sexta-feira, junho 1

O que é o evangelho?

Estagnação Intelectual – Você ama a Deus com toda a sua mente?


você ama a Deus com toda a sua mente?
Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. (Mateus 22:37)
O povo Reformado parece gostar de errar nesse ponto. Quando Paulo descreve o corpo de Cristo, cujas partes ele inclui mãos, orelhas, e assim por diante, nós somos rápidos em marcar nosso território – nós somos o cérebro da igreja. Nós somos os únicos que estão tão certamente preocupados com a nossa teologia. As grandes mentes da igreja foram dos Reformados, e alguém pode certamente dizer que a maior delas, teologicamente ou além, que já pisou nessas terras da América do Norte, foi Jonathan Edwards.
Não há dúvidas que o homem tinha um intelecto imponente. Deveríamos ter a sabedoria de sentar aos seus pés e aprender com ele. Edwards falando sobre volição é incontestavelmente um gênio. Sobre a Trindade, Edwards faz a sua cabeça girar. Edwards era uma mente titânica cujo brilho foi ofuscado apenas pelo seu ardente e apaixonado coração. Devemos abraçar a visão teológica de Edwards? É claro, certamente. Seria melhor ainda, contudo, se nós apenas pudéssemos apreciar a sua devoção de alma.
É claro que nós não aumentamos o fervor das nossas emoções ofuscando a capacidade dos nossos cérebros. Nem, contudo, iremos nutrir o fruto do Espírito se a semente da Palavra é plantada apenas no solo rochoso dos nossos cérebros em vez do solo fértil dos nossos corações. Nós certamente devemos conhecê-lo para amá-lo. Nós certamente devemos estudá-lo para conhecê-lo. Mas ninguém estudou-O mais do que o diabo, e isso não fez dele nenhum pouco bom.
Há algumas semanas, a Reformation Bible College abriu as suas portas pela primeira vez. A primeira turma eu ensinei um nome bastante pretensioso: Prolegômenos teológicos básicos. Esse título intelectualizado se traduz aproximadamente como “Introdução à Teologia Sistemática”. É o estudo que fazemos antes de começar nosso estudo.
Historicamente, tal classe começaria, logicamente, com a doutrina da revelação, explorando como Deus se revela em Sua Palavra e na natureza. Consideraria questões do cânon e várias teorias da inspiração. Nós iremos, eventualmente, chegar a essas questões importantes. Em outro semestre, nós iremos voltar as nossas atenções para o que chamamos de “TEOlogia propriamente dita”, o atual estudo da natureza de Deus e seus tributos. Apesar do assunto da futura classe, nós começaremos a primeira turma com uma obra clássico, A Santidade de Deus.
Meu medo, ao olhar para essa primeira turma, era que iriamos cair na armadilha que já capturou muitas pessoas reformadas. Eu temia que, mesmo com as verdades das gloriosas Escrituras, nós acabaríamos apenas agradando os ouvidos. Eu seria culpado de fazer cócegas nas orelhas, nas minhas aulas, se eu encorajasse os alunos a concluir, “Que pessoa inteligente eu sou” em vez de “Que evangelho glorioso que salvou um miserável como eu”. Eu queria, quando estudássemos juntos este livro, que nos olhássemos no espelho de Seu caráter e glória para que nunca percamos de vista o quão vis nós somos. Eu queria que nós entendêssemos algo do escopo da transcendência dEle caso sejamos tentados a concluir que nossos estudos nos levariam ao céu da mesma forma que a Torre de Babel. Eu temia pelos meus alunos precisamente porque eu me lembrei de como eu era quando era estudante. Que Diabo inteligente, esse que lutamos contra, que consegue transformar nosso estudo da boa teologia em um caso de orgulho.
Nós não seremos melhores até abraçarmos essa verdade óbvia: inteligência não é um dos frutos do Espírito. É claro que devemos amar a Deus com as nossas mentes. Mas devemos amar a Deus com as nossas mentes, não meramente entendê-lo. Quando o nosso conhecimento não pode atravessar a distância entre a nossa cabeça e o nosso coração, estamos sofrendo um vazio espiritual. Não nos tornaremos melhores até abraçarmos essa verdade óbvia: chegamos ao reino não como estudantes ou acadêmicos, mas como crianças.
Nós não iremos, de fato, nos tornarmos melhores até aprendermos a pararmos de perseguir a respeitabilidade acadêmica e começarmos a buscar o Reino de Deus e a sua justiça. Devemos deixar para trás todas as preocupações terrenas. Devemos parar de buscar essas coisas que os gentios buscam.
O amor, afinal, é um fruto do Espírito. Amor gera amor. Amor traz alegria. Amor concede paz. Paciência, benignidade, bondade, e domínio próprio: tudo isso brota como os belos cacho de uvas que os doze espiões israelitas viram na Terra Prometida. Nenhum desses, contudo, brota do solo árido da nossa curiosidade intelectual, muito menos da terra seca do nosso orgulho intelectual.
Edwards era um grande homem de Deus. Ele era assim, contudo, porque ele buscava ser um homem de Deus, ao invés de ser um grande homem. Seus descendentes serem senadores e governadores, professores e presidentes de universidades, não significava nada para ele. Que eles seguissem o filho do carpinteiro lá da Galileia –era o que ele esperava, orava e trabalhava por. Este é o fruto da piedade.

