segunda-feira, agosto 26
terça-feira, abril 30
Você é a Igreja, mas não sozinho.
Em nossos dias existe uma grande mobilização denominada: "Desigrejados". Pessoas feridas, decepcionadas, cansadas da Igreja ou em busca de uma proposta relevante para com a nossa geração. O grande perigo é buscarmos [re]inventar e deixarmos pontos importante para trás. Muitos se denominam Igreja isentando-se de qualquer responsabilidade por aquilo que se reconhece histórica e teologicamente como Igreja.
Afirmar que somos Igreja é assumir responsabilidades para com a mesma, tanto em aspectos locais e comunitários, como no aspecto universal. Afirmar que somos Igreja, aparentemente nos isenta de responsabilidade com um "lugar", mas será que temos a capacidade de sermos sozinhos a totalidade desse "lugar"? Afirmar que somos Igreja sozinho (...) é assumir orgulhosamente que somos o endereço de Deus entre os homens.
Podemos afirmar que somos a Igreja, se assumirmos que não somos a Igreja sozinhos.
Não permitam que ninguém que tenha prazer numa falsa humildade e na adoração de anjos os impeça de alcançar o prêmio. Tal pessoa conta detalhadamente suas visões, e sua mente carnal a torna orgulhosa.
Trata-se de alguém que não está unido à Cabeça, a partir da qual todo o corpo, sustentado e unido por seus ligamentos e juntas, efetua o crescimento dado por Deus. Colossenses 2:18-19
Anderson
quinta-feira, março 28
Sem vida e o interesse por ela, frequentar é inútil... Anderson
- Sem vida e o interesse por ela, frequentar é inútil...
Frequentar uma igreja não te faz um cristão...
Ser cristão é uma reação à vida e ao discipulado de Jesus.
Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa. João 6:57
Frequentar uma igreja não te faz um cristão...
Ser cristão é uma reação à vida e ao discipulado de Jesus.
Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa. João 6:57
segunda-feira, julho 9
sexta-feira, junho 1
Frágeis?
DE JOÃO BATISTA ATÉ NÓS
Sugiro a leitura de Mateus 11:1-19 antes do texto abaixo.
"Que saístes a ver?" Essa foi a pergunta de Jesus para aqueles que ouviram e ficaram escandalizados com a mensagem dos discípulos de João Batista. João estava preso e fragilizado, exposto ao medo da morte e à solidão do cárcere. Aquele mesmo "espírito" que há séculos havia oprimido Elias levando-o a pedir para morrer por não ser melhor do que aqueles que vieram antes dele (1 Rs. 19:4), agora estava contra João.
O profeta era movido agora por incertezas ao ouvir sobre a fama de seu primo, Jesus. Imagine você perto de Jesus ouvindo-o dizer palavras tão lindas sobre o reino de Deus e também vendo-o fazer milagres incríveis, quando de repente chegam alguns homens cabisbaixos e tomados por um peso mórbido, trazendo uma pergunta inquietante e desconfortável do seu mentor e pai no ministério. Certamente não estava fácil carregar o legado de João Batista naquele momento.
Aliás, com qual dos dois você gostaria de estar caminhando no ministério naquele momento? Com Jesus ou João Batista? Com João? Pouco provável.
Talvez, se o som do coração daquelas pessoas pudesse ser ouvido após a pergunta dos discípulos de João, se ouviria a afirmação indignada: “Que frágil é ele!”
João foi forjado sob o sol forte do deserto. Experimentou a solidão. O dia em que ele levantou o dedo para testificar de Jesus, alguns de seus discípulos o abandonaram e foram seguir Jesus (Jo. 1:35-37). Talvez essa seja uma das mais duras provas no ministério, a de ver alguém que você estima e espera que seja seu amigo ou parceiro deixá-lo para ir aprender com alguém que pode abençoá-lo mais que você. Aqui se dividem verdadeiros pais e ministros daqueles que não compreendem que a verdadeira honra nunca será nossa, mas Dele. João não se considerou digno de desatar as correias das sandálias do seu Senhor, mas muitos hoje acreditam que podem até mesmo calçá-las.
