segunda-feira, agosto 26
terça-feira, dezembro 18
segunda-feira, outubro 8
O consumidor de cultos mata a missão da Igreja ::: Anderson
::: Ministros
Quando a Igreja perde seu senso de missão, ela
se torna apenas um mercado, e a partir disto surgem produtos, valores,
caches e artistas (...)
Só haverá salvação e exercício do "Dom"
concedido se o cachê for pago, se não houver cachê as pessoas
continuarão cativas e as Igrejas de periferia nunca serão tocadas pelos
"Dons" dos artistas.
Só existe quem cobra, porque existe quem paga...
Será que nosso consumo não é a permissão para a existência do mercado?
Só existe quem cobra, porque existe quem paga...
Será que nosso consumo não é a permissão para a existência do mercado?
Tratar ministros de louvor e pregadores como artistas é tirar deles e da
Igreja o senso de urgência e missão.
::: Membros
O frequentador (consumidor) de cultos faz de
seus problemas e ego a missão da Igreja, ele apenas avalia o produto
para ver se permanece naquele mercado religioso ou procura a próxima
quitanda que o agrade, ele não vem à comunhão dos discípulos de Cristo
buscando uma nova vida, vem buscando carícias para suas próprias
decisões e carnalidades, vem buscando uma benção que será gasta no colo
de satanás. Automaticamente esse perfil
de pessoa autoriza o surgimento de mercadores (mercenários ) da fé, que
expoê a cruz de Cristo a vergonha ao torná-la um adereço para enfeite
dos pecados dos filhos da desobediência (...) eles autorizam a fome
material de bandidos travestidos em pele de cordeiro.
Quando não temos a "revelação" do que de fato é a Igreja, nos portamos como consumidores atrás daquilo que nos "agrada". A revelação nos dá temor, zelo, amor e intencionalidade no processo de construção e amadurecimento de um corpo (...) se a Igreja é minha "família", não importa o que aconteça, não jogarei meus parentes na lata do lixo; o que importa é que trabalharemos juntos rumo ao que a própria existência da Igreja propõe:
E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. Efésios 4:11-13
Quando não temos a "revelação" do que de fato é a Igreja, nos portamos como consumidores atrás daquilo que nos "agrada". A revelação nos dá temor, zelo, amor e intencionalidade no processo de construção e amadurecimento de um corpo (...) se a Igreja é minha "família", não importa o que aconteça, não jogarei meus parentes na lata do lixo; o que importa é que trabalharemos juntos rumo ao que a própria existência da Igreja propõe:
E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. Efésios 4:11-13
O consumidor de cultos mata a missão da Igreja...
Anderson
quarta-feira, outubro 3
Desconstruções e reflexões sobre a Igreja /// Anderson
Se a minha vida não é uma missão, não posso ser considerado um cristão.
O consumidor de cultos mata a missão da Igreja...
Quando nos tornamos verdadeiros discípulos de Jesus, e essencialmente Igreja em nossa vida cotidiana (...) matamos à mingua aqueles que fazem da fé um produto.
Não existe maior rebelião que a intimidade com Jesus!
A Igreja entra em colapso quando considera "cristão" um mero frequentador de cultos (...) ser Cristão é está em missão através da Vida do Cristo vivo.
Se existe "cristão" não praticante, existe "Cristo" não crucificado.
Ser Cristão é ser fruto de um processo, de uma obra pronfunda no "ser", de uma realidade realizada na Cruz do Calvário (...) ser Cristão está longe de ser um adereço, ser
Cristão é ser expressão de Cristo.
A vida cristã não é uma teoria, é sobre amor, é sobre devoção, adoração intensa, conformidade com os céus, é sobre um envolvente e apaixonado relacionamento com o Criador através de Seu Filho (...) Jesus Cristo nosso amado Senhor, Rei, Mestre, Vida que nos salva. A vida Cristã é sobre quem somos, a vida Cristã é a expressão de quem nos tornamos Nele, é o coração Dele sendo revelado ao mundo através de nós.
Todos nós queremos que a Igreja seja um corpo relevante para com a cidade, e uma família para com as nossas necessidades (...) mas, quase nenhum de nós tornam-se membros de um Corpo, e irmãos em uma família; portanto, como podemos pensar que algo irá funcionar no que diz respeito a Igreja?
A Igreja só funciona como um corpo, e entra em colapso quando os membros tornam-se o corpo todo.
A igreja que nós vamos depende da igreja que somos nós (...) o contrário disto, é entender erroneamente que a igreja resume-se a um local físico, e não à uma realidade revelada, uma identidade no Espírito, uma Unidade na essência, um corpo místico que nos gera como membros de uma comunidade física que revela a Vida, o Poder e a Plenitude de Deus através do Corpo de Seu Único Filho.
Só pode ser reconhecido como cristão aquele que possui uma Cruz e uma Missão que se realiza através da mesma. Cristão não é nada a menos ou a mais que ser declarado "semelhante" a Cristo.
Anderson
Provérbios de um discípulo /// 79
A teologia bíblica revela uma "Vida" e um Deus que amou de "Tal forma". Ensinar teologia sem que esta esteja envolta de amor aos ouvintes, paixão e intimidade para com o Criador, interesse de conduzir o homem à essa Vida e intimidade (...) é saber que essa teologia não fala sobre Jesus, mas sobre si mesma, sobre capacidade própria, sobre um ídolo.
Teologia é meio para um fim...
Quando não somos possuídos de um interesse de resgate, sem dúvida tudo aquilo e aqueles a quem criticamos são alvos velados de tudo que queríamos ser, ter, fazer e falar.
Quando não assumo meu papel como homem, entrego a terceiros o poder de gerar a identidade da minha família.
No que diz respeito a homossexualidade, a Igreja não busca convicções bíblicas para habilitar-se ao amor, acolhimento e transformação, ela faz do Silas Malafaia seu garoto propaganda para ter convicções para confirmar o pecado (...) e assim ausentar-se do "MANDAMENTO" de amar.