Notícias! Notícias! Notícias! - John Piper


Notícias! Notícias! Notícias!

Colocando o Evangelho e a Teologia na ordem correta
Há pregadores e não somente ensinadores; e, pela mesma razão, há repórteres e não somente comentaristas. A razão é que há notícias, e não apenas comentários. As notícias devem ser divulgadas, se, pelo menos, forem boas notícias. Posteriormente, talvez seja necessário explicá-las e argumentar a respeito delas.
Os crentes mais simples precisam lembrar isso. O cristianismo é notícias, antes de ser teologia. Imagine a cena: existe uma situação horrível em que muitas pessoas são mantidas reféns, e suas vidas estão em perigo. Parece que não há meios para resgatá-las ou para elas escaparem. É terrível. Em secreto, as autoridades planejam um ataque e um resgate ousado. Repentinamente, há uma invasão. Os soldados conseguem, com perdas incríveis, preparar uma saída. Inúmeras pessoas começam a escapar. Espalha-se rapidamente a notícia: “Há uma saída! Há uma saída! Venham para o lugar seguro. Há um túnel para a liberdade”.
O cristianismo é, primeiramente, notícias; depois, teologia.
Sessenta anos atrás, J. GreshamMachen amava enfatizar isso, porque ele estava totalmente comprometido com a realidade de que o cristianismo é essencialmente fatos. Notícias dizem respeito a fatos e não a meras idéias. O cristianismo se refere a algo que realmente aconteceu, e não somente às idéias de alguém. Os fatos realmente aconteceram: uma criança nascida de uma virgem, poucos anos de ensino e curas, um julgamento, uma crucificação, uma morte, uma ressurreição e uma ascensão ao céu. Em seguida, houve uma explosão de notícias sendo divulgadas.
Em seu livro God Transcendent (Edinburgh: Banner of Truth Trust, 1982, p. 39), Machen afirma:
Não poderíamos esperar que seríamos ouvidos, se tivéssemos apenas nossos próprios pensamentos. Há muitos outros no mundo mais sábios e mais cultos do que nós. Mas, em tempos de perigo, em uma cidade sitiada, o mais humilde dos trabalhadores, se tiver boas notícias, é mais digno de ser ouvido do que o maior dos oradores.
Em tempos de perigo, um portador de boas notícias é melhor do que os grandes filósofos. Não importa se a sua linguagem, ou a sua gramática, ou a sua aparência é boa. Se ele tem boas novas para um povo em perigo, será mais valioso do que milhares de teólogos. As pessoas simples que ouviram as boas-novas e foram salvas por meio delas devem se animar com isso. As pessoas precisam inicialmente das boas notícias. Perguntas difíceis podem ser respondidas depois. Precisamos de portadores alegres e incansáveis de boas notícias, e não de comentaristas inteligentes dessas notícias.
Sim, ouço a advertencia. Precisamos de ambos. Às vezes, as notícias são ininteligíveis sem os comentários. O fato de que as notícias são intelectualmente convincentes é, em si mesmo, boas notícias. Sim, eu amo tudo isso. Contudo, creio que, no caso de algumas pessoas, precisamos enfatizar que temos boas notícias! E são melhores do que a descoberta da cura para o câncer. Infinitamente melhores. Precisamos crer nisso e sentir isso. Em seguida, devemos sair e divulgá-las.
É realmente maravilhoso ser um portador de boas notícias. Sei que muitas pessoas não sentem que estão em perigo. Isso complica a transmissão dessas notícias. Mas, se você realmente crê no perigo e nas notícias, ainda é emocionante contar às pessoas os aconte
cimentos que trazem segurança, esperança e gozo eterno.
Freqüentemente, precisamos meditar no fato de que o cristianismo é notícias. É notícias, e não apenas idéias ou argumentos. O cristianismo também possui essas características, mas ele é, antes de tudo, notícias poderosas e cheias de júbilo. “Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo” (Lucas 2.10).
Qual é a notícia? É esta: embora o pecado tenha grande poder, seja universal e cause a morte (Romanos 3.23; 6.23), Jesus, o Filho de Deus, veio ao mundo para salvar pecadores (1 Timóteo 1.15). Ele nos livra da condenação eterna (Mateus 25.46). Cristo morreu por nossos pecados (1 Coríntios 15.3). Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós, para que, nEle, nos tornássemos os justos de Deus (2 Coríntios 5.21). Somos justificados por meio do sangue de Cristo e reconciliados com Deus (Romanos 5.9-10). Não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus (Romanos 8.1). O justo morreu pelos injustos, para trazer-nos à comunhão com Deus (1 Pedro 3.18). Este Jesus, Senhor do universo, foi ressuscitado, indestrutivelmente, de entre os mortos e não pode morrer ou ser vencido (Romanos 6.9; Hebreus 7.16). A maneira de sermos salvos por intermédio dEle não são as obras meritórias, e sim a fé no Deus que justifica os ímpios (Romanos 4.5; Efésios 2.8-9). Nenhum ser humano jamais imaginou a grandeza do que Deus tem preparado para aqueles que O amam (1 Coríntios 2.9).
É admirável o fato de que esta mensagem — esta notícia — se propagou triunfantemente pelo mundo romano naqueles primeiros dias da igreja, mesmo num contexto de paganismo, pluralismo, ocultismo e perseguição (dias semelhantes aos nossos)? As notícias eram boas demais para serem retidas. E toda a história exclama: “Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!” (Romanos 10.15).

