quinta-feira, julho 4
terça-feira, abril 30
O sexo é o conjunto e não só a penetração
A religiosidade pintou o sexo com as cores do inferno, onde muitos o tem como mera obrigação, necessidade ou ato de procriação. Esse vírus mata relacionamentos através dos anos, casais perdem toda a vitalidade que possuíam no namoro. O tempo deveria ser aliado de um casal que se conhece, quanto mais passasse o tempo, mais plena e integral deveria ser a relação. O fato de uma mulher poder ter 10 orgasmos seguidos (...) deixa claro que o ato sexual vai além de nossos tabus religiosos.
O casamento pode ser construído como um altar (...), e o sexo celebrado como uma oferta. O sexo pode ser celebrado sem taras, necessidades ou obrigação, ele pode ser pleno em amor e beleza.
Anderson
quarta-feira, abril 17
Pais e Filhos
O Evangelho é poder para salvar. Não existe má notícia que subjuge o poder das boas novas de Jesus. Não existe Pai que não possa ser alcançado, não existe Filho que não possa retornar a casa do Pai. Só precisamos em Deus encontrar o mapa.
Filhos, obedeçam a seus pais em tudo, pois isso agrada ao Senhor.
Pais, não irritem seus filhos, para que eles não se desanimem. Colossenses 3:20-21
Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo.
"Honra teu pai e tua mãe", este é o primeiro mandamento com promessa:
"para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra". Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor. Efésios 6.1
Anderson
Não queira colher o casamento que você não plantou
O comportamento do seu cônjuge será a reação do que tens sido em submissão ao Senhor. Não espere que sua colheita seja diferente das sementes que você tem plantado.
Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como convém a quem está no Senhor.
Maridos, amem suas mulheres e não as tratem com amargura. Colossenses 3:18-19
Do mesmo modo vocês, maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça da vida, de forma que não sejam interrompidas as suas orações. 1 Pedro 3:7
Do mesmo modo, mulheres, sujeitem-se a seus maridos, a fim de que, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavras, pelo procedimento de sua mulher, observando a conduta honesta e respeitosa de vocês.
A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas.
Pelo contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus.
1 Pedro 3:1-4
Semelhantemente, ensine as mulheres mais velhas a serem reverentes na sua maneira de viver, a não serem caluniadoras nem escravizadas a muito vinho, mas a serem capazes de ensinar o que é bom.
Assim, poderão orientar as mulheres mais jovens a amarem seus maridos e seus filhos, a serem prudentes e puras, a estarem ocupadas em casa, e a serem bondosas e sujeitas a seus próprios maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja difamada. Da mesma maneira, encoraje os jovens a serem prudentes. Tito 2:3-6
Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos.
Maridos, amem suas mulheres, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, e apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.
Da mesma forma, os maridos devem amar as suas mulheres como a seus próprios corpos. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo.
Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja, pois somos membros do seu corpo. Efésios 5:22-30
Anderson
Não queira colher a família que você não plantou
Infelizmente, o lar é o mais hostil dos campos missionários. O alcance ao nossos amados só é possível se formos para eles uma extensão efetiva em vida e silêncio (...) da pessoa de Jesus. Por saber quem de fato somos, a recusa ao "nosso evangelho" é dura e direta. Só conseguimos quebrar a resistência através da imersão na vida de Jesus.
No lar, as palavras não possuem tanto poder, a vida fala mais alto, não existe lugar para dublê. Ou temos Jesus em vida, ou não temos nada. O Evangelho é visto como tese e não como caminho.
- Simeão de Cirene é o grande exemplo, um bom exemplo -
- Encontro com o Senhor
Certo homem de Cirene, chamado Simão, pai de Alexandre e de Rufo, passava por ali, chegando do campo. Eles o forçaram a carregar a cruz. Marcos 15:21
- Chamado pelo Senhor
Na igreja de Antioquia havia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo. Atos 13:1
- Legado no Senhor
Saúdem Rufo, eleito no Senhor, e sua mãe, que tem sido mãe também para mim. Romanos 16:13
Anderson
Provérbios de um discípulo - 106 -
Viver a fé em Jesus do "nosso jeito" {...} é praticar incredulidade e desobediência do "jeito de satanás". Jesus Cristo é Senhor e Rei.
Sem o impacto transformador nas estruturas sociais, a plantação da uma Igreja é vista com menos alegria que a abertura de um bar.
A missão da Igreja não é plantar Igrejas.
- Plantamos muitas Igrejas, geramos pouca Transformação -
Nossos pensamentos irão se transformar em sentimentos, nossos sentimentos se transformarão em palavras, nossas palavras serão movimento, vida. Então, pense certo.
Tudo aquilo que Deus não nos direciona a fazer é ídolo. É fácil discernir, só precisamos observar a forma com a qual nos relacionamos com isso (...) e com a ameaça de perde-lo.
Infelizmente, o lar é o mais hostil dos campos missionários.
Infelizmente, o lar é o mais hostil dos campos missionários (...) Onde a vida possui mais poder que as "palavras". Nos campos extra-locais é mais fácil lidar com ouvintes desconhecidos, onde nossas "palavras" não são confrontadas com nossa vida.
