quinta-feira, julho 4
quarta-feira, abril 17
Não queira colher o casamento que você não plantou
O comportamento do seu cônjuge será a reação do que tens sido em submissão ao Senhor. Não espere que sua colheita seja diferente das sementes que você tem plantado.
Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como convém a quem está no Senhor.
Maridos, amem suas mulheres e não as tratem com amargura. Colossenses 3:18-19
Do mesmo modo vocês, maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça da vida, de forma que não sejam interrompidas as suas orações. 1 Pedro 3:7
Do mesmo modo, mulheres, sujeitem-se a seus maridos, a fim de que, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavras, pelo procedimento de sua mulher, observando a conduta honesta e respeitosa de vocês.
A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas.
Pelo contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus.
1 Pedro 3:1-4
Semelhantemente, ensine as mulheres mais velhas a serem reverentes na sua maneira de viver, a não serem caluniadoras nem escravizadas a muito vinho, mas a serem capazes de ensinar o que é bom.
Assim, poderão orientar as mulheres mais jovens a amarem seus maridos e seus filhos, a serem prudentes e puras, a estarem ocupadas em casa, e a serem bondosas e sujeitas a seus próprios maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja difamada. Da mesma maneira, encoraje os jovens a serem prudentes. Tito 2:3-6
Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos.
Maridos, amem suas mulheres, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, e apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.
Da mesma forma, os maridos devem amar as suas mulheres como a seus próprios corpos. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo.
Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja, pois somos membros do seu corpo. Efésios 5:22-30
Anderson
terça-feira, novembro 27
Provérbios de um discípulo ::: 94
Como Igreja temos que resgatar a essência de nossa missão... caso contrário, fica mais evidente nossa irrelevância para com a geração atual, a qual não consegue ser convencida por meio de palavras. Ou a Igreja é uma pessoa que se move compassivamente e de uma forma poderosa sobre a terra, revelando o amor do Pai por intermédio da vida do Filho, ou nossas estruturas aos poucos se tornam em museus e um lugar frequentado por nossos avós.
Está em matrimônio é não ter vida própria. 1+1=1, o divórcio só é uma opção onde existe caminhos distintos, onde existem dois que desejam ser satisfeitos sem a responsabilidade em ser a satisfação do outro.
A prosperidade de Deus é missionária...
A teologia da prosperidade diz que "não ter" é uma questão de fé. Enquanto isso investimos os recursos do Reino na compra de um carro importado para um "líder espiritual/pastor", de modo que irmãos passam fome e necessidade dentro de nossas comunidades de fé... também concordo que "não ter" é um problema de fé, não dos que estão privados, mas de quem tem a capacidade de alienar-se das necessidades básicas de quem chamamos de "irmãos".
A responsabilidade da "Mordomia Cristã" irá separar ovelhas de bodes. (Mateus 25.14-46). As ovelhas ouviram a voz do pastor, os discípulos revelaram o que o Mestre ensinou, os bodes tinham caracteristicas de ovelhas, aparência de discípulos, detinham a herança e o comissionamento, mas viveram para si mesmos.
2 Coríntios 5:20 / 2 Coríntios 5:15
Está em matrimônio é não ter vida própria. 1+1=1, assumir essa realidade é ser plenamente satisfeito em viver com o outro até que a morte nos separe. Experimentamos a felicidade ao entender que ela só é possível ao fazermos o outro feliz.
Está em matrimônio é não ter vida própria. 1+1=1, o divórcio só é uma opção onde existe caminhos distintos, onde existem dois que desejam ser satisfeitos sem a responsabilidade em ser a satisfação do outro.
A prosperidade de Deus é missionária...
A teologia da prosperidade diz que "não ter" é uma questão de fé. Enquanto isso investimos os recursos do Reino na compra de um carro importado para um "líder espiritual/pastor", de modo que irmãos passam fome e necessidade dentro de nossas comunidades de fé... também concordo que "não ter" é um problema de fé, não dos que estão privados, mas de quem tem a capacidade de alienar-se das necessidades básicas de quem chamamos de "irmãos".
A responsabilidade da "Mordomia Cristã" irá separar ovelhas de bodes. (Mateus 25.14-46). As ovelhas ouviram a voz do pastor, os discípulos revelaram o que o Mestre ensinou, os bodes tinham caracteristicas de ovelhas, aparência de discípulos, detinham a herança e o comissionamento, mas viveram para si mesmos.
2 Coríntios 5:20 / 2 Coríntios 5:15
Está em matrimônio é não ter vida própria. 1+1=1, assumir essa realidade é ser plenamente satisfeito em viver com o outro até que a morte nos separe. Experimentamos a felicidade ao entender que ela só é possível ao fazermos o outro feliz.
Anderson
domingo, novembro 25
Reflexões sobre casamento e divórcio ::: Anderson
Não existe a opção do divórcio para quem não ama a si mesmo...
O nível de união e intimidade que Deus nos propõe através do casamento, está acima de qualquer outro tipo de relacionamento. Nem com nossa mãe somos uma só carne, se discordas case-se com sua mãe.