terça-feira, abril 17

Mark Dever – Uma Compreensão Bíblica quanto às Boas Novas


Entendimento das boas novas
É particularmente importante que se tenha uma teologia bíblica em uma área especial da vida da igreja: a nossa compreensão a respeito das boas novas de Jesus Cristo, o evangelho. O evangelho é o coração do cristianismo, e por isso deveria ser o coração da nossa fé. Todos nós como cristãos deveríamos orar para que nós nos preocupássemos mais com as maravilhosas boas novas da salvação em Cristo do que com qualquer outra coisa na vida da igreja. Uma igreja saudável está repleta de pessoas que têm um coração voltado para o evangelho, e ter um coração voltado para o evangelho significa ter um coração voltado para a verdade: para a apresentação de Deus a respeito dEle mesmo, para a nossa necessidade, para a provisão de Cristo, e para a nossa responsabilidade.
Quando apresento o evangelho a alguém, eu tento me lembrar de quatro pontos: Deus, o homem, Cristo e a resposta. Eu me pergunto: Compartilhei com esta pessoa a verdade sobre nosso Santo Deus e Soberano Criador? Deixei claro que nós, como seres humanos, somos uma estranha mistura: criaturas criadas à imagem de Deus e no entanto decaídas, pecadoras e separadas dEle? A pessoa com quem estou falando entende quem é Cristo – o Deus-Homem, o único mediador entre Deus e o homem, nosso substituto e Senhor ressurreto? E finalmente, mesmo que eu tenha compartilhado tudo isso com ele, será que ele entendeu que precisa responder ao evangelho, que ele tem que acreditar nesta mensagem e assim abandonar sua vida de egocentrismo e pecado?

terça-feira, abril 10

Luxo, finanças, bugigangas, justiça e missões [ John Piper ]



Em vez de aumentar sua tranquilidade e segurança, ele deveria ter usado as posses excedentes para aliviar o sofrimento alheio. "Insensato". É assim que Deus chama quem usa o dinheiro excedente para aumentar o próprio conforto. // John Piper //

Ser "rico para com Deus" significa buscar o favor divino para obter riqueza celestial. Significa "tranquilizar-se" nele, encontrar nele a segurança almejada. Como empregar o dinheiro para aumentar os celeiros da alegria no céu, e não os celeiros do conforto na terra. Deus nos abençoa com o dinheiro na terra para que o invistamos em benefícios celestiais. 
// John Piper //

Quando somos abençoados com o aumento da renda, isso acontece para provarmos com a distribuição do rendimento que não consideramos o dinheiro um deus. A prosperidade do negócio não se destina a ajudar a pessoa a trocar o carro popular por uma BMW. Ela é concedida por Deus para que centenas de pessoas carentes sejam alcançadas pelo Evangelho. Ele prospera um negócio para que 20 por cento da população mundial seja afastada do precipício da inanição. // John Piper //

Existem mais pessoas moldadas pelo pensamento consumista que pela economia de Cristo. Elas ainda agem de acordo com a regra bastante simplista: "Se você ganhou é porque mereceu. É seu. Use-o para o seu conforto". // John Piper //

Deus não é glorificado quando guardamos para uso pessoal (não importa quão agradecidos estejamos) o que deveríamos usar para atenuar a miséria de milhões de pessoas desprovidas de teto, educação e do evangelho. A evidência de que muitas pessoas não são "ricas para com Deus" é determinada pelo volume de ofertas e de suas posses. No transcorrer dos anos, Deus as faz prosperar. E quase por uma lei irresistível da cultura consumista, decidiram adquirir casas maiores (e múltiplas), (vários) carros mais novos, (diversas) roupas da moda, e todo tipo de bugigangas, aparelhos, embalagens, dispositivos e equipamentos para tornar a vida mais divertida. // John Piper //

segunda-feira, abril 9

Evangelismo e família [ Anderson ]




