quarta-feira, maio 2

Reino é a obra de um povo, ou a autoridade de um Rei? // Anderson

Não confunda Reino com a obra de um povo, entenda que Reino é a autoridade de um Rei, e nesse caso a obra do povo só é válida se é respaldada pelos decretos dessa autoridade.

Esperar o Reino, é esperar que Jesus governe...

Então cantar "que venha o teu Reino, é adiar o governo e falar: venha amanhã, mas amanhá cantaremos novamente que venha o teu Reino"

Está no Reino é ser governado e gerado na vida de Jesus...
Se o Reino está, prossigamos em estabelecer a realidade desse Reino [..] realidade essa que é vida, e não informações.

Os que oram, e cantam para que venha o Reino, é porque não estão sendo governados [...] pois o Reino já veio, o Reino é a autoridade de Deus agindo por meio de Jesus, governando todas as coisas, e devolvendo tudo para o devido lugar.


Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. 1 Coríntios 15:24

Reino não é poesia, é a autoridade do Rei em operação na vida dos que se dizem Reino, e nessa perspectiva podemos afirmar que curas e maravilhas não definem o Reino, quem somos define o Reino, a nossa vida mostra o caráter do Rei que governa sobre nós.

Enquanto falamos que Reino é fazer, O Rei diz que Reino é SER, e ser por reação ao seu governo e identidade. 

Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. 
Mateus 7:22-23

O Reino virá apenas para os que ainda não nasceram de novo, o Reino já é, e já está em operação eficaz na vida dos que nasceram na Verdade, e vivem na Verdade, e produzem frutos correspondentes [...] Reino não um povo fazendo, mas um Rei governando, é o estabelecimento da vontade de Deus na vida e na prática do homem, fazendo com que esse homem seja instrumento de resgate, e redenção da Criação.


quinta-feira, março 29

Este mundo: lugar de lazer ou campo de batalha? - A. W. Tozer


Que diferente é hoje. A realidade permanece a mesma, mas a interpretação mudou completamente. As pessoas não mais pensam no mundo como sendo um campo de batalha, mas como um lugar de lazer. Não estaríamos aqui para lutar; estaríamos aqui para brincar. Não estaríamos num país estrangeiro; estaríamos em casa. Não estaríamos preparando-nos para a vida, mas já estaríamos vivendo a nossa vida, e o melhor que poderíamos fazer é livrarmo-nos de nossas inibições e de nossas frustrações para viver esta vida o máximo que pudéssemos. Isto, cremos, é um correto resumo da filosofia religiosa do homem moderno, abertamente professada por milhões e tacitamente aceita por muito mais pessoas ainda, que vivem de acordo com essa filosofia, mesmo que não a admitam por meio de palavras.

Esta mudança de atitude em relação ao mundo tem tido e está tendo uma influência sobre os cristãos, até mesmo sobre os cristãos evangélicos que professam a fé na Bíblia. Por um curioso malabarismo de figuras, fazem uma soma de forma errada e ainda assim dizem obter a resposta correta. Isso parece fantástico, mas é verdade.

Falsos Apóstolos - João Calvino (1509-1564)



Pois tais homens são falsos apóstolos, obreiros enganadores, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é de estranhar; porque até mesmo Satanás se transfigura em anjo de luz. Portanto, não é de mais que os seus ministros também se transfigurem em ministros da justiça; o seu fim será conforme suas obras. (2 Co 13-15).

13. Pois tais homens são falsos apóstolos . Embora já tenha refutado a principal alegação de seus oponentes, Paulo não fica satisfeito em mostrar que era igual a eles no ponto em que reivindicavam excedê-lo, porém os deixa sem nenhum crédito. Dispensar dinheiro parecia altamente louvável, porém ele diz que no caso deles era um subterfúgio decepcionante, tal como uma meretriz que toma por empréstimo os vestidos de uma honrável mulher casada. Era preciso arrancar a máscara que procurava obscurecer a glória de Deus. Ele os denomina de obreiros enganadores, ou seja, eles não revelavam sua impiedade à primeira vista, mas habilmente se insinuavam sob algum pretexto justo.