de uma obrigação legal (...) ou apenas buscamos nos ver livres para com Deus, a missão e o próximo?.



Os nomes podem ter mudado, mas Deus continua o mesmo em seu propósito essencial, as pessoas e as necessidades também, e de fato, o coração da oferta ao Senhor, não é a necessidade ou a tristeza, mas a alegria que vem com entendimento e propósito. Reconhecendo que somos parte de algo, e que Deus é a força motora de tudo.

Ofertar ao Senhor é reconhecer que estamos Nele e que Ele está em nós, aquilo que fazemos em nome Dele é o que Ele faz em nós, por nós e através de nós.

- Oferta não é o que se faz, mas porque se faz. Não para quem, mas por Quem...

Chamando a si os seus discípulos, Jesus declarou: "Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou na caixa de ofertas mais do que todos os outros.
Todos deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver". Marcos 12:43-44

- Além da obediência devida ao assunto, não podemos pedir que Deus faça algo por nós, enquanto que nossa vida está desconectada dessa realidade.

Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Gálatas 6:7

- Se a raíz não pertence a Deus, a árvore e a colheita também não.

Se é santa a parte da massa que é oferecida como primeiros frutos, toda a massa também o é; se a raiz é santa, os ramos também o serão. Romanos 11:16

- A Prosperidade concedida por Deus é missionária, não alimenta o ego, movimenta a vontade de Deus entre os homens.

No presente momento, a fartura de vocês suprirá a necessidade deles, para que, por sua vez, a fartura deles supra a necessidade de vocês. Então haverá igualdade, 2 Coríntios 8:14

Vocês serão enriquecidos de todas as formas, para que possam ser generosos em qualquer ocasião e, por nosso intermédio, a sua generosidade resulte em ação de graças a Deus.
O serviço ministerial que vocês estão realizando não está apenas suprindo as necessidades do povo de Deus, mas também transbordando em muitas expressões de gratidão a Deus. Por meio dessa prova de serviço ministerial, outros louvarão a Deus pela obediência que acompanha a confissão que vocês fazem do evangelho de Cristo e pela generosidade de vocês em compartilhar seus bens com eles e com todos os outros. 2 Coríntios 9:11-13



segunda-feira, setembro 24

Um Reino inabalável /// Anderson

Afirmar que Deus te prosperou não significa que Ele te salvou /// Anderson


Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons 
e derrama chuva sobre justos e injustos. Mateus 5:45
 
Onde encontramos a nossa mais profunda satisfação:
em Deus ou em suas dádivas?
John Piper


A resposta revelará o motivo da fraqueza e superficialidade da nossa fé, e o motivo de muitos de nós não conseguirem perseverar até o seu retorno... as dádivas dizem respeito ao cárater gracioso que Ele possui, mas elas não confirmam que Ele aprova ou está gerando Vida em nós, temos que está conscientes que a Eternidade com Ele (Céu) não é um merecimento ou "dádiva", mas um relacionamento consumado.


Afirmar que Deus te prosperou não significa que Ele te salvou, ou te aprova. 

Anderson

sexta-feira, agosto 24

Dízimos e ofertas // Legalismo, Abuso ou aliança? // Anderson

Que choremos ao enterrar esses profetas... // Anderson

Muitos morreram sem de fato terem experimentado a plenitude de seus dons...
Pois não conheceram o doador não só dos dons, mas da vida [...] não conheceram o Deus Único que ama de tão forma que torna-se como um de nós, que por amar sua criação torna-se nosso Salvador através de sua própria vida...

Me quebranta profundamente o fato de muitos profetas, poetas, pastores, pais espirituais terem morrido para com a Vida de Deus por falta de um diálogo com o Corpo de Cristo, a revelação natural de sua Vida.

Que sejamos desafiados a dialogar e interceder com dores de parto pelos pastores, poetas, profetas e regentes de toda uma geração, para que eles saibam quem são, que aquilo que possuem não é um fruto do acaso, e qual o propósito de um Deus que não se impôs a sua criação, mas em amor se revelou para que ela volte a viver, viver com Ele, Nele e para Ele, fonte perfeita da vida.

Que choremos ao enterrar esses profetas... por eles não terem exercido seus dons em consequência também de não terem conhecido através de nós o Doador, que choremos de arrependimento e temor ao enterrarmos novos 2pacs, Morrisons, Joplins, Cobains, Renatos, Cazuzas, Cássias, Notorious, Chicos, Hendrixs, Lennons, Sids, Freddies, Presleys...