Afirmamos que o amor é só de mãe porque não entramos em uma relacionamento para amarmos de uma forma única, fiel e sacrificial, entramos com reservas, entramos pensando no dia que sairemos desse barco quando nossos interesses não forem satisfeitos.
Se você não está pronto para amar seu cônjuge acima de todas as outras pessoas da sua vida, não é de se espantar nunca teres provado o que de fato significa um matrimônio e também deixa claro a razão de um divórcio.
Casamento não é para quem encontra a pessoa certa, mas para quem é a pessoa certa através da construção realizada em Cristo... Casamento não é uma questão de vontade ou necessidade, é assumir responsabilidades, é está em processo intencional de amadurecimento, é entender que a partir do matrimônio duas pessoas formam um só destino.
Só existe divórcio quando existe desobediência ao mandamento que levam dois a tornarem-se um através do amor que não se fundamenta nos próprios interesses.
O divórcio só é uma realidade onde existem dois indivíduos que habitam no mesmo lugar, mas que possuem corações divergidos. A força que nos impõe a separação é o fato de nunca ter existido a unidade, mesmo depois de casados continuaram sendo dois em tudo, cada um focado em seu próprio mundo; quanto à ordenança de Deus para o matrimônio é que na benção Dele reside o poder que funde dois corações em uma só existência justamente por serem diferentes, a unidade é real através de partes distintas, não existe unidade na igualdade.
O pecado do divórcio é a desobediência ao primeiro mandamento para o casamento: E os dois serão uma só pessoa... Gênesis 2.24, a separação revela que nunca houve de fato a união, uma vida, a fusão de dois corações que formou um, houve apenas um contrato que será anulado.
É fácil ter um casamento de sucesso: Ame seu cônjuge acima de todas as outras pessoas da sua vida, acima dos seus filhos, acima dos seus pais, acima dos seus amigos, acima de você mesmo... ao ponto de se vê nele, nisso se dá o que a palavra diz sobre ser uma só pessoa, uma só carne, um só corpo.
Casamento não é para quem deseja ser feliz, mas para quem quer fazer alguém feliz; nisto reside a felicidade de quem de fato ama.
O nível de união e intimidade que Deus nos propõe através do casamento, está acima de qualquer outro tipo de relacionamento. Nem com nossa mãe somos uma só carne.
Homem, empodere a opinião de sua esposa e usufruirás da verdadeira autoridade [...] que não é imposta, mas conquistada. Conceda a ela o direito de dizer-lhe que não és tudo que pensas ser, e seja humilde para reconhecer a necessidade de mudança e amadurecimento; só assim terás o usufruto da plenitude matrimonial.
Não consigo viver sem mim mesmo, eis o motivo pelo qual o casamento pela ótica de Deus não pode chegar ao divórcio [...], ou nunca experimentei a realidade de me tornar uma só pessoa com minha esposa.
O peso do divórcio não é ele em si mesmo, mas o fato de não ter amado de tal forma ao ponto de “tornarem-se um” [...], pois não se pode divorciar de si mesmo. O divórcio mostra que nunca existiram os dois que se tornaram um, mostra apenas os dois que continuaram centrados em si mesmos, e por isso nunca construíram um lar, uma unidade que revela o amor análogo entre Jesus e a Igreja.
A força de uma família não está em uma casa, está em um lar.
Anderson
Provérbios de um discípulo ::: 92
Quando não sabemos o que estamos esperando... qualquer coisa serve.
O Evangelho é de Graça, mas custa tudo... em primeiro lugar
"A vida daquele que o recebe"...
A Graça não é um aval para a carne, é um meio para um fim: A plena obediência a Deus e a vida que nos foi concedida através do Cristo.
O usufruto da Graça é conformar-se à Deus e ao seu propósito.
A Graça nos concede o que não merecemos, mas pede tudo o que somos e temos.
A Graça para alguns é um meio simplista para obtermos "salvação" (...) sem esforço, obra, frutos, responsabilidades. A Graça de Deus revelada em Jesus é uma realidade que nos concede "vida", vida que comprova que somos salvos, vida pela qual expressamos de uma forma integral o caráter Daquele que nos salvou .
Salvação que não nos custa nada é apenas uma mentira para a alma, sofisma que tenta esconder-se em partes do Evangelho e não em sua totalidade.
A salvação por meio da Graça nos custa tudo, nos custa a própria vida, vida que se fez nova em Jesus e passa a ter um único objetivo: "Glorificar a Deus".
Se somos a mesma pessoa desde que conhecemos à Cristo, tem alguma coisa errada [...] Ou não o conhecemos, ou outra pessoa está se passando por Jesus, e a falta de relacionamento com o Pai faz com que acreditemos.
Alguns afirmam que Deus quer que sejamos sinceros...
Se não for a sinceridade que reconhece quem somos (arrependimento), mas a sinceridade que nos mantém como somos (falsa humildade), estaremos sinceramente errados.
O que influencia não é a verdade que falamos, mas a vida devido à essa verdade.