Prosperidade não é aquilo que recebemos (...), mas aquilo que Deus realiza através de nós. Prestaremos conta de tudo que recebemos, pois Deus nada concede em desconexão com sua missão. Os recursos de Deus são missionários, possuem propósito definido
Como Igreja, nossa missão não é falar, é falar a "Vida" que recebemos, na "Verdade" que aplicamos, no "Caminho" que caminhamos. Jesus não é tese, doutrina ou ideal.
A oração não alcançará o que a obediência não tenha lançado o fundamento.
Eu não acredito na "Teologia da prosperidade", acredito na "Prosperidade de Deus". A "Teologia da prosperidade" é egocêntrica, diz respeito ao indivíduo, a "Prosperidade de Deus" é missionária, recebe com responsabilidade e propósito.
- O poder de resistir as trevas só é concedido aos que sujeitam-se a Deus -
Onde existe desobediência a Deus, há acesso livre as trevas em nossa vida. A luta não é contra as trevas, é contra nós mesmos, não é para vencermos o mal, mas para perdermos para nós mesmos ao nos submetermos a Deus, sendo gerados Naquele que já trinfou sobre todos.
- As trevas recuam onde existe obediência a Deus -
Uma oração sobre uma área especifica de nossa vida só surtirá efeito se estivermos em obediência as Escrituras naquela mesma área. Nenhuma oração burlará a necessidade de submissão ao que Deus já disse.
A vitória sobre o pecado só é possível aos que perderam para Deus. 1 João 3:6
Não colheremos o que a obediência não plantou. Jeremias 1:12
Anderson
terça-feira, novembro 27
Provérbios de um discípulo ::: 94
Como Igreja temos que resgatar a essência de nossa missão... caso contrário, fica mais evidente nossa irrelevância para com a geração atual, a qual não consegue ser convencida por meio de palavras. Ou a Igreja é uma pessoa que se move compassivamente e de uma forma poderosa sobre a terra, revelando o amor do Pai por intermédio da vida do Filho, ou nossas estruturas aos poucos se tornam em museus e um lugar frequentado por nossos avós.
Está em matrimônio é não ter vida própria. 1+1=1, o divórcio só é uma opção onde existe caminhos distintos, onde existem dois que desejam ser satisfeitos sem a responsabilidade em ser a satisfação do outro.
A prosperidade de Deus é missionária...
A teologia da prosperidade diz que "não ter" é uma questão de fé. Enquanto isso investimos os recursos do Reino na compra de um carro importado para um "líder espiritual/pastor", de modo que irmãos passam fome e necessidade dentro de nossas comunidades de fé... também concordo que "não ter" é um problema de fé, não dos que estão privados, mas de quem tem a capacidade de alienar-se das necessidades básicas de quem chamamos de "irmãos".
A responsabilidade da "Mordomia Cristã" irá separar ovelhas de bodes. (Mateus 25.14-46). As ovelhas ouviram a voz do pastor, os discípulos revelaram o que o Mestre ensinou, os bodes tinham caracteristicas de ovelhas, aparência de discípulos, detinham a herança e o comissionamento, mas viveram para si mesmos.
2 Coríntios 5:20 / 2 Coríntios 5:15
Está em matrimônio é não ter vida própria. 1+1=1, assumir essa realidade é ser plenamente satisfeito em viver com o outro até que a morte nos separe. Experimentamos a felicidade ao entender que ela só é possível ao fazermos o outro feliz.
Está em matrimônio é não ter vida própria. 1+1=1, o divórcio só é uma opção onde existe caminhos distintos, onde existem dois que desejam ser satisfeitos sem a responsabilidade em ser a satisfação do outro.
A prosperidade de Deus é missionária...
A teologia da prosperidade diz que "não ter" é uma questão de fé. Enquanto isso investimos os recursos do Reino na compra de um carro importado para um "líder espiritual/pastor", de modo que irmãos passam fome e necessidade dentro de nossas comunidades de fé... também concordo que "não ter" é um problema de fé, não dos que estão privados, mas de quem tem a capacidade de alienar-se das necessidades básicas de quem chamamos de "irmãos".
A responsabilidade da "Mordomia Cristã" irá separar ovelhas de bodes. (Mateus 25.14-46). As ovelhas ouviram a voz do pastor, os discípulos revelaram o que o Mestre ensinou, os bodes tinham caracteristicas de ovelhas, aparência de discípulos, detinham a herança e o comissionamento, mas viveram para si mesmos.
2 Coríntios 5:20 / 2 Coríntios 5:15
Está em matrimônio é não ter vida própria. 1+1=1, assumir essa realidade é ser plenamente satisfeito em viver com o outro até que a morte nos separe. Experimentamos a felicidade ao entender que ela só é possível ao fazermos o outro feliz.
Anderson
domingo, novembro 25
Reflexões sobre casamento e divórcio ::: Anderson
Não existe a opção do divórcio para quem não ama a si mesmo...
O nível de união e intimidade que Deus nos propõe através do casamento, está acima de qualquer outro tipo de relacionamento. Nem com nossa mãe somos uma só carne, se discordas case-se com sua mãe.
Afirmamos que o amor é só de mãe porque não entramos em uma relacionamento para amarmos de uma forma única, fiel e sacrificial, entramos com reservas, entramos pensando no dia que sairemos desse barco quando nossos interesses não forem satisfeitos.