Thomas Watson (1620) disse: “João não pregava para agradar, e sim para abençoar. Ao invés de mostrar sua própria eloquência, ele preferiu revelar os pecados dos homens". Assim tornou-se uma lâmpada que ardia no coração de sua geração. Solitário e resoluto, gastou-se até não poder mais por um único propósito: ser uma voz.
Mas no final de sua carreira, sem acumular bens nem reputação, ele põe o rosto entre as grades de sua cela e olhando para os olhos de seus discípulos expõe o coração. Talvez olhasse para o passado tão recente e ficasse tentando fazer contas para ver se valeu a pena tanto desgaste, tanta renúncia. Sua única herança e recompensa na terra era ver aquele que vinha após ele se levantar e manifestar aquele maravilhoso reino que tantas vezes ele viu em seu coração e em suas visões.
Não deve ser fácil morrer sem ver o fruto do seu trabalho, não é verdade?
E quando todos estavam indignados com as dúvidas de João, Jesus os indagou. Foi como se ele dissesse: “O que é que vocês esperavam ver? Depois de tudo o que ele passou, vocês queriam vê-lo se ostentando no final? Impossível!”
“Vocês olham e pensam que ele é um bambu que o vento pode quebrar facilmente. Mas não é! Ele é João, o meu João! Que teve coragem de sofrer antes que eu sofresse e fez isso por causa do meu reino.”
“Ele vai mostrar para ‘Jesabel’ que ela pode cortar uma cabeça, mas não calará a voz do que clama. João pode ser ‘dobrado’, mas nunca será quebrado!”
João não preparou o caminho do Senhor apenas com palavras ou com sinais maravilhosos, ele gastou sua vida.
Assim também, aqueles que carregam uma mensagem em seu coração são consumidos por ela, eles perderão a vida por ela. E não será a eloquência ou a força de vontade que os levará a um bom final, mas a resignação deles.
Podemos olhar para nós mesmos ou para aqueles que vemos caminhar e sonhar com o reino hoje e dizer: “Mas como eles são fracos!” Principalmente se forem comparados aos seus antepassados. Quantos leem as biografias dos heróis da fé e dizem para si mesmos: “Quem sou eu para seguir os passos dessa pessoa? Nunca conseguirei”.
Mas é muito importante olharmos para João o Batista, que carregou sobre si o espírito profético de Elias e abriu caminho para o Senhor naquele tempo. Ninguém pode dar testemunho de si mesmo considerando suas próprias fraquezas. É preciso esperar para que Ele testemunhe a respeito de nós. Mesmo que isso aconteça quando, como com João, estejamos em tremendas fraquezas e risco de morte.
Ainda que outros olhem e digam: "Aí vai um bambu sacudido pelo vento", lembre-se de João. Sua voz não pode ser calada. Ele continua clamando nos dias de hoje através daqueles que nunca se dobram, até que Ele venha.
A Maior Tentação Para Aqueles Que São Zelosos Em Avançar o Cristianismo
Orgulho espiritual é a principal porta pela qual o diabo entra nos corações daqueles que são zelosos em avançar o cristianismo. É a mais importante enseada de fumaça da cova sem fundo, a escurecer a mente e iludir o discernimento. É a fonte principal de todo o dano que o diabo introduz, obstruindo e impedindo a obra de Deus.
O orgulho espiritual tende a falar dos pecados de outras pessoas com amargura ou com riso e leviandade e certo ar de desprezo. Mas a pura humildade cristã tende a estar calada sobre estes problemas ou falar deles com aflição e compaixão.
O orgulho espiritual é muito hábil em suspeitar dos outros, mas um cristão humilde é muito mais cauteloso quanto a si mesmo.
Ele não desconfia de nada mais no mundo do que do seu próprio coração.
A pessoa orgulhosa tende a achar falta em outros crentes, a ver que eles estão fracos na graça, e a gastar tempo observando quão frios e mortos eles estão. São rápidos em notar as deficiências deles.
Mas o cristão humilde tem tanto a fazer em sua própria casa, vê tanto mal no seu próprio coração e está tão preocupado com isso que ele não tem tempo para estar muito ocupado com outros corações.