O lar e a unidade do casal são os roteiros do "filme baseados em fatos reais" que será protagonizado por nossos filhos no futuro. Que nos preocupemos com quem somos... pois, o que eles forem amanhã dar-se-á pela influência de hoje, o que influencia não é a verdade que falamos, mas a vida devido à essa verdade.
O que não me transforma em um doador não é fruto do Evangelho de Jesus...
Sobre a Igreja ser um hospital... todos concordam...
Também precisamos entender que nenhum enfermo vai para o hospital porque deseja prolongar as enfermidades.
As fraquezas de um líder não faz com que ele perca autoridade...
as mentiras sobre sua força, sim...
O melhor ensino é o exemplo, o melhor exemplo é o amor...
O ministério da reconciliação não é para os aptos, é para os que amam ao Senhor... Antes de sermos reconhecidos para o ministério, precisamos ser reconhecidos como pessoas que vivem para a glória do Senhor... o evangelho é antes de tudo um caso de amor e temor, e por isso entramos em um processo que nos habilita a fazermos por outros o que foi feito por nós.
O amor não calcula, ele sabe que "perdeu" quando preza mais ao outro do que a si mesmo. Graças a Deus que no evangelho de Jesus bem aventurado é o que semeia...
Não tente me entender, saberás quem sou quando decidires me amar... sou mais que palavras, sou mais do que aparento ser...
não simplesmente para o lado bom, principalmente para o lado ruim, por isso preciso que você me conheça além das aparências e me reconstrua através do amor.
O conhecimento de Deus possui as marcas de Cristo [...]
Nosso conhecimento sobre Deus carrega medalhas, honrarias e orgulho, o conhecimento de Deus só pode ser concedido através do caráter de Jesus. O conhecimento de Deus é a ferramenta de transformação por meio do amor.
O conhecimento sobre Deus afastam pessoas, o conhecimento de Deus revela o amor que reconstrói.
O conhecimento de Deus possui as marcas de Cristo...
Quando o conhecimento não carrega os intuitos de Cristo, torna-se apenas uma arma de divisão ao invés de promover o amor.
A vida da Igreja quebra o poder de idolatria, homens descem de suas patentes e assumem os encargos de Cristo, na Igreja homens são apenas homens, falhos sendo aperfeiçoados como todos os outros; seus dons não concedem prerrogativas, mas a responsabilidade do serviço através de uma vida que expressa o amor. A vida da Igreja é ensinar ao mesmo que se permite ser ensinado...
Não existe unidade na igualdade; somos diferentes, e por isso somos um corpo. Sem as mesmas funções [...] porém, unidos...
Se um membro do corpo é o corpo todo [...] dá-se o nome de anomalia.
Não existe a opção do divórcio para quem não ama a si mesmo...
O nível de união e intimidade que Deus nos propõe através do casamento, está acima de qualquer outro tipo de relacionamento. Nem com nossa mãe somos uma só carne, se discordas case-se com sua mãe.
Afirmamos que o amor é só de mãe porque não entramos em uma relacionamento para amarmos de uma forma única, fiel e sacrificial, entramos com reservas, entramos pensando no dia que sairemos desse barco quando nossos interesses não forem satisfeitos.
Se você não está pronto para amar seu cônjuge acima de todas as outras pessoas da sua vida, não é de se espantar nunca teres provado o que de fato significa um matrimônio e também deixa claro a razão de um divórcio.
Casamento não é para quem encontra a pessoa certa, mas para quem é a pessoa certa através da construção realizada em Cristo... Casamento não é uma questão de vontade ou necessidade, é assumir responsabilidades, é está em processo intencional de amadurecimento, é entender que a partir do matrimônio duas pessoas formam um só destino.
Só existe divórcio quando existe desobediência ao mandamento que levam dois a tornarem-se um através do amor que não se fundamenta nos próprios interesses.
O divórcio só é uma realidade onde existem dois indivíduos que habitam no mesmo lugar, mas que possuem corações divergidos. A força que nos impõe a separação é o fato de nunca ter existido a unidade, mesmo depois de casados continuaram sendo dois em tudo, cada um focado em seu próprio mundo; quanto à ordenança de Deus para o matrimônio é que na benção Dele reside o poder que funde dois corações em uma só existência justamente por serem diferentes, a unidade é real através de partes distintas, não existe unidade na igualdade.
O pecado do divórcio é a desobediência ao primeiro mandamento para o casamento: E os dois serão uma só pessoa... Gênesis 2.24, a separação revela que nunca houve de fato a união, uma vida, a fusão de dois corações que formou um, houve apenas um contrato que será anulado.
É fácil ter um casamento de sucesso: Ame seu cônjuge acima de todas as outras pessoas da sua vida, acima dos seus filhos, acima dos seus pais, acima dos seus amigos, acima de você mesmo... ao ponto de se vê nele, nisso se dá o que a palavra diz sobre ser uma só pessoa, uma só carne, um só corpo.
Casamento não é para quem deseja ser feliz, mas para quem quer fazer alguém feliz; nisto reside a felicidade de quem de fato ama.