Jesus não foi para o madeiro para falar de uma forma simplista que o homem estava errado, Ele foi para a Cruz porque o homem está cativa e essencialmente errado e morto (Romanos 8.19-22), e a missão é resgatar a criação em amor através da sua vida, e devolve-la ao Pai. João 3:17
Se a minha vida não é uma missão, não posso ser considerado um cristão.
O consumidor de cultos mata a missão da Igreja...
Quando nos tornamos verdadeiros discípulos de Jesus, e essencialmente Igreja em nossa vida cotidiana (...) matamos à mingua aqueles que fazem da fé um produto.
Não existe maior rebelião que a intimidade com Jesus!
A Igreja entra em colapso quando considera "cristão" um mero frequentador de cultos (...) ser Cristão é está em missão através da Vida do Cristo vivo.
Se existe "cristão" não praticante, existe "Cristo" não crucificado.
Ser Cristão é ser fruto de um processo, de uma obra pronfunda no "ser", de uma realidade realizada na Cruz do Calvário (...) ser Cristão está longe de ser um adereço, ser
Cristão é ser expressão de Cristo.
A vida cristã não é uma teoria, é sobre amor, é sobre devoção, adoração intensa, conformidade com os céus, é sobre um envolvente e apaixonado relacionamento com o Criador através de Seu Filho (...) Jesus Cristo nosso amado Senhor, Rei, Mestre, Vida que nos salva. A vida Cristã é sobre quem somos, a vida Cristã é a expressão de quem nos tornamos Nele, é o coração Dele sendo revelado ao mundo através de nós.
Existem príncipes em sapos, e noivas em prostitutas. Precisamos apenas de olhos para vê-los (...) e amor para reconstruí-los.
Todos nós queremos que a Igreja seja um corpo relevante para com a cidade, e uma família para com as nossas necessidades (...) mas, quase nenhum de nós tornam-se membros de um Corpo, e irmãos em uma família; portanto, como podemos pensar que algo irá funcionar no que diz respeito a Igreja?
A Igreja só funciona como um corpo, e entra em colapso quando os membros tornam-se o corpo todo.
A igreja que nós vamos depende da igreja que somos nós (...) o contrário disto, é entender erroneamente que a igreja resume-se a um local físico, e não à uma realidade revelada, uma identidade no Espírito, uma Unidade na essência, um corpo místico que nos gera como membros de uma comunidade física que revela a Vida, o Poder e a Plenitude de Deus através do Corpo de Seu Único Filho.
Só pode ser reconhecido como cristão aquele que possui uma Cruz e uma Missão que se realiza através da mesma. Cristão não é nada a menos ou a mais que ser declarado "semelhante" a Cristo.
Diga para seu irmão ao lado:
Me perdoe por ficar alugando seus ouvidos com tudo aquilo que o pastor nos pede para repetir, e que nunca foi comprovado através de nossas ações como Igreja. Tudo que repetimos é apenas uma ideal, algo abstrato que nunca foi comprovado como de fato sendo amor.
Para o conceito distorcido de fé, se Deus não tem nada a oferecer, Ele não serve. Por isso a igreja torna-se mundana a cada dia, ela tem que prometer ao homem o que Deus não disse que daria, ela tem que fazer mágica para que o homem permaneça na estrutura mesmo que ele não tenha nascido de novo. Não é a toa que existam tantos crentes carnais, mundanos, que vivem deliberadamente no pecado, e que possuem um conjunto de crenças distorcidas sobre Deus. O que importa para esse perfil de cristão é o que se recebe, portanto... quem pagar mais, leva ... se satanás, o pecado, o mundo ou a carne tiver algo a nos dar, o Deus que ama e faz nascer de novo para uma nova vida não SERVE.
Não existe descanso e alegria para a alma quando a fé é apenas um produto, a igreja um mercado e Deus um repositor das mercadorias que atraem a clientela. Só teremos a alegria da nossa "Salvação" quando nossa fé não estiver correlacionada ao que recebemos, mas ao que somos, à unidade em Espírito, alma e corpo com o Senhor.
Anderson
segunda-feira, setembro 24
A igreja não é um palhaço convidando homens ao circo, Ela é uma profeta convocando pecadores ao arrependimento /// Anderson
O mundo rejeita a Igreja pelos motivos errados
e não pelos motivos que as escrituras descrevem, o mundo nos odeia não
porque somos santos, porque nos parecemos com Jesus ou porque realizamos
as mesmas obras que Ele, o mundo nos odeia porque em boa parte somos a
negação da obra do Filho de Deus (...)
Como Igreja estamos realizando a obra de homens para o benefício dos mesmos; não é atoa que a "igreja do homem" só consegue atrair leigos e consumidores, mas nunca consegue ser relevante para com o homem que "pensa"... os homens que negaram a Jesus... o fizeram porque Ele era portador da luz que dissipa as trevas, e da Vida que gera o homem na vida que Deus providenciou, e aqueles que foram chamados por Jesus... vieram pelo mesmo motivo.
Como Igreja estamos realizando a obra de homens para o benefício dos mesmos; não é atoa que a "igreja do homem" só consegue atrair leigos e consumidores, mas nunca consegue ser relevante para com o homem que "pensa"... os homens que negaram a Jesus... o fizeram porque Ele era portador da luz que dissipa as trevas, e da Vida que gera o homem na vida que Deus providenciou, e aqueles que foram chamados por Jesus... vieram pelo mesmo motivo.
Uma Igreja relevante é uma Igreja que é perseguida pelos mesmos motivos que o Senhor foi, o resto é conto de fadas e mera retórica de uma igreja que afirma que vive mas que não consegue ser mais relevante que um boteco de esquina.