Ele tende a considerar os outros melhores do que ele mesmo.
terça-feira, maio 29
O maior motivo para a diligência – C. H. Spurgeon

"Enquanto é dia, precisamos realizar a obra daquele que me enviou. A noite se aproxima, quando ninguém pode trabalhar" (João 9.4).
É a obra de Deus que estamos conclamados a fazer. Olhemos, de novo, o texto. "Preciso realizar a obra daquele que me enviou." Não posso descobrir, no mundo inteiro, maior motivo para a diligência do que este: que a obra que preciso realizar é obra de Deus. Há o caso de Sansão - a força que se acha em Sansão não é dele mesmo, é a força de Deus. Seria este, portanto, um motivo para Sansão ficar deitado inativo, na ociosidade? Pelo contrário, é o sonido poderoso da trombeta que inspira entusiasmo no herói para que ele lute pelo povo de Deus. Se a força de Sansão não é meramente a dos tendões e dos músculos, mas a força que o Onipotente lhe deu, levante-se, Sansão, e que os filisteus sejam derrotados! O quê! Você ousa dormir, tendo o Espírito de Deus sobre você? Levante-se, homem! Se você fosse um israelita comum, ficar dormindo seria traição contra a pátria, mas quando Deus está em você e com você, como pode ficar ocioso? Não, exerça o seu poder e derrote os seus inimigos!
Quando Paulo estava em Corinto, e Deus operou milagres incomuns pelas mãos dele, de modo que lenços do seu uso pessoal curassem os enfermos, seria este um motivo para ele se recolher a um lugar retirado e quieto e nada fazer? Ao contrário, esses milagres devem ser um argumento poderoso para Paulo ir de casa em casa, colocar as mãos em todas as pessoas que estiverem por perto e curar os enfermos. Assim é com você, meu irmão - você tem o poder de realizar milagres. A proclamação do evangelho, acompanhada pelo Espírito de Deus, opera milagres morais e espirituais. Por causa da sua capacidade de operar esses milagres, você deve dizer: "Deus vai realizar a sua própria obra"? Pelo contrário, homem, mas vá para a esquerda e para a direita, a todo tempo e em todos os lugares, e proclame a história que salva almas, e que Deus o favoreça! Justamente porque Deus opera através de você é que você deve se dedicar ao trabalho.
Mesmo um barco pequeno, ao ficar inativo no porto, é uma perda para o seu dono; mas para um grande transatlântico a vapor, com muitas centenas de cavalos-vapor, é intolerável que fique desocupado. Quanto maior a potência disponível, tanto maior deve ser a nossa urgência em aproveitá-la. O poder de Deus que em nós habita é colocado em ação como resposta à fé e à oração, e não vamos nos esforçar para obtê-lo? O fato de ser a obra da igreja a obra de Deus, mais do que a dela, não é motivo para ela se permitir a preguiça. Se ela possuísse somente as suas próprias forças, ela poderia esbanjá-las com menos culpa criminosa; mas estando revestida com a força de Deus, ela não ousa ser retardatária. A mensagem de Deus para ela nesta manhã é: "Desperte! Desperte, ó Sião! Vista-se de força. Vista suas roupas de esplendor, ó Jerusalém, cidade santa" (Is 52.1). Queira Deus que essa mensagem penetre em todo coração, de modo que cada um entre nós se ponha de pé, pois Deus está no nosso meio.
segunda-feira, maio 7
A coluna da Verdade
por: Vincent Cheung
Escrevo-lhe estas coisas, embora espere ir vê-lo em breve; mas, se eu demorar, saiba como as pessoas devem comportar-se na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade. (1 Timóteo 3.14-15)
Paulo chama a igreja de “coluna e fundamento da verdade”. Isso nos diz, não o que a igreja deve ser, mas o que a igreja é. A importância dessa distinção se tornará mais clara depois, mas primeiro devemos considerar se as duas metáforas estão sujeitas a mau entendidos.
Alguns escritores preocupam-se que as metáforas “coluna” e “fundamento” podem dar às pessoas a impressão que a igreja é a própria fonte e base da verdade. Contudo, toda a Escritura testifica contra isso, e por isso eles estão interessados em expor o versículo de uma forma que evite a falsa interpretação.