O nível de união e intimidade que Deus nos propõe através do casamento, está acima de qualquer outro tipo de relacionamento. Nem com nossa mãe somos uma só carne.
As comunidades de fé seriam diferentes, vibrantes e santificadas se entendêssemos que tudo aquilo que somos, pensamos e praticamos na vida faz parte da construção da Igreja, o que somos é o que permitimos que o outro veja de Deus... será algo espetacular o mundo não querer a Deus?!... podemos está sendo acesso ou exclusão.
Anderson
Casamento não é para quem encontra a pessoa certa ::: Anderson Silva
Casamento não é para quem encontra a pessoa certa, mas para quem é a pessoa certa através da construção realizada em Cristo... Casamento não é uma questão de vontade ou necessidade, é assumir responsabilidades, é está em processo intencional de amadurecimento, é entender que a partir do matrimônio duas pessoas formam um só destino. Anderson
segunda-feira, outubro 8
Dizer "eu te amo" até ursinho de r$ 1,99 diz ::: Anderson
Se de fato amassémos a pessoa com a qual nos propomos um relacionamento
(...) porque já nos encontramos em outro?...
Um relacionamento não se confirma pela igualdade, mas pelas diferenças que se complementam formando um "todo" em equilíbrio; desistir é deixar claro que nunca amamos o outro, mas a nós mesmos e o que o outro poderia nos oferecer.
A maturidade de um relacionamento não se dá pela falta de conflitos, mas através da forma com que lidamos e saimos deles em aliança, em cumplicidade, em verdade, em amor.
Relacionar-se não é encontrar o outro pronto, é construir-se mutuamente!
O amor ::: Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:7
Um relacionamento não se confirma pela igualdade, mas pelas diferenças que se complementam formando um "todo" em equilíbrio; desistir é deixar claro que nunca amamos o outro, mas a nós mesmos e o que o outro poderia nos oferecer.
A maturidade de um relacionamento não se dá pela falta de conflitos, mas através da forma com que lidamos e saimos deles em aliança, em cumplicidade, em verdade, em amor.
Relacionar-se não é encontrar o outro pronto, é construir-se mutuamente!
O amor ::: Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:7
Anderson
sexta-feira, junho 22
Sexo no casamento // Joel R. Beeke
O casamento íntimo
O casamento íntimo
Dr. R. C. Sproul ensinou uma série e escreveu um livro sobre o casamento. Nesses recursos, Dr. Sproul passa por algumas das coisas mais difíceis que os casais lidam todo dia: falta de comunicação, sexo, papeis, divórcio, raiva, e mais. Ele compartilha o que a Bíblia diz sobre cada um, assim como as lições que aprendeu com o seu próprio casamento de quarenta anos.*
A visão puritana do sexo no casamento
Existem muitas caricaturas e desentendimentos quando se trata de como os Cristãos através dos tempos viram o sexo no casamento. No livro do Dr. Joel R. Beeke, Vivendo para a Glória de Deus: Uma introdução à fé reformada, ele dedica um capítulo para o casamento, no qual ele discute a visão puritana:
O amor conjugal deve ser sexual, logo ambos os parceiros conjugais podem se dar inteiramente para o outro com alegria e exuberância em um relacinamento saudável marcado por fidelidade. Reformadores como Martinho Lutero, Ulrich Zwinglio, e João Calvino estabeleceram este aspecto do casamento ao abandonar as atitudes medievais Católicas Romanas de que o casamento era inferior ao celibato, que todo contato sexual entre parceiros conjugais era um mal necessário para propagar a raça humana, e que um ato procriador que envolvia paixão era inerentemente pecado.
Essa visão negativa estava enraizada na igreja antiga e baseada nos escritos dos notáveis Tertuliano, Ambrósio e Jerônimo. Todos acreditavam que, mesmo dentro do casamento, relação sexual necessariamente envolvia pecado.45 Essa atitude voltada para a intimidade no casamento, que dominou a igreja por mais de dez séculos, inevitavelmente levou à glorificação da virgindade e do celibato. Por volta do século XV, clérigos foram proibidos de casar.46 Duas classes de cristãos surgiram: o “religioso” (ou seja, o clero espiritual), que incluía monges e freiras que prometeram abster-se de toda atividade sexual, e o “profano” (ou seja, leigos seculares), que, proibidos de se levantarem para os níveis nobres de virgindade e celibato, foram concedidos o direito de casar.