Se você não está pronto para amar seu cônjuge acima de todas as outras pessoas da sua vida, não é de se espantar nunca teres provado o que de fato significa um matrimônio e também deixa claro a razão de um divórcio.
Casamento não é para quem encontra a pessoa certa, mas para quem é a pessoa certa através da construção realizada em Cristo... Casamento não é uma questão de vontade ou necessidade, é assumir responsabilidades, é está em processo intencional de amadurecimento, é entender que a partir do matrimônio duas pessoas formam um só destino.
Só existe divórcio quando existe desobediência ao mandamento que levam dois a tornarem-se um através do amor que não se fundamenta nos próprios interesses.
O divórcio só é uma realidade onde existem dois indivíduos que habitam no mesmo lugar, mas que possuem corações divergidos. A força que nos impõe a separação é o fato de nunca ter existido a unidade, mesmo depois de casados continuaram sendo dois em tudo, cada um focado em seu próprio mundo; quanto à ordenança de Deus para o matrimônio é que na benção Dele reside o poder que funde dois corações em uma só existência justamente por serem diferentes, a unidade é real através de partes distintas, não existe unidade na igualdade.
O pecado do divórcio é a desobediência ao primeiro mandamento para o casamento: E os dois serão uma só pessoa... Gênesis 2.24, a separação revela que nunca houve de fato a união, uma vida, a fusão de dois corações que formou um, houve apenas um contrato que será anulado.
É fácil ter um casamento de sucesso: Ame seu cônjuge acima de todas as outras pessoas da sua vida, acima dos seus filhos, acima dos seus pais, acima dos seus amigos, acima de você mesmo... ao ponto de se vê nele, nisso se dá o que a palavra diz sobre ser uma só pessoa, uma só carne, um só corpo.
Casamento não é para quem deseja ser feliz, mas para quem quer fazer alguém feliz; nisto reside a felicidade de quem de fato ama.
O nível de união e intimidade que Deus nos propõe através do casamento, está acima de qualquer outro tipo de relacionamento. Nem com nossa mãe somos uma só carne.
Homem, empodere a opinião de sua esposa e usufruirás da verdadeira autoridade [...] que não é imposta, mas conquistada. Conceda a ela o direito de dizer-lhe que não és tudo que pensas ser, e seja humilde para reconhecer a necessidade de mudança e amadurecimento; só assim terás o usufruto da plenitude matrimonial.
Não consigo viver sem mim mesmo, eis o motivo pelo qual o casamento pela ótica de Deus não pode chegar ao divórcio [...], ou nunca experimentei a realidade de me tornar uma só pessoa com minha esposa.
O peso do divórcio não é ele em si mesmo, mas o fato de não ter amado de tal forma ao ponto de “tornarem-se um” [...], pois não se pode divorciar de si mesmo. O divórcio mostra que nunca existiram os dois que se tornaram um, mostra apenas os dois que continuaram centrados em si mesmos, e por isso nunca construíram um lar, uma unidade que revela o amor análogo entre Jesus e a Igreja.
A força de uma família não está em uma casa, está em um lar.
Anderson
Casamento não é para quem encontra a pessoa certa ::: Anderson Silva
Casamento não é para quem encontra a pessoa certa, mas para quem é a pessoa certa através da construção realizada em Cristo... Casamento não é uma questão de vontade ou necessidade, é assumir responsabilidades, é está em processo intencional de amadurecimento, é entender que a partir do matrimônio duas pessoas formam um só destino. Anderson
segunda-feira, outubro 8
Dizer "eu te amo" até ursinho de r$ 1,99 diz ::: Anderson
Se de fato amassémos a pessoa com a qual nos propomos um relacionamento
(...) porque já nos encontramos em outro?...
Um relacionamento não se confirma pela igualdade, mas pelas diferenças que se complementam formando um "todo" em equilíbrio; desistir é deixar claro que nunca amamos o outro, mas a nós mesmos e o que o outro poderia nos oferecer.
A maturidade de um relacionamento não se dá pela falta de conflitos, mas através da forma com que lidamos e saimos deles em aliança, em cumplicidade, em verdade, em amor.
Relacionar-se não é encontrar o outro pronto, é construir-se mutuamente!
O amor ::: Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:7
Um relacionamento não se confirma pela igualdade, mas pelas diferenças que se complementam formando um "todo" em equilíbrio; desistir é deixar claro que nunca amamos o outro, mas a nós mesmos e o que o outro poderia nos oferecer.
A maturidade de um relacionamento não se dá pela falta de conflitos, mas através da forma com que lidamos e saimos deles em aliança, em cumplicidade, em verdade, em amor.
Relacionar-se não é encontrar o outro pronto, é construir-se mutuamente!
O amor ::: Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:7
Anderson
terça-feira, setembro 25
sexta-feira, agosto 24
Evangelização vs Edificação // Só existem perdidos porque alguém se perdeu // Anderson
///// Precisamos entender que existem irmãos que buscam os perdidos, mas que precisamos de mais irmãos que evitem que pessoas se percam, pois os que se perdem saem de algum lugar, e esse lugar pode ser sua própria casa [...] nós podemos está evangelizando alguém que está saturado do que ouviu e frustrado por algo que nunca viu em nós, então não pense
que a evangelização é maior que a edificação dos que já congregam como irmãos na fé.