A igreja não é um palhaço convidando homens ao circo, Ela é uma profeta convocando pecadores ao arrependimento, novo nascimento e regeneração integral.
A Igreja deve ser perseguida...
mas, aqueles que a perseguem o fazem temendo a relevância que Ela possui, e não pela controvérsia que a mesma demonstra para com os fundamentos que ela afirma acreditar (...) a Igreja de Cristo sempre foi e sempre será perseguida, criticada e morta - mas o é por temerem sua santidade e poder de transformação através de seus discípulos, a grande diferença entre "Igreja de Cristo" e "igreja do homem" é que o mundo persegue a "Igreja de Cristo" ao mesmo tempo que presta reverência e temor por reconhecer que está lidando com uma realidade acima da mera especulação, eles criticam a "igreja do homem" pelos seus defeitos, incoerência, alienação, enriquecimento através da ignorância do alheio, e principalmente pela falta de ação prática na justiça social.
Dos demais, ninguém ousava juntar-se a eles, embora o povo os tivesse em alto conceito. Em número cada vez maior, homens e mulheres criam no Senhor e lhes eram acrescentados. Atos 5:13-14 - Anderson Silva
segunda-feira, setembro 17
Prestação de contas sobre as doações feitas ao auxílio da família (mãe e 3 filhos) da Samambaia que perdeu quase tudo num incêndio.
/// Prestação de contas sobre as doações feitas ao auxílio da família (mãe e 3 filhos) da Samambaia que perdeu quase tudo num incêndio.

Obrigado a todos os amados irmãos que entendem e cooperam com a missão...
- r$ 100,00
- Roupas
- Calçados
- 3 cestas básicas
- Brinquedos
- 1 Sofá
- 1 Ventilador de teto
Obs: Eles já possuiam sofá e ventilador, então guardamos esses itens para usarmos na próxima missão.
/// Nosso intuito é continuar servindo essa família mensalmente, e nos programarmos para comprarmos o material escolar das crianças para o próximo ano.
Testemunho ///
Na noite anterior a nossa ida para a Samambaia eu entreguei ao meu filho mais velho vários brinquedos e ele se alegrou muito... mas, minha intenção era ver no outro dia qual seria a reação dele ao ser convocado a doar todos esse brinquedos para crianças que não possuiam nada; a princípio ele relutou, mas acabou concordando e foi comigo tomar um choque de "REALIDADE", minha mãe e o William estavam conosco na visita a família.
Minha esposa fez a seguinte pergunta:
Porque você entregou os brinquedos a ele para depois pedir de volta?
- Para que ele entenda que Jesus Cristo é o Senhor, e tudo que somos e temos pertecem a um propósito maior que nós mesmos.
Quando Deus nos dá, perdemos... pois, o que Ele nos dá não diz respeito a nós mesmos, mas a um propósito, quando Ele nos pede, ganhamos... pois, Ele está confirmando que fazemos parte Dele, de sua Família e de seu propósito Eterno.
- 3 cestas básicas
- Brinquedos
- 1 Sofá
- 1 Ventilador de teto
Obs: Eles já possuiam sofá e ventilador, então guardamos esses itens para usarmos na próxima missão.
/// Nosso intuito é continuar servindo essa família mensalmente, e nos programarmos para comprarmos o material escolar das crianças para o próximo ano.
Testemunho ///
Na noite anterior a nossa ida para a Samambaia eu entreguei ao meu filho mais velho vários brinquedos e ele se alegrou muito... mas, minha intenção era ver no outro dia qual seria a reação dele ao ser convocado a doar todos esse brinquedos para crianças que não possuiam nada; a princípio ele relutou, mas acabou concordando e foi comigo tomar um choque de "REALIDADE", minha mãe e o William estavam conosco na visita a família.
Minha esposa fez a seguinte pergunta:
Porque você entregou os brinquedos a ele para depois pedir de volta?
- Para que ele entenda que Jesus Cristo é o Senhor, e tudo que somos e temos pertecem a um propósito maior que nós mesmos.
Quando Deus nos dá, perdemos... pois, o que Ele nos dá não diz respeito a nós mesmos, mas a um propósito, quando Ele nos pede, ganhamos... pois, Ele está confirmando que fazemos parte Dele, de sua Família e de seu propósito Eterno.
Anderson
terça-feira, agosto 21
Provérbios de um discípulo // 74 //
"Ser" Igreja para alguns de nós é uma colocação que supostamente nos ausenta de responsabilidades, mas se de fato nos reconhecemos como Igreja, observamos que só podemos "Ser" Igreja quando essa é uma realidade coletiva, não posso ser Igreja como um "membro" que se vê como o todo do corpo, só posso "ser" Igreja quando me vejo como membro de um corpo, parte de um todo.
A Igreja una, invisível e revelada é nossa realidade em Cristo. Mas, é na Igreja local e visível que essa revelação torna-se real e sai do campo das teorias.
A profunda essência da adoração reside no silêncio... adoração é a reação de uma visão e não uma busca por meio de palavras e canções...
Não é uma falha que nos tira de Deus, é uma vida...
O pior tipo de mentira é aquela que convence a todos sobre mim, menos a mim mesmo...
Namorar sem um propósito definido é algo semelhante a pegar um voo sem destino e dia marcados, quando nos enfadamos dessa viajem pulamos de para quedas, e deixamos pessoas para trás não nos importando se elas saberão como aterrizar esse avião.
'O casamento não deveria ser um momento em que achamos a pessoa ideal, pois isso mostra que queremos extrair do outro nossa felicidade, deveríamos enxergar como um momento em que nos reconhecemos como a pessoa ideal. Isso mostraria que seríamos felizes estabelecendo uma aliança com a pessoa que escolhemos fazer feliz.
