domingo, novembro 25
segunda-feira, outubro 29
sexta-feira, outubro 26
Os pais de uma geração de órfãos /// Anderson
Precisamos entender os processos geracionais que produzem o
comportamento das culturas atuais, pois assim conseguiremos estabelecer o
dialógo, mergulhar na cultura e redimi-la através do amor.
Quando a família e a Igreja estão ausentes da construção social é mais cômodo demonizar o que surge em resposta a essa ausência, consequentemente nos isentamos ao mandamento do amor.
Quando a família e a Igreja estão ausentes da construção social é mais cômodo demonizar o que surge em resposta a essa ausência, consequentemente nos isentamos ao mandamento do amor.
sexta-feira, agosto 24
Que choremos ao enterrar esses profetas... // Anderson
Muitos morreram sem de fato terem experimentado a plenitude de seus dons...
Pois não conheceram o doador não só dos dons, mas da vida [...] não conheceram o Deus Único que ama de tão forma que torna-se como um de nós, que por amar sua criação torna-se nosso Salvador através de sua própria vida...
Me quebranta profundamente o fato de muitos profetas, poetas, pastores, pais espirituais terem morrido para com a Vida de Deus por falta de um diálogo com o Corpo de Cristo, a revelação natural de sua Vida.
Que sejamos desafiados a dialogar e interceder com dores de parto pelos pastores, poetas, profetas e regentes de toda uma geração, para que eles saibam quem são, que aquilo que possuem não é um fruto do acaso, e qual o propósito de um Deus que não se impôs a sua criação, mas em amor se revelou para que ela volte a viver, viver com Ele, Nele e para Ele, fonte perfeita da vida.
Que choremos ao enterrar esses profetas... por eles não terem exercido seus dons em consequência também de não terem conhecido através de nós o Doador, que choremos de arrependimento e temor ao enterrarmos novos 2pacs, Morrisons, Joplins, Cobains, Renatos, Cazuzas, Cássias, Notorious, Chicos, Hendrixs, Lennons, Sids, Freddies, Presleys...
A natureza criada aguarda, com grande expectativa, que os filhos de Deus sejam revelados. Pois ela foi submetida à futilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou, na esperança
de que a própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus.
Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto.
Romanos 8:19-22
O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs
Não tem nenhum rock 'n' roll
Eu vou pagar
A conta do analista
Pra nunca mais
Ter que saber
Quem eu sou
Ah! saber quem eu sou..
Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...
// Cazuza
O clamor e o anseio verdadeiro por mudança termina em auto destruição quando não existe uma reconexão com o Criador... o dom concedido por Deus é distorcido pelo maligno e torna-se a arma que ela usa contra o individuo, contra Deus (afronta) e contra o todo social.
segunda-feira, abril 9
Leia os Evangelhos: JC não é PC [ John MacArthur Jr ]
Por John MacArthur
Vamos ser brutalmente honestos: muitos dos ensinamentos de Jesus estão completamente dessincronizados das convenções que dominam nossa cultura.
Estou falando, é claro, sobre o Jesus que encontramos na Escritura, não o personagem de livro de colorir, sempre-gentil, nunca-severo, supertolerante, que existe somente na imaginação popular. O Jesus verdadeiro não era um clérigo domesticado, com colarinho engomado e modos gentis; ele era um Profeta corajoso e incorruptível, que desafiava regularmente os padrões do politicamente correto.
Considere o relato do ministério público de Jesus apresentado no Novo Testamento. A primeira palavra de seu primeiro sermão foi “Arrependam-se!” – um tema que não era mais bem-vindo e menos incômodo que é hoje. O primeiro ato de seu ministério público deu início a uma pequena desordem. Ele fez um chicote de cordas e perseguiu os cambistas e mercadores de animais pelos pátios do Templo. Isto iniciou um conflito de três anos com os líderes religiosos mais distintos da sociedade. No final, eles o entregaram às autoridades romanas para crucificação, enquanto multidões de leigos aplaudiam.
Jesus foi clara, deliberada e dogmaticamente contracultural em quase todos os sentidos. Não surpreende que a aristocracia religiosa e acadêmica fosse tão hostil a ele.
Astutos como serpentes: como lidar com a cultura pop
Por que e como os cristãos devem lidar com a cultura popular
Uma dos assuntos que perenemente persegue a igreja cristã é a questão de como se relacionar com a cultura que nos rodeia, em especial, a cultura pop. Devemos nos separar dela, a fim de preservar nossa pureza? Ou deveríamos seguir a corrente, para que possamos nos relacionar melhor com as pessoas imersas na cultura? Ambas as opções têm pontos fortes – manter a pureza é essencial, assim como relacionar-se com aqueles que não têm lugar para Cristo em suas vidas. Porém, as duas erram o alvo, biblicamente falando. A Bíblia não apoia nem a rejeição radical da cultura, nem uma aceitação acrítica dela. Devemos ser tanto astutos (prudentes) como serpentes quanto simples como pombas (Mt 10.16), tanto envolvidos com nossa cultura quanto distintos dela. Dificilmente poderia ser de outra forma.
Se as pessoas que buscamos estão imersas na cultura, em sua cosmovisão e adoração, então obviamente devemos entender esta cultura se quisermos falar às preocupações de seus corações. Mas, obviamente também, não podemos simplesmente engolir acriticamente a cultura ao nosso redor, de maneira que nos misturemos a ela, como camaleões. Não podemos simplesmente compartilhar seu sistema de vida e adoração, porque não teríamos nada de diferente para oferecer. Como mantemos esse equilíbrio? Devemos intencional e criticamente lidar com a cultura ao nosso redor, especialmente aquela que tem o maior impacto: a cultura popular. Aqui vão alguns poucos pontos práticos sobre o envolvimento cristão com a cultura pop.
domingo, abril 8
sexta-feira, março 23
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