Precisamos entender que os perdidos não brotam do solo, eles se originam de algum lugar; baseados nisto temos que entender que a missão baseia-se em quem somos e não no que fazemos, e gosto de chamar essa realidade de "IDE ao inverso" através de nós Deus irá curar as bases do sociedade através de indivíduos que são proclamadores e luz primeiramente em seus lares, evitando assim que aqueles aos quais evangelizamos não sejam os que concluem os versículos expostos, mas sejam leigos que nunca tiveram contato com Jesus através de um Cristão. A triste realidade é que as pessoas que denominamos como "perdidas" são pessoas saturadas do que temos a falar sobre a Fé em Jesus e totalmente frustradas por aquilo que não conseguiram ver na vida dos que dizem caminhar com Jesus.
Jesus veio proclamar as boas novas do Reino aos perdidos, mas depois que os acha exerce seu ministério com destreza para que nenhum dos que o Pai deu se perca.
Se a mentalidade do IDE for maior que a realidade da Igreja, que é a única madre de edificação e aperfeiçoamento dos discípulos... vejas se não estás trabalhando em vão, "salvando" aqueles que um dia irão se perder por falta de edificação, amadurecimento e plenitude.
Ele, porém, lhes disse: Também é necessário que eu anuncie a outras cidades o evangelho do reino de Deus; porque para isso fui enviado.
Lucas 4.43
Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu
João 17:12
sexta-feira, junho 22
Sexo no casamento // Joel R. Beeke
O casamento íntimo
O casamento íntimo
Dr. R. C. Sproul ensinou uma série e escreveu um livro sobre o casamento. Nesses recursos, Dr. Sproul passa por algumas das coisas mais difíceis que os casais lidam todo dia: falta de comunicação, sexo, papeis, divórcio, raiva, e mais. Ele compartilha o que a Bíblia diz sobre cada um, assim como as lições que aprendeu com o seu próprio casamento de quarenta anos.*
A visão puritana do sexo no casamento
Existem muitas caricaturas e desentendimentos quando se trata de como os Cristãos através dos tempos viram o sexo no casamento. No livro do Dr. Joel R. Beeke, Vivendo para a Glória de Deus: Uma introdução à fé reformada, ele dedica um capítulo para o casamento, no qual ele discute a visão puritana:
O amor conjugal deve ser sexual, logo ambos os parceiros conjugais podem se dar inteiramente para o outro com alegria e exuberância em um relacinamento saudável marcado por fidelidade. Reformadores como Martinho Lutero, Ulrich Zwinglio, e João Calvino estabeleceram este aspecto do casamento ao abandonar as atitudes medievais Católicas Romanas de que o casamento era inferior ao celibato, que todo contato sexual entre parceiros conjugais era um mal necessário para propagar a raça humana, e que um ato procriador que envolvia paixão era inerentemente pecado.
Essa visão negativa estava enraizada na igreja antiga e baseada nos escritos dos notáveis Tertuliano, Ambrósio e Jerônimo. Todos acreditavam que, mesmo dentro do casamento, relação sexual necessariamente envolvia pecado.45 Essa atitude voltada para a intimidade no casamento, que dominou a igreja por mais de dez séculos, inevitavelmente levou à glorificação da virgindade e do celibato. Por volta do século XV, clérigos foram proibidos de casar.46 Duas classes de cristãos surgiram: o “religioso” (ou seja, o clero espiritual), que incluía monges e freiras que prometeram abster-se de toda atividade sexual, e o “profano” (ou seja, leigos seculares), que, proibidos de se levantarem para os níveis nobres de virgindade e celibato, foram concedidos o direito de casar.