"Relacionar-se não é apenas ter um parceiro (a), precisamos assumir responsabilidades, pois o que transferimos para a vida do outro sendo bom ou ruim não escorrerá pelo vaso sanitário, será despejado na "vida real", formará a vida emocional e social de outros."
Por uma realidade de unidade sem romantismo // Anderson Bomfim
REFLEXÕES SOBRE UNIDADE
Desejo muito me tornar um homem completo em Deus, acreditando que essa busca não me torna uma pessoa autônoma dos meus irmãos. À medida que me completo em Deus e no meu próximo, espero alcançar um nível de realização pessoal ainda desconhecido por mim. Por esse motivo, agradeço a Deus pela minha falta de carisma, personalidade, liderança, auto confiança, visão, agradeço por ser totalmente limitado e depender de uma ação e realização corporativa. Essa fraqueza pessoal confirma minha missão de mobilizar uma geração, essa é a palavra que eu carrego, é a causa pela qual dou minha vida, cooperar para que uma igreja, um corpo seja preparado para Ele.
Procurei ordenar alguns pensamentos, palavras, e experiências a respeito dessa realidade corporativa, o desafio de sermos um, de levantarmos o testemunho do Eterno, de sermos uma resposta ao clamor do próprio Cristo que intercede em favor dos seus discípulos do presente e do futuro: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da sua palavra, a fim de que todos sejam um” (João 17:20-21).
Mesmo escrevendo sobre unidade, não acredito que conseguiremos acabar com as todas as dissensões eclesiásticas, uma vez que até mesmo na eternidade, Deus teve problemas com uma divisão catastrófica, protagonizada por Satanás que significa aquele que se opõe ou adversário. Desde então, Satanás é aquele que “fortalece a atitude de confronto e ferozmente se opõe à idéia de cura e reconciliação. Seu outro nome “diabo” está relacionado com caluniador, que significa mais do que “falar mal de outra pessoa”, mas aquele que coloca alguma coisa ou a si mesmo entre dois a fim de dividi-los”[1].
Acredito que a tensão de pensamentos sempre existirá. Paulo afirma aos irmãos de Corinto, quando exorta sobre a mesa do Senhor, que até mesmo as cismas, divisões e heresias servem para desenvolver e manifestar a verdade de cada um de nós, quem nem sempre é coerente com o que estávamos falando (1 Coríntios 11). A tensão trará à luz aqueles que intimamente e verdadeiramente zelam com o zelo de Deus, pela causa de Deus, relevando questões periféricas para fortalecer os valores essenciais do Evangelho que deverá ser pregado como um testemunho em toda terra como o sinal do fim (Mateus 24.14). Essa é a esperança que não confunde nem decepciona (Romanos 5).
A NECESSIDADE DE UMA RENOVAÇÃO DE MENTE
Acredito que seja momento de desistirmos de muitas das nossas estratégias de unidade, aquela que buscamos por afinidade ou serviço, porque não era essa a dinâmica apostólica do primeiro século e na continuidade da história da igreja. O caminho pode ser começarmos pelo que somos em Deus ao invés do que podemos fazer juntos por Ele, começarmos pela realidade de pertencermos a um só Deus, um Cristo, um Espírito e sermos um povo, um corpo, uma casa Espiritual, que levantam uma bandeira, que é o amor, o oxigênio do Reino, o que nos mantêm vivos na essência da eternidade. Uma unidade que transcende a obra, a posição geográfica, as convenções e movimentos.
Nos frustramos muitas vezes por não conseguirmos mudar nossa realidade relacional, porque criamos expectativas equivocadas e não respeitamos os devidos processos. Queremos começar pela unidade da fé, esperamos que as pessoas creiam no que cremos, como cremos, onde estamos, para que então possamos pensar em nos relacionar, mas segundo Efésios 4, devemos começar revendo nossa posição pessoal procurando andar de modo digno da vocação a que fomos chamados, com “toda” a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.
Sem essa pré-disposição pessoal de se humilhar, de desarmamento e não resistência, paciência e esforço para preservar a realidade espiritual que representamos, não conseguiremos dar passos concretos para uma realidade corporativa saudável e vivificante. Não se trata de atos proféticos, mas ações proféticas (Comunicam na terra uma realidade eterna), práticas relevantes. A partir da nossa adesão a essa realidade, partilhamos de uma única esperança e vocação, que nos lança a uma realidade de aperfeiçoamento plural, visando o desempenho do serviço de todos os santos, para que alcancemos a verdadeira edificação do corpo de Cristo, de forma integrada, em sua totalidade e não apenas na localidade.
Vida da Igreja // Efeitos nocivos da ausência
Cresci ouvindo sempre que era melhor ser acusado de cometer um pecado de omissão que um pecado de comissão. Desta forma, você poderia sempre riscar seu pecado usando o esquecimento, a ignorância ou falta de cuidado. Já o pecado de comissão era o grande “não-faça”, uma vez que parecia deliberado e calculado.
AUSÊNCIA: APENAS UM PECADO DE OMISSÃO?
Temo que muitos cristãos pensem que não frequentar a igreja regularmente é um pecado de omissão; se for realmente um pecado, seria um dos pequenos. Não seria grande coisa. “Não traga esse legalismo para cá!”. Aparentemente, isto é o que muitos pastores, presbíteros, diáconos e a inteira congregação pensam, já que fazem pouco para lidar com o assustador número de ausentes.
Por exemplo, em minha própria denominação, a Convenção Batista do Sul, apenas um terço da membresia total de quarenta mil igrejas nos EUA realmente participam dos cultos todo domingo. Isto significa que aproximadamente dez milhões de supostos cristãos na verdade são faltantes.