Pregadores puritanos ensinaram que a visão Católica Romana era anti-bíblica, até satânica. Eles citavam Paulo, que disse que a proibição do casamento é doutrina de demônios (1 Tm. 4.1-3). Até as definições puritanas de casamento implicavam o ato conjugal. Por exemplo, Perkins define casamento como “o conjunto legal de duas pessoas casadas; isto é, um homem e uma mulher em uma só carne.”47 Em contraste com Desidério Erasmo, que ensinou que o casamento ideal se abstinha da relação sexual, Cotton disse em um sermão de casamento que aqueles que requiseram abstinência no casamento seguem os ditados de uma mente cega e não aqueles do Espírito Santo, que diz que não é bom que o homem esteja sozinho.48
Os puritanos viam o sexo dentro do casamento como um dom de deus e como essencial e agradável parte do casamento. Gouge diz que maridos e esposas devem coabitar “com boa vontade e com alegria, de bom grado, prontamente e alegremente.”49 “Erra,” adiciona Perkins, “quem sustenta que a união secreta do homem com a mulher não pode ser sem pecado a menos que seja feito para a procriação de filhos.”50
Perkins continua a dizer que o sexo no casamento é uma “dívida devida” ou “benevolência devida” (1 Co 7.3) que o casal deve ao outro. Isso deve ser mostrado, ele diz, “com uma singular e inteira afeição de um para o outro” de três maneiras: “Primeiro, pelo correto e legal uso dos seus corpos ou do leito matrimonial.” Tal intimidade física por “uso santo” deve ser “uma santa e imaculada ação (Hb 13.4) … santificada pela palavra e oração (1 Tm 4.3-4). “Os frutos de honra a Deus, sexo agradável no casamento são a benção dos filhos, a preservação do corpo na limpeza ou inocência”, e o reflexo do casamento como um tipo da relação Cristo-igreja. Segundo, casais casados devem “valorizar um ao outro” intimamente (Ef 5.29) ao invés de ter sexo de um jeito impessoal como um adúltero com uma prostituta. Terceiro, um casal deve ser íntimos “por um tipo santo de alegria e se confortarem cada um com [o] outro em uma declaração mútua dos signos e sinais do amor e bondade (Pv 5.18-19; Ct 1.1; Gn 26.8; Is 62.7).” Nesse contexto, Perkins particularmente menciona beijar. 51
Outros puritanos enfatizaram o lado romântico do casamento quando comparam o amor do marido ao amor de Deus por Ele mesmo. Thomas Hooker escreve, “O homem cujo coração está cativo à mulher que ama, sonha com ela toda noite, tem ela em seu olhar e apreensão quando acorda, medita nela quando senta à mesa, anda com ela quando viaja e conversa com ela em cada lugar onde vai.”52 Ele acrescenta: “Ela se reclina no peito dele, cujo coração confia nela; e isso leva todos a confessarem a torrente de afeição dele, como um rio impetuoso, corre a toda força, transbordante.”53
sábado, junho 2
segunda-feira, maio 14
E viveram felizes para sempre... // Samuel Costa
Assim terminavam as histórias que nos contavam, quando éramos crianças. Ao final, depois de muita luta, enfim, os dois se casavam e a história fechava com: “E viveram felizes para sempre.” Quem inventou esse final foram os adultos, não as crianças. Nós o inventamos pois é o nosso anseio. Queremos viver casados e felizes para sempre. Sim, pra sempre.
Casamento é um projeto pra vida inteira. Contudo, “pra vida inteira” poucos são os que hoje querem firmar algum compromisso. O mundo atual é o mundo sem alianças. Alianças são eternas. Por isso, a maioria prefere os contratos, que podem ser quebrados (com ou sem multas).
Pouco a pouco meus amigos vão se separando, divorciando das pessoas com quem fizeram juras de amor, das pessoas a quem prometeram amar pelo resto de suas vidas. Vou percebendo que estou me tornando uma raridade, pois sou um homem casado num mar de divorciados.
Quem me conhece sabe que não sou um radical, um daqueles que obriga a mulher a viver ao lado de um adúltero e violento homem, ou pressiona um homem a não se separar daquela que pouco vai pra casa, porque já se deita com outro. Não. O divórcio, às vezes, é apenas a oficialização do que já acabou faz tempo, e será o melhor caminho pra ambos, principalmente para o cônjuge vitimado. Há razões bíblicas para o divórcio (e a apartação é uma delas, como se pode ver em I Co. 7:15), mas esse é outro assunto, que não quero tratar agora, pois a apartação é mais do que simplesmente pegar as malas e sair de casa. Mesmo sem sair é possível desistir do casamento e apartar-se.
Quem me conhece sabe que não sou um radical, um daqueles que obriga a mulher a viver ao lado de um adúltero e violento homem, ou pressiona um homem a não se separar daquela que pouco vai pra casa, porque já se deita com outro. Não. O divórcio, às vezes, é apenas a oficialização do que já acabou faz tempo, e será o melhor caminho pra ambos, principalmente para o cônjuge vitimado. Há razões bíblicas para o divórcio (e a apartação é uma delas, como se pode ver em I Co. 7:15), mas esse é outro assunto, que não quero tratar agora, pois a apartação é mais do que simplesmente pegar as malas e sair de casa. Mesmo sem sair é possível desistir do casamento e apartar-se.
O fato é que o casamento parece ter se tornado, emocionalmente, uma opção barata. Entra-se e sai dele como quem entra e sai de um parque de diversões, tão logo tenha se cansado do divertimento.