Pregadores puritanos ensinaram que a visão Católica Romana era anti-bíblica, até satânica. Eles citavam Paulo, que disse que a proibição do casamento é doutrina de demônios (1 Tm. 4.1-3). Até as definições puritanas de casamento implicavam o ato conjugal. Por exemplo, Perkins define casamento como “o conjunto legal de duas pessoas casadas; isto é, um homem e uma mulher em uma só carne.”47 Em contraste com Desidério Erasmo, que ensinou que o casamento ideal se abstinha da relação sexual, Cotton disse em um sermão de casamento que aqueles que requiseram abstinência no casamento seguem os ditados de uma mente cega e não aqueles do Espírito Santo, que diz que não é bom que o homem esteja sozinho.48
Os puritanos viam o sexo dentro do casamento como um dom de deus e como essencial e agradável parte do casamento. Gouge diz que maridos e esposas devem coabitar “com boa vontade e com alegria, de bom grado, prontamente e alegremente.”49 “Erra,” adiciona Perkins, “quem sustenta que a união secreta do homem com a mulher não pode ser sem pecado a menos que seja feito para a procriação de filhos.”50
Perkins continua a dizer que o sexo no casamento é uma “dívida devida” ou “benevolência devida” (1 Co 7.3) que o casal deve ao outro. Isso deve ser mostrado, ele diz, “com uma singular e inteira afeição de um para o outro” de três maneiras: “Primeiro, pelo correto e legal uso dos seus corpos ou do leito matrimonial.” Tal intimidade física por “uso santo” deve ser “uma santa e imaculada ação (Hb 13.4) … santificada pela palavra e oração (1 Tm 4.3-4). “Os frutos de honra a Deus, sexo agradável no casamento são a benção dos filhos, a preservação do corpo na limpeza ou inocência”, e o reflexo do casamento como um tipo da relação Cristo-igreja. Segundo, casais casados devem “valorizar um ao outro” intimamente (Ef 5.29) ao invés de ter sexo de um jeito impessoal como um adúltero com uma prostituta. Terceiro, um casal deve ser íntimos “por um tipo santo de alegria e se confortarem cada um com [o] outro em uma declaração mútua dos signos e sinais do amor e bondade (Pv 5.18-19; Ct 1.1; Gn 26.8; Is 62.7).” Nesse contexto, Perkins particularmente menciona beijar. 51
Outros puritanos enfatizaram o lado romântico do casamento quando comparam o amor do marido ao amor de Deus por Ele mesmo. Thomas Hooker escreve, “O homem cujo coração está cativo à mulher que ama, sonha com ela toda noite, tem ela em seu olhar e apreensão quando acorda, medita nela quando senta à mesa, anda com ela quando viaja e conversa com ela em cada lugar onde vai.”52 Ele acrescenta: “Ela se reclina no peito dele, cujo coração confia nela; e isso leva todos a confessarem a torrente de afeição dele, como um rio impetuoso, corre a toda força, transbordante.”53
sábado, junho 2
sexta-feira, junho 1
Uma geração de homens criados pelas mães
“Somos uma geração de homens criados por mulheres. Fico imaginando se outra mulher é mesmo a resposta que precisamos.”
Esse comentário, feito por Tyler Durden no filme Clube da luta, é uma das falas mais memoráveis do filme e frequentemente é repetida e discutida. Seu poder de impacto deve-se seguramente ao modo como ressoou em muitos homens – como isso resumiu de forma muito sucinta sua experiência de vida.
Frutos de pais divorciados, mães solteiras ou pais que passavam mais tempo no trabalho do que em casa, esses homens não tiveram um exemplo vital de masculinidade enquanto cresciam. Muitas vezes, não apenas seus pais não estavam por perto como também faltaram mentores masculinos em outras áreas da vida. São homens que entendem muito bem o lamento de O Fauno de Mármore, de Nathaniel Hawthorne:
“Entre um homem e outro sempre há um abismo intransponível. Eles nunca conseguem estender completamente a mão um ao outro; por isso um homem nunca recebe qualquer ajuda íntima, qualquer amparo cordial, de seu irmão, mas de mulheres: sua mãe, sua irmã ou sua esposa.”
"Você sumiu esses anos todos e não me ensinou as manhas da força" (Luke Skywalker)
Sem mentores homens, muitos dessa geração se veem desorientados, incertos de como lidar com uma indescritível, porém intensa, carência em suas vidas.
Como chegamos ao ponto em que é possível, como Edward Abbey colocou,
“seguir da infância à velhice sem nunca conhecer a masculinidade?”
Há três instituições sociais básicas que historicamente têm servido para transformar meninos em homens: família, religião e educação. Contudo, a influência masculina nessas instituições diminuiu muito ao longo do século passado. Vejamos cada uma delas mais de perto.
A família
Durante o período pré-industrial, a casa de um homem também era o seu local de trabalho. Para o camponês e o artesão, o “dia de trazer o filho para o escritório” era todo dia. Pai e filho trabalhavam lado a lado do nascer ao pôr do sol. Os pais ensinavam pelo exemplo, não apenas inserindo seus filhos no ofício, mas transmitindo aos poucos lições sobre trabalho árduo e virtude.
Essa relação foi quebrada pela Revolução Industrial, uma vez que os pais foram forçados a abandonar as terras e as oficinas para ocupar um lugar na linha de montagem. Uma nítida fronteira foi traçada entre a casa e o local de trabalho. Os pais saíam de manhã e só voltavam dez, doze horas depois.
O resultado dessa mudança econômica foi a ideia de que a casa se tornara a esfera da mulher, um refúgio feminino do rude e sujo domínio profissional e político, o tal “mundo dos homens”. As crianças passavam o tempo todo com suas mães e cabia a elas, verdadeiros repositórios de virtude e moralidade, transformar seus meninos em pequenos cavalheiros.
"Eu sou rebelde sim. Agora vamos que eu tenho que te deixar em casa antes das 18hs"
O ideal (que sempre foi mais ideal do que real) da mãe em casa e do pai no trabalho persistiu até os anos 1950. Ainda é um padrão romântico ao qual muitos gostariam de retornar, ignorando o fato de que aquele cenário mantinha o pai longe de seus filhos a maior parte do dia, privando-os de sua orientação e criando uma cultura em que o papel de pai era considerado subordinado ao da mãe.
Entretanto, ao menos naquela época, o pai estava por perto. A taxa de divórcios começou a subir a partir da metade do século e chegou ao auge por volta de 1980, quando vários estados legalizaram o divórcio sem culpa. O judiciário, como funciona até hoje, tipicamente favorecia a mãe na concessão da guarda.