NEM TODOS OS AUSENTES SÃO IGUAIS
Uma vez que nem todos os ausentes são iguais, as igrejas devem tratar os diferentes tipos de ausentes de maneira diferente. Aqui estão quatro tipos distintos:
- Aqueles que vivem nas proximidades, mas são incapazes de frequentar o culto: a idade ou a saúde os impedem. Membros anciãos ou doentes devem ser tratados com cuidado especial. Este artigo não é sobre eles
- Aqueles que vivem (temporariamente) fora das proximidades e são incapazes de participar: militarismo ou compromissos de trabalho os impedem. Estes ausentes (temporários) também devem ser tratados com cuidado especial, uma vez que suas viagens a trabalho colocam um fardo único sobre eles e suas famílias. Este artigo não é sobre eles.
- Aqueles que vivem fora das proximidades e escolhem continuar sendo membros de sua igreja local: a distância os impede. Ausentes desse tipo devem ser encorajados a participar de uma igreja que eles podem frequentar. Este artigo é sobre eles.
- Aqueles que vivem nas proximidades, mas esporádica e raramente participam dos cultos: nada realmente os impede além de sua própria vontade. Este artigo é especialmente sobre eles.
PORQUE OS AUSENTES SÃO NOCIVOS
Esses dois últimos tipos de não-frequentadores têm um efeito nocivo na igreja local porque eles afirmam que a membresia no corpo de Cristo é inútil.
Em 1 Coríntios 12, o apóstolo Paulo fala do corpo e suas partes como uma metáfora da igreja:
“Ora, assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, e todos os membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo, assim também com respeito a Cristo.” (1 Co 12.12)
“Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo.” (1 Co 12.27)
Vida da Igreja - Por que ser membro importa?
Já me fizeram essa pergunta em numerosas ocasiões. Às vezes ela é feita com uma curiosidade genuína – “Pois me explique do que se trata isso de membresia”. Outras vezes, é dito com um tom de suspeita – “Então me conte: por que você acha que eu deveria me tornar um membro?” – como se entrar numa igreja automaticamente te inscrevesse no dízimo por depósito programado.
Para muitos cristãos, membresia soa como frieza, algo que você tem no banco ou no clube, mas que é muito formal para a igreja. Mesmo concordando que o Cristianismo não é uma religião do tipo cavaleiro solitário, que precisamos da comunhão e companheirismo com outros cristãos, ainda resistimos à ideia de oficialmente ser parte de uma igreja. Por que a dificuldade? Por que encaixotar o Espírito Santo em categorias de membro e não-membro? Por que se importar em ser parte de uma igreja local quando já sou membro da Igreja universal?
Já encontrei algumas pessoas que simplesmente não serão convencidas sobre o assunto, não importa o que você diga ou quantas vezes a palavra “membro” realmente apareça no Novo Testamento. Porém, muitas pessoas não têm dado uma atenção séria à membresia na igreja. Elas estão abertas a ouvirem uma justificativa sobre algo que não as leva a refletir muito.
Aqui estão algumas poucas razões de por que ser membro de igreja importa.
1. Ao fazer parte de uma igreja você torna visível seu compromisso com Cristo e seu povo. Tornar-se membro é uma maneira de levantar a bandeira da fé. Você afirma perante Deus e os outros que você é parte deste corpo de crentes. É fácil falar em termos radiantes sobre a igreja invisível – o corpo de todos os crentes, aqui e ali, vivos e mortos – mas é na igreja visível que Deus espera que você viva sua fé.
Algumas vezes, eu acho que nós não estaríamos clamando por uma comunidade se realmente a tivéssemos experimentado. Comunhão real demanda trabalho duro, porque muitas pessoas parecem bastante conosco – egoístas, pequenas e orgulhosas. Mas é para este corpo que Deus nos chama.
Quantas cartas de Paulo foram escritas para pessoas? Somente um pouco, e elas eram geralmente para pastores. A maioria de suas cartas foi escrita para um corpo local de crentes. Vemos a mesma coisa em Apocalipse. Jesus fala a congregações individuais em locais como Esmirna, Sardes e Laodicéia. O Novo Testamento nada diz sobre cristãos flutuando na terra do “só Jesus e eu”. Crentes pertencem a igrejas.
2. Fazer um compromisso é uma declaração poderosa em uma cultura de baixo compromisso. Muitas ligas de boliche exigem mais de seus membros que nossas igrejas. Quando isso é verdade, a igreja é um reflexo triste de sua cultura. Estamos em uma cultura consumista onde tudo é ajustado para encontrar nossas necessidades e satisfazer nossas preferências. Quando nossas necessidades não são supridas, sempre poderemos passar para o próximo produto, ou emprego ou cônjuge.
Em um ambiente como esse, entrar numa igreja gera uma declaração contracultural. Ela diz: “Eu estou comprometido com este grupo de pessoas e elas estão comprometidas comigo. Eu estou aqui mais para dar que para receber”.
Mesmo se você passar poucos anos numa cidade, não é uma má ideia fazer parte de uma igreja. Isso permite que sua igreja original (se você é um estudante) saiba que você está sendo cuidado, e permite que sua igreja atual saiba que você quer ser cuidado ali.
Por que você deveria tornar-se membro de uma igreja?
Como uma igreja, nós, recentemente, fizemos a transição para uma membresia mais formalizada. Uma das questões é “por quê?”. Por que eu deveria me tornar membro de uma igreja? A seguir, estão cinco razões que eu gostaria de fornecer. Existem mais, mas esse já é um bom começo.
1) Isso reflete o evangelho: A membresia da igreja é, essencialmente, a demonstração aparente da realidade espiritual de estar unido com Cristo e com seu corpo. Ser parte do corpo de Cristo significa que nos identificamos com outros discípulos, aprendemos as Escrituras, submetemo-nos à estrutura de autoridade de Deus, e servimos aos outros. A membresia da igreja demonstra abertamente a realidade do Corpo de Cristo.