Quer manter-se casado? Não por obrigação, mas por estar num casamento em que vale a pena estar? Então, responda pra si mesmo. 1) Quantas vezes tenho orado com a pessoa com quem estou casado? 2) Quantas vezes abri mão do meu direito pra que ela alcançasse o seu? 3) Quantas vezes lhe pedi perdão? 4) Quantas vezes comprei um presente a ela, sem qualquer razão, senão a razão do amor? 5) Quantas vezes a procurei e lhe falei brandamente ao coração, dizendo o quanto ela é importante pra minha vida?
Certamente, casamento é algo complexo e não depende apenas de um dos cônjuges, mas dos dois envolvidos na relação. Contudo, num mundo em que imperam contratos, Deus faz uma aliança inquebrável conosco, e quer que a reproduzamos na vida de quem amamos.
Seu casamento pode até acabar, um dia, mas que não seja por sua causa. Para tanto, empenhe-se até o fim. Dê tudo de você e lute para que a relação não seja apenas uma fachada, mas uma delícia em forma de amor e fidelidade.
Se ambos se empenharem para manter o casamento provarão tempos de muita alegria, outros de grande luta, mas chegarão ao final. E depois de terem ido embora, todos dirão a respeito deles: “E viveram felizes para sempre”.
Por: Samuel Costa
quarta-feira, maio 9
Casamento é para perdedores // Kelly Flanagan
Kelly Flanagan
Você pode estar certo, ou você pode estar casado: escolha. Eu não lembro quem me disse isso, mas eu lembro que a pessoa estava brincando apenas em parte. A outra parte, a parte séria, é excepcionalmente importante. Aqui está o porquê.
Muitos terapeutas não gostam muito de aconselhamento matrimonial. É complicado, bagunçado e normalmente se perde o controle rapidamente. No pior dos casos, o conselheiro tem visão privilegiada para uma briga agendada semanalmente. Mas eu adoro esse tipo de terapia. Por que? Talvez eu goste desse trabalho porque mantenho um simples princípio em mente: para um casamento funcionar, ele precisa ser uma disputa para ver qual cônjuge vai perder mais, precisa ser uma corrida para quem chega ao fundo primeiro.
Quando se trata de ganhar e perder, eu entendo que há três tipos de casamento. No primeiro tipo, os cônjuges estão brigando para vencer, e esse costuma ser um duelo até a morte. Maridos e esposas se armam com um arsenal que varia de punhos a palavras e silêncio. Esses são casamentos destrutivos. Cônjuges se destroem e, no processo, destroem seus filhos também. Esse tipo de casamento é responsável pela maior parte dos 50% dos casamentos que fracassam. O segundo tipo de casamento também é marcado por vitórias e derrotas, mas os papéis são definidos, e o perdedor é sempre o mesmo cônjuge. Esses são os casamentos realmente abusivos, aqueles em que um cônjuge domina, o outro se submete e, no processo, ambos são vão perdendo sua dignidade. Esses são os casamentos dos viciados e dos facilitadores, dos tiranos e dos escravos, e talvez seja o tipo mais infeliz de todos.
Mas há um terceiro tipo de casamento. Esse terceiro tipo não é perfeito, nem de longe. Mas uma decisão é tomada, duas pessoas decidem se amar até o limite, e se sacrificarem pela coisa mais importante: o outro. Nesses casamentos, perder se torna o estilo de vida, uma competição para ver quem ouve, cuida, serve, perdoa e aceita mais o outro. O casamento se torna uma competição para ver quem muda mais, de forma que busque cuidar do outro cada vez melhor, para ver quem abre mais mão de si mesmo para elevar a dignidade e as forças do outro. Esses casamentos formam pessoas pequenas, humildes, misericordiosas e pacíficas.
E eles são revolucionários, no sentido mais literal da palavra.
Vivemos em uma cultura em que o inimigo é a derrota (menos no Rio de Janeiro, onde os botafoguenses fizeram disso seu estilo de vida). Nós acordamos ouvindo notícias sobre brigas familiares com resultados ruins. Muito ruins. Vamos para o trabalho, onde todo mundo está lutando entre si para agradar o chefe e receber a próxima promoção, ou ficamos em casa, onde a batalha pelas peças de Lego é tão acirrada quanto. Ao fim do dia, vemos os comentaristas da TV, tentando vencer a batalha das ideias, apesar de às vezes se conformarem em apenas ganhar a batalha dos decibéis. Nós lutamos para ter as melhores coisas, as melhores marcas, e quando olhamos um para o outro no fim do dia, nós brigamos, simplesmente porque fomos treinados para isso. E, normalmente, fomos muito bem treinados. Nos piores casos, nós crescemos lutando por nossa sobrevivência, física ou emocional. Mas mesmo nas melhores situações, nos vemos tentando ganhar a batalha pela atenção e aprovação dos nossos pais, a aceitação dos nossos semelhantes e a marca de aprovação do mundo de uma mensagem só: vença. Assim, cultivar um casamento em que perder é a regra comum aos dois se torna um ato radicalmente contra cultural. Sentar para mais uma sessão de aconselhamento matrimonial, para mim, é fomentar essa rebelião.