Se antes os filhos não viam seus pais enquanto eles estavam no trabalho, agora eles só os viam nos fins de semana ou nos feriados. E é claro, muitos pais voluntariamente fugiram da responsabilidade para com seus filhos; o percentual de famílias monoparentais (das quais 84% chefiadas por mulheres) dobrou desde 1970 nos Estados Unidos.
Educação
Até meados do século XIX, a ampla maioria de educadores era composta por homens. O magistério não era considerado uma carreira a seguir pela vida toda, mas foi bastante exercido por homens jovens durante os períodos de baixa no campo ou enquanto estudavam para se tornar advogados ou religiosos. As crianças eram consideradas naturalmente pecadoras e propensas à rebeldia; portanto, precisavam de uma forte presença masculina para mantê-las na linha.
Boxe: Mantendo a molecada na linha desde 1850
À medida que algumas denominações cristãs se tornaram mais liberais, a ênfase no pecado das crianças foi substituída pelo foco na necessidade de elas serem cuidadosamente educadas dentro da moralidade, uma tarefa que, acreditava-se, seria mais adequada ao sexo frágil.
Ao mesmo tempo, as mulheres estavam se casando e tendo filhos mais tarde, o que lhes dava mais tempo para lecionar antes de constituir família. O resultado foi uma completa inversão de gênero no cenário da profissão de educador.
Em 1870, as mulheres somavam 2/3 dos professores, 3/4 em 1900 e 4/5 em 1910. Como consequência, os meninos passavam uma parte significativa do dia na escola, mas sem a influência e o exemplo de uma figura masculina.
Religião
A terceira instituição que historicamente transformava meninos em homens é a religião. Durante o século passado, para a maioria dos norte-americanos, essa religião foi o cristianismo. No entanto, se a casa havia se tornado um lugar completamente feminilizado, a igreja estava longe de ser um refúgio da masculinidade.
Mulheres costumam ser mais afeitas à religiosidade do que homens – e isso se mostra verdadeiro independentemente da época, do lugar ou da fé. Isso significa que elas têm sido historicamente mais propensas a participar dos cultos e à participação ativa numa congregação. Os pastores cristãos, de forma consciente ou não, naturalmente adequaram seu estilo e programas ao seu público principal. O Jesus que os homens encontravam nos bancos das igrejas tornara-se uma alma delicada e abatida caminhando por Jerusalém afagando a cabeça das crianças, falando sobre as flores e chorando.
A investida contra essa feminização do cristianismo começou mais ou menos na virada século XX. Chamado de “Cristianismo Muscular”, seus defensores associaram um corpo forte a uma fé forte e procuraram apresentar um evangelho viril e vigoroso.
Link YouTube | É um padre machão que vocês querem? Que tal esse?
O líder mais evidente e popular desse movimento foi o pregador evangélico Billy Sunday. Ele foi jogador profissional de baseball antes de se converter ao cristianismo e decidir se dedicar a difundir a fé. A pregação de Sunday era carismática e corporal; salpicava seus sermões com referências esportivas, corria de um lado pro outro, se jogava do púlpito como se estivesse deslizando até uma base de baseball, arrebentava cadeiras para transmitir sua mensagem.
Sacudido pela diferença entre a pregação de Sunday e o estilo mais “afeminado” típico da época, um jornalista descreveu:
“Ele tem postura de homem dentro e fora do púlpito. Fala como homem. Trabalha como homem… Ele é viril com Deus e com todos que vêm ouvi-lo. Não importa o quanto você discorde dele, ele te trata sempre de um jeito másculo. Ele não é uma farsa, mas um homem viril dando a todos um tratamento justo”.
Sunday apresentava Jesus como um Salvador viril, masculino; ele foi “o maior brigão da História”. Era um Messias forte, um artesão com mãos calejadas de carpinteiro, um homem que afugentou furiosamente os comerciantes do templo e corajosamente enfrentou uma dolorosa execução. A fé não era para os delicados e preguiçosos. Sunday acreditava que um homem cristão não deveria ser
“um projeto de pano de chão, um fracote, uma espécie de bobo afeminado, que deixasse todo mundo fazer capacho dele. O mais viril dos homens será aquele que aceitar a Jesus Cristo. … Que Deus nos livre de um Cristianismo flácido, de joelhos fracos e pele fina, sem coragem, afeminado”.
Link YouTube | Billy Sunday pregando. Pelo menos ninguém pode dizer que ele não era um homem impetuoso
Baseando-se no princípio de que “o evangelho viril de Cristo deveria ser ensinado de homem pra homem”, em 1911 Sunday iniciou o “Movimento Progressista Masculino e Religioso”. Longos avivamentos semanais apenas para homens eram ministrados com grande sucesso; a presença masculina na igreja teve um aumento gritante de 800%.
Apesar disso, Sunday não resolveu o problema de fazer os homens adquirirem o hábito de ir à igreja. Com o surgimento de novas formas de entretenimento, a popularidade de Sunday, e dos avivamentos em geral, foram se extinguindo e o desequilíbrio de gêneros na religião continuou completamente inalterado.