2) Isso segue o padrão do Novo Testamento: Apesar de ser verdade que o termo “membresia” não é usado explicitamente no NT, ele é, certamente, inferido. Lembre-se de que muitos livros do NT foram escritos por pessoas que escolheram identificar-se com um grupo de pessoas em uma comunidade local. A estrutura ministerial estabelecida em 1 Timóteo e Tito pressupõe pastores e membros que estão em comunidade juntos. Considere o número dos que foram computados (Atos 1.15, 2.41, 4:4), os pastores sabiam por quem eles eram responsáveis (Hb 13.17), o papel das viúvas foi mantido (1 Timóteo 5.9) e a disciplina formal entre os membros era praticada (1 Co 5.12-13).
3) Isso mostra que você não está com vergonha de se identificar com Cristo ou com seu povo. Esse mundo é duro e torna-se tentador recuar para dentro de uma fortaleza de desânimo pessoal. A membresia de uma igreja te faz lembrar do fato de que você não está sozinho, do valor de Cristo, e da prioridade da fidelidade a Ele.
4) Isso enfraquece a independência e o cristianismo sem compromisso. A responsabilidade de um pelo outro, a submissão à autoridade bíblica, e a prática dos “uns aos outros” são todos os elementos de uma igreja unida a Cristo e a seu evangelho (Hb 10.19-25, Mt 18.15-20).
Boas razões para se mudar de congregação // Jason Helopoulos
“Que direito você teria para mudar de igreja?”. Ainda me lembro de ouvir essa questão sendo perguntada pelo meu professor de eclesiologia do seminário. É uma boa pergunta, uma que nos beneficiaria responder. E como Kevin DeYoung recentemente falou em seu blog, há um mandato bíblico e há razões práticas para se comprometer com a membresia de uma igreja local. Tendo firmado esse compromisso, sair dele não deve ser feito de qualquer forma. Claro que existem, sim, razões para deixar uma igreja local. Mas quais são elas? Tenho pensado sobre isso nos últimos dez anos e aqui está a minha tentativa de responder essa pergunta:
Boas razões para se mudar – Os quatro P’s
1. Mudança Providencial – se o meu trabalho, família ou vida me fez sair do Rio de Janeiro para morar em Niterói e eu provavelmente deveria procurar uma nova igreja local em Niterói, quanto mais se eu me mudasse de Porto Alegre para Recife. É bom e correto pertencer a uma igreja local em compromisso com irmãos e irmãs em minha própria “vizinhança”.
2. Plantação de uma nova igreja – Talvez eu não tenha mudado de cidade, mas talvez a igreja a qual eu pertenço decidiu me enviar junto com outros para plantar uma nova igreja em determinada área. Note porém que eu estou sendo enviado pela minha igreja, não saindo com um grupo porque estou insatisfeito ou acho que é melhor para nós.
3. A Pureza se perdeu – Isso pode ocorrer de várias formas, mas normalmente acontece quando a Palavra não é mais pregada. Pode ser o ensino de heresias, a falta de leitura ou pregação da Bíblia ou alguma manifestação mais proeminente do pensamento moderno de que a Palavra não é mais vista como suficiente; é usada como um tempero para a mensagem da semana ao invés da dieta pela qual a congregação é alimentada e suprida. Entretanto, devemos tomar cuidado aqui; a paciência deve sempre ser exercitada e eu devo sempre sondar meu coração para saber se não estou “fazendo tempestade em copo d’água”.
4. A Paz da igreja está ameaça pela minha presença – É difícil sugerir essa “razão” por medo de que abusem dela, por ser a “razão” mais subjetiva. Porém, há casos em que um indivíduo ou uma família podem se tornar um estorvo para o ministério da igreja local, e o melhor é que o indivíduo/ a família se mudem. Se essa é a razão que me faz pensar em mudar de igreja, então preciso refletir e discernir se é por causa de pecados que eu mesmo tenho cometido. Se esse for o caso, então preciso me arrepender prontamente, ao invés de querer me mudar. Essa “razão” deve sempre ser pensada com muito cuidado.
Possíveis razões para se mudar – Os três E’s
1. Esposa - Uma esposa (ou esposo) não crente ou que não freqüenta a igreja não deseja fazer parte dessa igreja, mas tem vontade de freqüentar uma outra com você.
2. Necessidades Especiais – Toda família tem necessidades especiais, então isso deve ser pensado com cuidado. Um exemplo é uma família que tem um filho deficiente e uma outra igreja local tem um grande ministério com deficientes que pode nos ajudar.
3. Dons Especiais – Alguma outra igreja local da área talvez tenha pedido que você use seus dons e talentos especiais em seus cultos para edificação do corpo (tocador de órgão, por exemplo). Nunca decida sobre isso sozinho. Se essa é uma razão que te faz pensar em mudar de igreja, facilmente você pensará muito bem de si mesmo e correrá para a grama mais verde. Isso é algo que sempre deve ser levado à liderança da sua igreja atual e pensado em conjunto.
segunda-feira, agosto 13
terça-feira, agosto 7
TESTEMUNHO // Soberba espiritual // Evangélica de porta de buteco?
De alguns meses pra cá tenho
observado algumas pessoas e me deparei com alguns irmãos soberbos
espiritualmente.
Quando lia ou escutava testemunho
das pessoas, sempre ficava de cara como Deus pode resgatar as pessoas mais
desgraçadas e limpá-las como se fosse lãs das mais branquinhas, rs, e pensava
nem tenho testemunho, minha vida é sem farsas sou quase uma imaculada gospel
hahahahah, e cá estou para contar o meu testemunho e um breve estudo que fiz em
relação a soberba espiritual.
Dos poucos que me conhecem sabem,
que eu tenho um poucos menos do que 3 anos de cristã, de crente como se diz
minha mãe e a maioria dos meus conhecidos, mais na realidade eu nasci
novamente, me converti de fato a uns 8 meses.