Alguns irmãos acreditam que dou uma ênfase exagerada na questão família, posso está realmente equivocado em alguns pontos, mas minha visão é que existe um número muito grande de desviados e decepcionados com a “Igreja”, que hoje estão num estilo de vida de impiedade estimulados pela falta de vida por parte de parentes cristãos, não digo isso como se o contrário fosse de fato a salvação deles, mas sem dúvida não seria o motivo do seu afastamento, eles teriam temor em contemplar nossa vida piedosa, firme e ardente pelo Senhor, sua Palavra, e vontade.

Creio que muito do nosso IDE tem que ser um retorno. Um retorno aos fundamentos, um retorno a essência de ser Cristão e Igreja.  Antes de irmos precisamos ser, antes do culto dominical a vida é um culto diário, antes de amarmos a instituição igreja, temos uma identidade Igreja que alcança o nosso lar, e gera vida nos nossos. Temos que voltar e rever posicionamentos.

Quebra de cultura através da quebra de mentalidade [ Anderson ]


Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional;
e não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que prove qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. 
Romanos 12:1-2
 

O evangelho nada mais é que uma quebra de mentalidade, estilo de vida, e cultura...

Quando leio os evangelhos e vejo Jesus proclamando o Reino de Deus não consigo enxergar um lugar; o quadro que vem no meu entendimento é um Rei que estabelece no seu povo uma mentalidade, um estilo de vida, e uma cultura. 
O sermão do monte é o ápice dessa realidade.

Quando somos construídos na identidade que vem do alto, existe uma mudança completa de quem somos, e daquilo que expressamos na vida. Existe uma cultura estabelecida no mundo através da desobediência de Adão, João em sua primeira epístola chama essa cultura de MUNDO, e quando ele diz isso não está falando sobre a HUMANIDADE que foi gerada por Deus, por isso é alvo do seu amor, graça e redenção, ele fala de uma cultura que estabelece uma mentalidade, e um estilo de vida que é totalmente avesso a Deus. Todo homem nasce nessa cultura caída, e, é nesse fato reside à maravilhosa notícia que é o Evangelho.

Leia os Evangelhos: JC não é PC [ John MacArthur Jr ]



Por John MacArthur

Por John MacArthur
Vamos ser brutalmente honestos: muitos dos ensinamentos de Jesus estão completamente dessincronizados das convenções que dominam nossa cultura.
Estou falando, é claro, sobre o Jesus que encontramos na Escritura, não o personagem de livro de colorir, sempre-gentil, nunca-severo, supertolerante, que existe somente na imaginação popular. O Jesus verdadeiro não era um clérigo domesticado, com colarinho engomado e modos gentis; ele era um Profeta corajoso e incorruptível, que desafiava regularmente os padrões do politicamente correto.
Considere o relato do ministério público de Jesus apresentado no Novo Testamento. A primeira palavra de seu primeiro sermão foi “Arrependam-se!” – um tema que não era mais bem-vindo e menos incômodo que é hoje. O primeiro ato de seu ministério público deu início a uma pequena desordem. Ele fez um chicote de cordas e perseguiu os cambistas e mercadores de animais pelos pátios do Templo. Isto iniciou um conflito de três anos com os líderes religiosos mais distintos da sociedade. No final, eles o entregaram às autoridades romanas para crucificação, enquanto multidões de leigos aplaudiam.
Jesus foi clara, deliberada e dogmaticamente contracultural em quase todos os sentidos. Não surpreende que a aristocracia religiosa e acadêmica fosse tão hostil a ele.

6 maneiras de ensinar a falsa segurança da salvação [ Michael McKinley ]



Mike McKinley

Michael McKinley
Como pastor, interajo com muitas pessoas que lutaram para ter confiança na autenticidade de sua conversão. Em suas mentes, os seus pecados estão sempre por perto e suas falhas são sempre iminentes. Na maioria das vezes, percebo que são irmãos e irmãs fieis que precisam de conforto e certeza.
Mas, existe outro grupo de pessoas em muitas de nossas igrejas que são muito mais preocupantes: aqueles que têm uma confiança firme, mas infundada, de que são genuinamente convertidos. Talvez você conheça esse tipo. Eles conhecem as palavras certas. Eles estão isentos do pecado público escandaloso. E eles são pessoas morais. Mas não têm frutos, nenhuma evidência de que o Espírito transformador de Deus está trabalhando dentro deles. E frequentemente há uma área de pecado secreto sem tratamento.

6 maneiras de os pastores desenvolverem a falsa segurança