Dessa forma é tido que a metáfora da “coluna” é feita no contexto da arquitetura antiga. Um templo pagão, por exemplo, pode incluir várias colunas de ornamento que servem não somente para sustentar a estrutura, mas para demonstrar a riqueza e glória associada com a divindade. Os escritores parecem mais preocupados com a metáfora do “fundamento”, e sugerem que uma tradução melhor seria “baluarte” ou “esteio”. Isto é, a igreja não é o próprio fundamento da verdade, mas apenas seu protetor.
O problema tem sido exagerado. Não somos católicos que tentam distorcer palavras e frases individuais da Escritura para justificar suas doutrinas inventadas por homens. Somos cristãos que respeitam o todo da Escritura, e leem palavras e frases individuais considerando o contexto de todo o santo livro. A Escritura é um produto da inspiração divina, de forma que palavras e frases individuais são de fato importantes, tanto que doutrinas inteiras podem depender delas; contudo, essas palavras e frases não permanecem sozinhas, e não mantém seus significados no vácuo. E muito menos estão sujeitas a interpretações arbitrárias impostas sobre elas.
O mesmo apóstolo que escreve que a igreja é a coluna da verdade também prega que Deus “não é servido por mãos de homens, como se necessitasse de algo” (Atos 17.25). Quão tolo deve ser então uma pessoa pensar que a metáfora aqui poderia ser distorcida para significar que a igreja é o suporte da verdade no sentido que a verdade iria se desintegrar se não fosse a igreja. Algumas pessoas falam como se a apostasia dos homens pudesse frustrar o plano de Deus. Não, ela não pode. Eu estou certamente preocupado com o estado da igreja e do clima espiritual do mundo, mas somente como uma questão de zelo, e não por medo e terror quanto ao resultado final. A verdade permanecerá quer a igreja permaneça ou não. E a igreja permanecerá quer pareça haver muitos crentes fiéis ou não, visto que Cristo disse que iria edificá-la, e que nem mesmo o inferno prevaleceria contra ela. A metáfora refere-se a uma função da igreja, e não ao seu poder inerente. Não há lugar para má interpretação.
Quanto à ideia de fundamento, a palavra não sugere algo como uma fonte ou originador. O fundamento de uma construção não é o designer, o construtor ou o criador do edifício. É somente o local onde o edifício foi posto. Nem pode a metáfora sugerir que a igreja é o fundamento da verdade no sentido que o fundamento de um sistema intelectual consiste dos primeiros princípios a partir dos quais o restante do sistema é deduzido. Isso acontece porque a igreja em si não é nenhuma parte dos conteúdos de um sistema intelectual.
Se a metáfora fosse sugerir uma ideia como construtor ou criador, ou fonte, precisaríamos mais, quer do contexto imediato ou do pano de fundo da Escritura para forçar essa interpretação. Isso está algumas vezes presente quando a metáfora do “fundamento” é usada em outros lugares, mas o contexto e o pano de fundo impedem essa interpretação aqui. Paulo instrui os cristãos a se comportarem de uma maneira que sirva à verdade. Mas se a igreja produz a verdade, então o que a igreja produz é a verdade. Contudo, Paulo não define a verdade em termos da igreja, mas define a igreja em termos da verdade. A verdade foi revelada por Deus, e é fixa. Quer uma comunidade seja ou não a igreja depende de sua relação com a verdade.
segunda-feira, abril 9
Líder de louvor: você não é um Rock Star [ Clint Archer ]
Clint Archer
Eu uso “líder de louvor” apenas no sentido de me referir ao cara que lidera a música. É claro, a adoração musical é apenas uma parte do louvor que acontece no Domingo. É apenas uma das velas acesas, ao lado da adoração por meio da pregação, da comunhão, do serviço, da entrega e de estacionar nas vagas mais distantes para que os mais velhos estacionem mais perto.
Mas quando as pessoas falam que gostaram do “louvor”, geralmente se referem à “banda”. E o primeiro a evitar isso deveria ser o próprio líder de louvor. Assim, aqui estão quatro dicas para o líder de uma banda…
Você não é um rock star
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