No final do ano de 2011 tive
momentos de pura agonia e estresse, sabe quando tudo o que você fez e tudo o
que você já tentou acobertar são jogados no ventilador cerca de segundos? Foi
bem isso o que aconteceu, muita merda junta sendo jogadas no ventilador, a
máscara literalmente caiu, hahahah. Entrei em crise, desespero total e em um
momento de tristeza profunda ouvi a voz do Pai me dizendo que eu teria 2
escolhas: ou eu continuava sendo “evangélica” de porta de buteco ou eu morria
de uma só vez para esse mundo. E hoje em dia vejo que foi necessária essa
cagada toda na minha vida pra que eu acordasse de uma só vez.
Não se espantem com esses termos
irmãos, mais eu falo de mim oks? Eu me via e vivia assim. E o que era uma
evangélica de porta de buteco? Era fingir para os outros e para mim mesma que
eu era crente quando era conveniente para mim, exemplo: Eu ia para os cultos na
quarta e no domingo, ficava sentada ouvindo as pregações do meu Pastor e
falando amem, amem, amem, era totalmente automático. Passava esse “tempo” com
Deus, cantarolava umas musiquinhas de crente, e achava que estava na presença
de Deus, que eu estava cheia de vida, no entanto quando surgia alguma festinha
ou se alguém me chamasse pra beber onde eu estava? Na igreja orando? Ahahahah
não mesmo eu dizia sim, e irmãos, por favor, não me entenda mal, não sou contra
festinhas, shows, eventos em geral, mais a partir do momento que aquilo me tira
do foco de Cristo e me transforma em outra pessoa tanto no falar, agir, ser,
imediatamente temos que analisar o fato de você estar presentes nesses locais
ou não. E eu ia pra essas festinhas me
divertir, tomar umas doses de vodkas bem generosas para encobrir minha
“tristeza”.
Diversas vezes eu escutava:
Crente bebe? Crente fuma? Crente (me desculpa a palavra, mais era o que eu
ouvia) crente “trepa”? E eu na minha santa imaculada ignorância, falava que
sim, que não tinha nada haver, que não era só porque a pessoa era evangélica
que tinha que se privar dessas coisas, não tinha noção do que eu estava falando
e afirmava isso irmão, eu afirmava que uma vida assim era muito boa.
Não tinha base, não tinha
conhecimento, não respeitava a Santidade de Cristo, não sabia eu o que Deus
estava preparando pra mim, hahahah.
Até que depois de muito tempo
nessa vida, a tristeza acabou me consumindo, um vazio que eu infelizmente não
conseguia preencher mais com festas de Dubstep, hip hop, rock, ragga e outras
mixarias que tem aqui no DF, nem com pinga, dose de vodka, doce, bala seja lá
que tipo de entorpecente eu usasse, não adiantava de nada, a tristeza
permanecia, no dia seguinte o vazio gritava maior do que qualquer sensação
momentânea, qualquer viagem que as drogas e a bebida poderia me causar, podia
passar a noite bebendo litros e mais litros de cerveja que não adiantavam mais
de nada, as festas já não tinha aquele brilho pra mim, aquela galera meio que
zumbizando no meio da pista, tentando provar pra elas mesmas de que são felizes,
aquilo irmão foi como uma voadora na minha cabeça.
Teologia da prosperidade por um ângulo melhor // Anderson
Se nossa prosperidade não revelar o caráter do Reino de Deus, isso apenas mostrará que essa prosperidade diz respeito aos nossos próprios desejos e não ao propósito do Senhor em redimir a criação. Todo recurso que nos foi confiado pelo Senhor visa também o estabelecimento da justiça... e não para simplesmente inflar o ego com as inúteis futilidades de nossa peregrinação.
A Igreja dos sonhos, o arco-íris e o pote de ouro // Anderson
Você já conseguiu encontrar um pote de ouro no final de um arco iris? Não! Também não encontraremos um lugar perfeito chamado Igreja... Igreja sempre será um lugar de aperfeiçoamento, só seremos plenos quando nosso mestre voltar.
Vamos nos ofender menos, amar e trabalhar mais [...] mudamos de Igreja como trocamos de roupa; e levamos conosco todos os problemas da alma, e todos os achismos para a próxima Igreja, esse também é um dos motivos de não encontrarmos Igreja perfeita: Nós estamos lá...
Falimos como Igreja pois somos usurpadores de vida, quando deveríamos ser doadores de vida [...] fazendo assim com que outros vivam para Deus através da entrega de quem somos.
Só teremos a capacidade de amar nossa Igreja local se de fato amarmos ao Senhor...
Pois, antes de ser um prazer, será uma questão de obediência a quem supostamente amamos. É Ele quem nos concede amor para com a Igreja, o mesmo tipo de amor e perseverança que Ele possui para conosco, ao ponto de entregar-se para nosso resgate.
Pois, antes de ser um prazer, será uma questão de obediência a quem supostamente amamos. É Ele quem nos concede amor para com a Igreja, o mesmo tipo de amor e perseverança que Ele possui para conosco, ao ponto de entregar-se para nosso resgate.
Não podemos desistir da Igreja, pois somos a Igreja...
Não podemos desistir de nós mesmos...
Não podemos desistir de nós mesmos...
Faça real diferença em sua congregação local, glorifique ao Senhor através de sua vida, ajude e sirva seus irmãos.
Se você saiu de sua congregação porque ela não é perfeita, saiba que sua próxima congregação também não será [..,] até ao momento que você decida ser o aperfeiçoamento do Corpo.
Se você saiu de sua congregação porque ela não é perfeita, saiba que sua próxima congregação também não será [..,] até ao momento que você decida ser o aperfeiçoamento do Corpo.
Temos a utopia de achar um lugar perfeito chamado Igreja, acredito que quanto mais cedo desistimos dessa busca será melhor para nós mesmos e para o Reino de Deus, desista...