Como são, então, esses casamentos rebeldes? Ultimamente, quando meu sangue ferve, quando sei que fui mal compreendido e negligenciado, e estou pronto para fazer qualquer coisa para convencer e mostrar o que eu mereço, tento me lembrar de um telefonema que recebi recentemente, da professora de segunda série do meu filho. Ela me ligou um dia, após a aula, para me contar que houve um incidente na aula de educação física. Após uma acirrada disputa atlética, na qual o prêmio era o privilégio de ir embora mais cedo, o time do meu filho perdeu. Os perdedores estavam lá sentados, reclamando e murmurando sobre versões infantis de injustiça, quando os vencedores passaram. Foi aí que o meu filho começou a aplaudir. Ele aplaudiu os meninos vencedores, conforme iam passando por ele, com um olhar de bobo e um sorriso de uma orelha até a outra. Sua professora, surpresa, rapidamente levou os outros do seu time a acompanharem. Assim, um bando de perdedores da segunda série realizaram uma rebelião, dando uma salva de palmas para seus semelhantes vitoriosos, abraçando o que significa ser um perdedor ao fazê-lo. Quando estou amargurado, tento pensar no coração do meu garoto, um coração que perde, mas não deixa de sentir afeição por quem ganha.
No casamento, perder é deixar de tentar consertar tudo no seu parceiro, ouvir sobre suas dores com um coração que sofre junto, não que busca uma solução. É ser mais presente nos momentos difíceis do que nos bons momentos. É descobrir formas de ser humilde e aberto, mesmo quando todo seu ser te diz que você está certo e ela está errada. É fazer o que é certo e bom pelo seu cônjuge, mesmo quando as grandes coisas da vida precisam ser sacrificadas, como o trabalho, um relacionamento ou um ego. É perdoar, pronta, rápida e voluntariamente. É eliminar da sua vida tudo que te impede de cuidar, ajudar e servir, mesmo as coisas que você ama. É buscar a paz ao aceitar os costumes saudáveis, mas irritantes, do seu parceiro porque, se você se lembrar, foram essas coisas que te fizeram se apaixonar no começo. É saber que o seu cônjuge nunca vai te entender completamente, nunca vai te amar incondicionalmente – porque eles também são criaturas caídas como você – e, mesmo assim, amá-los até o fim.
sábado, maio 5
Discipulado para casais // submissão da mulher // a desonra é a ferida do coração masculino...
A desonra é a ferida do coração masculino...
O homem foi colocado por Deus em posição de autoridade, domínio (regência) da criação, e por mais que ele não ocupe essa posição cabe a mulher piedosa (com a caráter de Cristo) trabalhar para colocá-lo nessa posição. O homem por mais passivo que seja não funciona com critica e descrédito, a sua estrutura em Deus não se recebe isso, essa atmosfera não coopera para seu avanço, não o estimula para que ele ocupe sua posição de liderança para com o casamento, a família, a Igreja e a sociedade.
Eu estimulo e desafio as irmãs a seguirem a Palavra nesse quesito e façam seus esposos avançarem, a Palavra é poderosa e Deus será teu ajudador nessa árdua missão.
Honrem o pouco que eles possuem, e essa honra será o combustível para que eles busquem mais em Deus [...] seja no quesito espiritual, emocional ou material; se a esposa não for sábia ela jogará tudo pelo ralo, se seu posicionamento por mais correto que seja não for baseado em docilidade, submissão, honra e reconhecimento, você conseguirá convencer um tatu sobre o que pensas, mas jamais tocará o coração do seu marido.
Sejam sábias!
Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como ao Senhor,
pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador.
Efésios 5:22-23
Do mesmo modo, mulheres, sujeitem-se a seus maridos, a fim de que, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavras, pelo procedimento de sua mulher,
observando a conduta honesta e respeitosa de vocês.
A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas.
Pelo contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus.
Pois era assim que também costumavam adornar-se as santas mulheres do passado, que colocavam a sua esperança em Deus. Elas se sujeitavam a seus maridos,
como Sara, que obedecia a Abraão e lhe chamava senhor. Dela vocês serão filhas, se praticarem o bem e não derem lugar ao medo.
1 Pedro 3:1-6
Anderson
http://www.pr-andersonsilva.blogspot.com.br/
quarta-feira, maio 2
Jen Smidt – Uma esposa excelente é forjada, não encontrada
“Uma mulher excelente, quem a pode achar? Ela é muito mais preciosa do que jóias.”
(Provérbios 31.10)
(Provérbios 31.10)
Eu frequentemente penso que meu marido não encontrou uma esposa excelente. Quando ele me diz que ultimamente tenho falhado com ele, exagerando nas minhas reações e entrando desnecessariamente em crise, eu me sinto desencorajada com minha falta de excelência. Minha impaciência e desrespeito o têm envergonhado em várias situações.
Meu coração prático e direcionado para a performance tenta se consertar fazendo uma lista: Uma esposa excelente cozinha com comida orgânica (não com gorduras saturadas), costura suas próprias roupas (ou pelo menos passa as camisas do marido!), fala apenas palavras transbordantes de graça (e não com sarcasmo) e lê sua Bíblia por horas a fio (tudo bem, minutos?!).