A natureza criada aguarda, com grande expectativa, que os filhos de Deus sejam revelados. Pois ela foi submetida à futilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou, na esperança
de que a própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus.
Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto.
Romanos 8:19-22

O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs
Não tem nenhum rock 'n' roll
Eu vou pagar
A conta do analista
Pra nunca mais
Ter que saber
Quem eu sou
Ah! saber quem eu sou..

Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro... 
// Cazuza

O clamor e o anseio verdadeiro por mudança termina em auto destruição quando não existe uma reconexão com o Criador... o dom concedido por Deus é distorcido pelo maligno e torna-se a arma que ela usa contra o individuo, contra Deus (afronta) e contra o todo social.

Fire Universitário // 14 e 15 de setembro // Taguatinga - DF

Anderson // estará servindo aos irmãos em Setembro


Manifesto // 26, 27 e 28 de Outubro // Curitiba - PR

Anderson // estará servindo aos irmãos em Outubro


terça-feira, agosto 21

Por uma realidade de unidade sem romantismo // Anderson Bomfim




REFLEXÕES SOBRE UNIDADE

Desejo muito me tornar um homem completo em Deus, acreditando que essa busca não me torna uma pessoa autônoma dos meus irmãos. À medida que me completo em Deus e no meu próximo, espero alcançar um nível de realização pessoal ainda desconhecido por mim. Por esse motivo, agradeço a Deus pela minha falta de carisma, personalidade, liderança, auto confiança, visão, agradeço por ser totalmente limitado e depender de uma ação e realização corporativa. Essa fraqueza pessoal confirma minha missão de mobilizar uma geração, essa é a palavra que eu carrego, é a causa pela qual dou minha vida, cooperar para que uma igreja, um corpo seja preparado para Ele.

Procurei ordenar alguns pensamentos, palavras, e experiências a respeito dessa realidade corporativa, o desafio de sermos um, de levantarmos o testemunho do Eterno, de sermos uma resposta ao clamor do próprio Cristo que intercede em favor dos seus discípulos do presente e do futuro: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da sua palavra, a fim de que todos sejam um” (João 17:20-21).

Mesmo escrevendo sobre unidade, não acredito que conseguiremos acabar com as todas as dissensões eclesiásticas, uma vez que até mesmo na eternidade, Deus teve problemas com uma divisão catastrófica, protagonizada por Satanás que significa aquele que se opõe ou adversário. Desde então, Satanás é aquele que “fortalece a atitude de confronto e ferozmente se opõe à idéia de cura e reconciliação. Seu outro nome “diabo” está relacionado com caluniador, que significa mais do que “falar mal de outra pessoa”, mas aquele que coloca alguma coisa ou a si mesmo entre dois a fim de dividi-los”[1].

Acredito que a tensão de pensamentos sempre existirá. Paulo afirma aos irmãos de Corinto, quando exorta sobre a mesa do Senhor, que até mesmo as cismas, divisões e heresias servem para desenvolver e manifestar a verdade de cada um de nós, quem nem sempre é coerente com o que estávamos falando (1 Coríntios 11). A tensão trará à luz aqueles que intimamente e verdadeiramente zelam com o zelo de Deus, pela causa de Deus, relevando questões periféricas para fortalecer os valores essenciais do Evangelho que deverá ser pregado como um testemunho em toda terra como o sinal do fim (Mateus 24.14). Essa é a esperança que não confunde nem decepciona (Romanos 5).

A NECESSIDADE DE UMA RENOVAÇÃO DE MENTE

Acredito que seja momento de desistirmos de muitas das nossas estratégias de unidade, aquela que buscamos por afinidade ou serviço, porque não era essa a dinâmica apostólica do primeiro século e na continuidade da história da igreja. O caminho pode ser começarmos pelo que somos em Deus ao invés do que podemos fazer juntos por Ele, começarmos pela realidade de pertencermos a um só Deus, um Cristo, um Espírito e sermos um povo, um corpo, uma casa Espiritual, que levantam uma bandeira, que é o amor, o oxigênio do Reino, o que nos mantêm vivos na essência da eternidade. Uma unidade que transcende a obra, a posição geográfica, as convenções e movimentos.