A Igreja é composta por seres humanos que por mais que tenham nascido para uma nova vida continuarão falhos até que Jesus volte. Em nossos dias a Igreja é composta por pessoas que na grande maioria querem uma mudança, mas não querem se tornar um padrão para essa mudança. Portanto, se você não vai encontrar esse lugar perfeito é melhor se firmar na congregação em que está, aprender a ficar calado, arregaçar as mangas e trabalhar muito na edificação dos irmãos e do corpo.
A Igreja é composta por seres humanos que por mais que tenham nascido para uma nova vida continuarão falhos até que Jesus volte. Em nossos dias a Igreja é composta por pessoas que na grande maioria querem uma mudança, mas não querem se tornar um padrão para essa mudança. Portanto, se você não vai encontrar esse lugar perfeito é melhor se firmar na congregação em que está, aprender a ficar calado, arregaçar as mangas e trabalhar muito na edificação dos irmãos e do corpo.
Mas, se quer continuar a se ferir, continue indo atrás do arco-iris... // Anderson
Provérbios de um discípulo // 72 //
Ser Igreja revelante em uma geração emergente é resgatar e estabelecer valores universais...padecer de dúvida para essa geração é não ter certeza do que se acredita, do que sé é, do que se vive...
Por mais que as novas gerações estejam em busca de algo, esse algo não é uma busca por novidades, mas um resgate do que se é verdade, mas entrou em colapso e descrédito.
As palavras de um homem são sim e não, quando passar disto...
comece a desconfiar...
"Se participamos do corpo sem discernir o corpo, então de nada valerá todo o esforço. A menos que o corpo esteja vivo em nós, jamais seremos igreja. Devemos estar conectados no propósito de Deus e não no propósito do homem. Quando isso ocorre o direcionamento de Deus nos condiciona ao seu propósito."
// Mateus 16.13 //
A Igreja não é uma idéia humana, é uma realidade revelada...
Ela não pode ser construída por carne e sangue, ela é edificada na vida do Filho de Deus.
Ela não pode ser manipulada pela vontade humana [...] se ela for edificada por ideais e vontades humanas, conseqüentemente lhe faltará poder para gerar novo nascimento.
Ela pode ser realizada em qualquer lugar, mas só pode ser de fato Igreja quando é construída em Cristo.
O que realmente é Igreja nunca será fruto da especulação, Ela é resultado da revelação do Cristo, da edificação do Corpo por meio dos dons e do Espírito Santo, e do pleno funcionamento dessa realidade através das Escrituras, de toda Ela.
Avivamento genuíno e duradouro vai ser aquele que pertence ao Corpo, quando avivamentos começam com indivíduos, acabam por causa dos mesmos.
Como podemos proclamar sobre um amor que não experimentamos?
Como podemos falar ao mundo que Deus ama se não
nos percebemos lavados profundamente por essa imerecida graça? Como podemos falar ao mundo que Deus é amor se
não nos sentimos amados por Ele?
Deus nos ama, essa é a força motora da nossa vida e ministério...
Estamos vivendo e trabalhando para Deus como se Ele amasse a todos
e nos odiasse se estamos aquém de quem precisamos ser, e fazer.
Vivemos como se Ele amasse o mundo e odiasse a Igreja.
Deus nos ama em Cristo Jesus, e isso nos libera poderosamente na compartilhação desse amor.
Trabalhar para Deus é uma reação visceral da vida Dele em nós
através do amor...
Nunca se esqueça: Ele ama você...
não mais, nem menos de quem precisamos evangelizar,
Ele não nos ama por nossa obra, Ele nos ama...
segunda-feira, agosto 6
Provérbios de um discípulo // 70 //
A Fé não é determinada pelo que entendemos, mas por QUEM entendemos...
FÉ não é uma questão de lógica, mas de lógica intima com Deus. Conhece-lo e ser conhecido Nele.
Na matemática de Deus ter é repartir, ganhar é perder, colher é plantar, nascer é morrer, receber é dar, ser amado é amar, ser perdoado é perdoar, ser pequeno é ser grande, ser primeiro é ser último, ser último é ser primeiro, ser o maior é estar no chão [...] numa condição de tamanha humildade que chega ao ponto de tornar-se o caminho onde outros caminham.
Sobre a vontade e os planos de Deus você pode não entender muita coisa, mas obedeça para que possa entender um dia, ou não. Mesmo assim obedeça...pois fé não é determinada pelo que entendemos, mas por quem entendemos, não é uma questão de lógica, mas de lógica intima com Deus, Conhece-lo e ser conhecido Nele.
"A obra de Deus não é sobre o que fazemos para outros, mas sobre o que Deus fez em nós. Só assim o ide tem sentido."
Como pastores e líderes temos um grande desafio:
Fazer com que frequentadores de culto tornem-se membros da congregação, fazer com que membros tornem-se discípulos de Jesus, fazer com que esses discípulos sejam aptos para toda boa obra, sejam pais espirituais, um padrão a ser seguido e obreiros aprovados.
Nada confortável né?
Mas, vale muito a pena...
Na falta de auto-critica e responsabilidade buscamos culpados para as nossas próprias escolhas, ou colocamos tudo na conta da misericórdia.
Quando Jesus confirmava o que estava escrito, ou quando realizava algo e dizia: Para que se cumpra o que foi dito. Ele não estava sendo eloquente, estava confirmando que Deus, o Pai - sempre trabalha com um corpo, e nem mesmo o Filho de Deus se ausentou do organismo que representa os céus na terra.
A missão de Deus pertence a Jesus, a missão de Jesus pertence a Igreja.
Jesus é o Cristo que governa toda criação e a devolve para Deus, a Igreja é corpo de Jesus, possuidora de uma realidade de poder e regeneração [...] conectando todas as coisas à Jesus.
Jesus revela o Pai, a Igreja revela Jesus...
Não existe obra de Deus sem Jesus, não existe obra de Jesus sem a Igreja.
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