O atual estado das coisas
Com pais ausentes na criação, escolas povoadas por professoras e igrejas lutando para se comunicar com os homens, muitos da atual geração podem sentir, e com razão, que foram “criados por mulheres”. Como ficam esses homens? Como fica o futuro da masculinidade?
É realmente uma bagunça. Muitas coisas permanecem abaixo do ideal, mas também há espaço para um justificado otimismo.
O desequilíbrio de gêneros nas igrejas tem aumentado e a cultura cristã continua excessivamente feminilizada. Em 1952, a proporção entre mulheres e homens praticantes era de 53/47; agora é de 61/39. As igrejas continuam tentando arrebanhar os homens, com estratégias que vão desde o sincero e atencioso (Fraternidade dos Homens), ao explicitamente ridículo (Domingo de Futebol – vista a camisa do seu time favorito e faça a ola!).
Os números também não se mostram muito otimistas quando se fala de educação. Nos últimos trinta anos, o percentual de professores homens nas escolas primárias caiu levemente, de 17% para 14-9% (dependendo da fonte). O número é ainda mais baixo em creches e pré-escolas: somente 2% são homens.
Eis uma espécie quase em extinção, acuado e perdido: O professor
Embora os professores possam ser encontrados em maior número nas escolas secundárias, também houve um declínio; de 50% em 1980 para algo em torno de 40% atualmente. Com os meninos ficando atrás das meninas em rendimento acadêmico, alguns especialistas em educação têm tentado ativamente convocar mais homens para a profissão.
Apesar dos contínuos problemas na esfera familiar e de suas preocupantes consequências (uma em cada três crianças americanas crescerão num lar em que os pais são divorciados, separados ou nunca se casaram), há razões para ser otimista em relação a esta instituição vital, bem como ao papel do homem.
Apesar de muitos acharem que a taxa de divórcios está crescendo, na verdade ela vem caindo ao longo das três últimas décadas e atualmente está no patamar mais baixo em trinta anos. Entre os casais com ensino superior, essa taxa é de apenas 11%.
Também tenho esperanças em relação ao futuro por causa das admiráveis maravilhas da tecnologia. Acho que nossos modernos avanços permitirão a um número cada vez maior de homens trabalhar, pelo menos parte do tempo, em casa. Creio que isso resultará num novo arquétipo de masculinidade: o Artesão Heroico 2.0.
Embora seja fácil se sentir nostálgico pelos anos 1950, estou feliz por ser pai hoje. Eu não trabalho dez horas por dia num emprego que eu odeio, venho para casa, brinco com meus filhos uns poucos minutos e então abro uma cerveja em frente à televisão. Meu pai viajava muito e nunca trocou uma fralda. Ele foi um grande pai, mas estou amando ter um papel mais mão-na-massa com o nosso novo hóspede.
Digam o que quiserem sobre o movimento feminista, mas estou feliz por ter sido “liberado” do ideal da Revolução Industrial de ser o provedor ausente. Se há uma diferença que eu observo entre a geração dos meus pais e a minha, é que a minha valoriza o tempo em detrimento do dinheiro. E não porque sejamos preguiçosos, mas porque não estamos dispostos a trocar o tempo passado com as pessoas que mais amamos por uma aposentadoria tranquila.
* * *
terça-feira, maio 29
5 duras verdades para implantadores de igrejas // Lidere bem sua família
veja a relação das 5 duras verdades para implantadores de igrejas
por Dustin Neeley
Eu estava deitado no chão, empurrando Tomas, a locomotiva [1], em torno de sua pista de madeira e percebi que meu filho de dois anos estava conversando comigo durante os últimos 30 segundos, mas eu não havia escutado uma palavra do que ele tinha dito. Em vez disso, eu estava muito preocupado pensando sobre a igreja — momentos preciosos que foram, para nunca mais voltar. Outros plantadores de igrejas, pastores ou líderes de ministério conseguem se identificar? Eu sabia. Todos nós conhecemos as histórias trágicas de esposas e filhos de pastores e plantadores de igrejas que crescem odiando a igreja. A maior tragédia é que eu acredito que a maioria destas histórias nunca deveria ter sido contada. Em vez disso, as histórias existem porque o líder da casa está falhando em conduzi-la bem.
Três Verdades Desafiadoras
Aqui estão algumas verdades que eu espero que o desafie a liderar fortemente sua família enquanto sendo um plantador de igreja ou pastor:
1. A igreja pode ter outro pastor, mas seus filhos não podem ter outro pai. Gostando ou não, nós só temos uma chance de educar nossos filhos. Eu converso o tempo todo com pais, que lamentam a sua ausência durante os anos de formação de seus filhos por trabalharem demais. Mesmo que isso aconteça muitas vezes com pastores, não deveria ser assim. Nossas credenciais bíblica para o ministério lidam principalmente com a forma como conduzimos nossas famílias e nosso próprio caráter, e não com quão eficaz estamos no ministério. E lembre-se, ninguém chegará ao final de sua vida dizendo: “Eu gostaria de ter passado mais tempo trabalhando no meu blog.” Seja a exceção, não a regra.