Essa lista traz mais condenação; evidência concreta de que eu não posso ser uma esposa excelente por minhas próprias forças.
FORJADA, NÃO ENCONTRADA
Embora todos essas coisas possam ser sinais de excelência, elas definitivamente não são exigências. Indo para as Escrituras para ser confortada e convencida, eu sou lembrada: Uma excelente esposa é forjada, não encontrada. Nenhum homem sai para encontrar e casar com uma mulher que é uma pura perfeição de esposa. Na verdade, nenhum homem ainda sabe o que é isso!
“É o caráter de Deus, e não o de nossos maridos, que pode ser plena e firmemente confiado. Nossa identidade central deve estar ancorada somente em Cristo.”
Uma mulher piedosa se torna uma esposa excelente à medida que entende que é feita à imagem de Deus, re-feita à imagem de Cristo, e formada ao longo de uma vida de arrependimento e redenção. A excelência não é medida por uma lista de tarefas; é manifestada na vida de uma esposa que conhece a Jesus intimamente.
TRAZENDO VERGONHA
“Uma esposa excelente é a coroa de seu marido, mas aquela que traz vergonha é como podridão nos seus ossos.” (Provérbios 12.4)
Quando eu humildemente e honestamente penso nas vezes em que eu trago vergonha ao meu marido, a sua destruição me traz à realidade. Se eu trago podridão aos ossos dele, então os meus já estão se desintegrando em falta de fé e amargura. Nós trazemos vergonha como esposas quando nós:
1. Nos focamos no pecado do nosso marido;
2. Pensamos que nosso jeito é o melhor, priorizando a nós mesmas sobre ele;
3. Falamos duramente a ele ou pejorativamente sobre ele com outra pessoa;
4. Negamos benção, oração, sexo ou algum tipo de encorajamento em uma tentativa de punir, manipular, ou “passar uma mensagem”;
A esposa que traz vergonha ao seu marido é a filha que não conhece e confia verdadeiramente no seu Pai Celestial.
Se a identidade da esposa está centrada ao redor do seu homem, ela com certeza lhe dará vergonha quando ele lhe desapontar – o que ele inevitavelmente fará. É o caráter de Deus, e não o de nossos maridos, que pode ser completamente e firmemente confiado. Nossa identidade central deve estar ancorada em Cristo apenas.
sexta-feira, abril 20
Provérbios de um discípulo // 64 //
O melhor sermão de um pregador é a sua própria vida...
Macho e fêmea dizem respeito a quem somos sexualmente. Homem e mulher dizem respeito a quem somos no propósito real da vida.
Podemos definir a identidade de um macho pelo muito uso do pênis [...] por mais que ele não saiba de fato usá-lo na satisfação sexual de uma mulher...podemos compreender a identidade de um homem pela postura, e pela responsabilidade que assume mediante a vida, a mulher, a família, os valores, o trabalho e a si próprio como agente formador da sociedade.
O amor não senti, o amor não faz ,O amor simplesmente é.Por isso Deus é Amor !
Gostamos muito de falar sobre o amor, o perdão e a graça de Deus [...] mas tem momentos que esquecemos disso ao ponto de acharmos que não existe amor em Deus para um pedófilo, um estuprador, uma mãe que abortou seu filho ou para um Edir macedo [...] se Jesus foi capaz de perdoar seus próprios algozes, executores, zombadores e traidores - todos os outros serão fichinha quando em arrependimento se prostrarem diante do novo nascimento em sua Escandalosa CRUZ...
O sorriso é uma dádiva dos céus...
Sorria!
A cada dia que passa amo mais a Deus, pelo fato de ter aberto meus olhos e ter gerado uma vida em mim, e isso me dar capacidade para que eu o veja em todos os lugares, em todas as pessoas, que o veja em mim, que o veja em lugares inusitados, que o veja em um sorriso, em um abraço, em um pedido de perdão, que o veja no amor, na arte, na música, que o veja ao nascer do sol, e essa vida humanamente divina me fazer chorar quando vejo a lua governar a noite, e as infinitas estrelas pequenas para nós, gigantes de fato [...] são conhecidas pelo nome por esse Deus que governa e ama a sua criação e quer devolve-la graça, beleza e vida...
A maravilhosa graça de Deus é nos fazer humanos novamente, humanos de verdade, humanos Nele...
O que importa não é nossa capacidade, mas nossa revelação sobre a pessoa de Jesus [...] é isso que determina e fundamenta a construção de quem somos, e de quem seremos...
O amor de Deus é poder que regenera a condição humana, Pedro que o diga...
Nossa salvação só é real quando pessoas são salvas através dela...
prosperamos espiritualmente, emocionalmente e materialmente?
O que está sendo feito por outros através dessa prosperidade?
Se o propósito do Rei é eterno, porque o nosso é temporal?
Todo ser humano tem a necessidade de ser chamado de filho...
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