Nos frustramos muitas vezes por não conseguirmos mudar nossa realidade relacional, porque criamos expectativas equivocadas e não respeitamos os devidos processos. Queremos começar pela unidade da fé, esperamos que as pessoas creiam no que cremos, como cremos, onde estamos, para que então possamos pensar em nos relacionar, mas segundo Efésios 4, devemos começar revendo nossa posição pessoal procurando andar de modo digno da vocação a que fomos chamados, com “toda” a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.

Sem essa pré-disposição pessoal de se humilhar, de desarmamento e não resistência, paciência e esforço para preservar a realidade espiritual que representamos, não conseguiremos dar passos concretos para uma realidade corporativa saudável e vivificante. Não se trata de atos proféticos, mas ações proféticas (Comunicam na terra uma realidade eterna), práticas relevantes. A partir da nossa adesão a essa realidade, partilhamos de uma única esperança e vocação, que nos lança a uma realidade de aperfeiçoamento plural, visando o desempenho do serviço de todos os santos, para que alcancemos a verdadeira edificação do corpo de Cristo, de forma integrada, em sua totalidade e não apenas na localidade.

segunda-feira, maio 14

Os dois mundos – Martyn Lloyd-Jones



O cristão e o não cristão pertencem a dois domínios inteiramente diversos. A primeira coisa que você deve entender sobre si mesmo é que você pertence a um reino diferente. Você não difere apenas na essência; você vive. em dois mundos que diferem de modo absoluto entre si. Você está neste mundo; não pertence a ele, porém você é cidadão doutro reino.

Que se quer dizer com este reino dos céus? Significa, em sua essência, o governo de Cristo, ou a esfera e domínio em que Ele reina.  Muitas vezes, quando Ele estava aqui, nos dias de Sua carne, nosso Senhor disse que o reino dos céus já estava presente. Onde quer que Ele estivesse presente e exercesse autoridade, ali estava o reino dos céus.

Você recorda como, em certa ocasião, quando O acusaram de expulsar demônios pelo poder de Belzebu, Ele demonstrou-lhes a completa loucura disso, e prosseguiu, dizendo: «Se, porém, eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós» (Mateus 12.28).

Eis o reino de Deus. Sua autoridade e Seu reinado estavam presentes na prática. Eis, então, Sua frase, quando disse aos fariseus:«O reino de Deus está dentro em vós», ou, «o reino de Deus está entre vós». Era como se dissesse: «Ele está-se manifestando no meio de vós. Não digais: olhe para cá, ou: olhe para lá. Despojai-vos dessa noção materialista. Aqui estou entre vós; estou realizando obras. O reino está aqui».

Onde quer que o reino de Cristo esteja sendo manifestado, ali está o reino de Deus. E quando Ele enviou Seus discípulos para pregar, disse-lhes que falassem às cidades que não os recebessem: «Não obstante, sabei que está próximo o reino de Deus» (Lucas 10.11).

quarta-feira, maio 2

Reino é a obra de um povo, ou a autoridade de um Rei? // Anderson

Não confunda Reino com a obra de um povo, entenda que Reino é a autoridade de um Rei, e nesse caso a obra do povo só é válida se é respaldada pelos decretos dessa autoridade.

Esperar o Reino, é esperar que Jesus governe...

Então cantar "que venha o teu Reino, é adiar o governo e falar: venha amanhã, mas amanhá cantaremos novamente que venha o teu Reino"

Está no Reino é ser governado e gerado na vida de Jesus...
Se o Reino está, prossigamos em estabelecer a realidade desse Reino [..] realidade essa que é vida, e não informações.

Os que oram, e cantam para que venha o Reino, é porque não estão sendo governados [...] pois o Reino já veio, o Reino é a autoridade de Deus agindo por meio de Jesus, governando todas as coisas, e devolvendo tudo para o devido lugar.


Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. 1 Coríntios 15:24

Reino não é poesia, é a autoridade do Rei em operação na vida dos que se dizem Reino, e nessa perspectiva podemos afirmar que curas e maravilhas não definem o Reino, quem somos define o Reino, a nossa vida mostra o caráter do Rei que governa sobre nós.

Enquanto falamos que Reino é fazer, O Rei diz que Reino é SER, e ser por reação ao seu governo e identidade. 

Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. 
Mateus 7:22-23

O Reino virá apenas para os que ainda não nasceram de novo, o Reino já é, e já está em operação eficaz na vida dos que nasceram na Verdade, e vivem na Verdade, e produzem frutos correspondentes [...] Reino não um povo fazendo, mas um Rei governando, é o estabelecimento da vontade de Deus na vida e na prática do homem, fazendo com que esse homem seja instrumento de resgate, e redenção da Criação.


segunda-feira, abril 9

Evangelismo e família [ Anderson ]




Alguns irmãos acreditam que dou uma ênfase exagerada na questão família, posso está realmente equivocado em alguns pontos, mas minha visão é que existe um número muito grande de desviados e decepcionados com a “Igreja”, que hoje estão num estilo de vida de impiedade estimulados pela falta de vida por parte de parentes cristãos, não digo isso como se o contrário fosse de fato a salvação deles, mas sem dúvida não seria o motivo do seu afastamento, eles teriam temor em contemplar nossa vida piedosa, firme e ardente pelo Senhor, sua Palavra, e vontade.

Creio que muito do nosso IDE tem que ser um retorno. Um retorno aos fundamentos, um retorno a essência de ser Cristão e Igreja.  Antes de irmos precisamos ser, antes do culto dominical a vida é um culto diário, antes de amarmos a instituição igreja, temos uma identidade Igreja que alcança o nosso lar, e gera vida nos nossos. Temos que voltar e rever posicionamentos.

domingo, abril 1

Provérbios de um discípulo [ 58 ]

Igreja não é um lugar para nos sentimos confortáveis, é um lugar par nos sentirmos confrontados, e desafiados ao progresso espiritual, emocional e natural. Pois, o pecado causou danos profundos na criação e em nossa natureza, e se a Vida de Jesus através da Igreja restitui o que perdemos na desobediência, porque estamos de braços cruzados na obediência?


A função da Igreja, e de uma liderança bíblica não é conservar quem somos, ou quem pensamos ser, mas nos transformar em quem devemos SER.


O individuo que não se submeteu a Igreja, é por que de fato não se submeteu à Jesus. É só olhar para a vida, para o caráter, e para o fruto.


A Igreja perde seu poder e sua missão sobre nós, quando fazemos parte dela sem o interesse de submeter-se ao Corpo, e à uma liderança que exponha integralmente os desígnios de Deus para nós. É por isso a maioria das pessoas a tem como um lugar de aceitação, e acolhimento de quem somos (pejorativamente falando), do que um lugar que nos apresenta diante de Deus, e dos homens - íntegros, amadurecidos, e irrepreensíveis.

Provérbios de um discípulo [ 51 ]



Quanta controvérsia foi gerada, e quantas feridas abertas no fato dos cristãos serem santos no culto, e ímpios na vida.


Antes de irmos precisamos ser, antes do culto dominical a vida é um culto diário, antes de amarmos a instituição igreja, temos uma identidade Igreja que alcança o nosso lar, e gera vida nos nossos. Temos que voltar e rever posicionamentos.


Creio que muito do nosso IDE tem que ser um retorno. Um retorno aos fundamentos, um retorno a essência de ser Cristão e Igreja.


Nosso papel não é ter uma capacidade para realizar, é ter fé que a capacidade é do Senhor, e a vontade também.


Se estamos certos em nossas crenças e posicionamentos porque estamos desprovidos de vida em nós, e vida para outros através de nós? 

Não faça nada para Deus - Introdução


Vivemos um pouco deslocados ou sem uma atribuição de valor; e nisso resume-se nosso desejo de servir na Igreja, e servir ao Senhor. Mas sem uma mentalidade transformada cairemos em idolatria para com nosso “chamado” ou “vocação”, pois não conseguimos enxergar que Deus não quer que façamos a obra, mas que sejamos a obra, não quer nossa ação evangelística como uma moeda de troca que nos atribui valor, pois Ele nos ama independente de nossas obras.

Para que aja plenitude de alegria em nós, Ele quer que sejamos a evangelização, pois Ele não lida com as “ações”, mas com a vida. Nossas ações são galhos secos, mas nossa vida pode ser uma árvore que produz muito fruto.

Quando somos desprovidos de vida buscamos um senso de utilidade, buscamos agradar pessoas, buscamos agradar a Deus, cantamos no coral, entregamos sopa na madrugada, pregamos a Palavra de Deus; e sem dúvida todas essas coisas são lícitas e com grande valor para com o Senhor, mas se não for um fluir natural da vida de Deus em nós continuaremos tristes e vazios.