2. A igreja pode ter outro pastor, mas sua esposa só tem um marido — e ela precisa de um bom. Muitas vezes, nossas esposas tomam o impacto da pancada de nossos ministérios: elas nos mantém inteiros, ouvem nossas queixas e ouvem a queixa dos outros sobre nós e experimentam a angústia de como lidar com isso de uma forma centrada no evangelho. Ouça de alguém que muito falhou antes nesta área: faça o máximo possível para estabelecer limites claros entre a igreja e o lar, e, frequentemente, verifique se ela gosta ou não de ser parte da igreja. Se ela não quer frequentar a igreja onde você é o pastor, então isso é um problema que você precisa lidar.
3. Um dia de folga não é apenas uma boa ideia. É essencial. Uma folga semanal é tão especial em nosso lar como um cartão de basebol de 1910 do Honus Wagner. É o dia que nos divertimos, comemos comida chinesa em um shopping, e não conversamos sobre a igreja. Nossa igreja sabe sobre a “folga semanal” porque eu a menciono nos sermões, programa tudo em torno dela, e, a menos que alguém esteja sangrando na sua cozinha, não a violo. Meu ministério e minha família são muito importantes. Escolha um Sabbath, o mantenha e lute por ele. Sua alma e sua família vai agradecer. Nunca se esqueça: O primeiro rebanho que você lidera não é aquele que se reúne aos domingo, mas aquele que vive em sua casa. Você está os conduzindo bem?
http://www.tempodecolheita.com.br
http://www.tempodecolheita.com.br
segunda-feira, maio 14
E viveram felizes para sempre... // Samuel Costa
Assim terminavam as histórias que nos contavam, quando éramos crianças. Ao final, depois de muita luta, enfim, os dois se casavam e a história fechava com: “E viveram felizes para sempre.” Quem inventou esse final foram os adultos, não as crianças. Nós o inventamos pois é o nosso anseio. Queremos viver casados e felizes para sempre. Sim, pra sempre.
Casamento é um projeto pra vida inteira. Contudo, “pra vida inteira” poucos são os que hoje querem firmar algum compromisso. O mundo atual é o mundo sem alianças. Alianças são eternas. Por isso, a maioria prefere os contratos, que podem ser quebrados (com ou sem multas).
Pouco a pouco meus amigos vão se separando, divorciando das pessoas com quem fizeram juras de amor, das pessoas a quem prometeram amar pelo resto de suas vidas. Vou percebendo que estou me tornando uma raridade, pois sou um homem casado num mar de divorciados.
Quem me conhece sabe que não sou um radical, um daqueles que obriga a mulher a viver ao lado de um adúltero e violento homem, ou pressiona um homem a não se separar daquela que pouco vai pra casa, porque já se deita com outro. Não. O divórcio, às vezes, é apenas a oficialização do que já acabou faz tempo, e será o melhor caminho pra ambos, principalmente para o cônjuge vitimado. Há razões bíblicas para o divórcio (e a apartação é uma delas, como se pode ver em I Co. 7:15), mas esse é outro assunto, que não quero tratar agora, pois a apartação é mais do que simplesmente pegar as malas e sair de casa. Mesmo sem sair é possível desistir do casamento e apartar-se.
Quem me conhece sabe que não sou um radical, um daqueles que obriga a mulher a viver ao lado de um adúltero e violento homem, ou pressiona um homem a não se separar daquela que pouco vai pra casa, porque já se deita com outro. Não. O divórcio, às vezes, é apenas a oficialização do que já acabou faz tempo, e será o melhor caminho pra ambos, principalmente para o cônjuge vitimado. Há razões bíblicas para o divórcio (e a apartação é uma delas, como se pode ver em I Co. 7:15), mas esse é outro assunto, que não quero tratar agora, pois a apartação é mais do que simplesmente pegar as malas e sair de casa. Mesmo sem sair é possível desistir do casamento e apartar-se.
O fato é que o casamento parece ter se tornado, emocionalmente, uma opção barata. Entra-se e sai dele como quem entra e sai de um parque de diversões, tão logo tenha se cansado do divertimento.
Quer manter-se casado? Não por obrigação, mas por estar num casamento em que vale a pena estar? Então, responda pra si mesmo. 1) Quantas vezes tenho orado com a pessoa com quem estou casado? 2) Quantas vezes abri mão do meu direito pra que ela alcançasse o seu? 3) Quantas vezes lhe pedi perdão? 4) Quantas vezes comprei um presente a ela, sem qualquer razão, senão a razão do amor? 5) Quantas vezes a procurei e lhe falei brandamente ao coração, dizendo o quanto ela é importante pra minha vida?
Certamente, casamento é algo complexo e não depende apenas de um dos cônjuges, mas dos dois envolvidos na relação. Contudo, num mundo em que imperam contratos, Deus faz uma aliança inquebrável conosco, e quer que a reproduzamos na vida de quem amamos.
Seu casamento pode até acabar, um dia, mas que não seja por sua causa. Para tanto, empenhe-se até o fim. Dê tudo de você e lute para que a relação não seja apenas uma fachada, mas uma delícia em forma de amor e fidelidade.
Se ambos se empenharem para manter o casamento provarão tempos de muita alegria, outros de grande luta, mas chegarão ao final. E depois de terem ido embora, todos dirão a respeito deles: “E viveram felizes para sempre”.
Por: Samuel Costa
Assinar:
Postagens (Atom)







