sexta-feira, março 30

Provérbios de um discípulo [ 57 ]

Orar é saber que Deus é poderoso para ressuscitar os mortos. Perseverar em oração é ir para a cruz morrer.


Uma vida de oração sem conhecimento é a mesma coisa que se colocar diante de um estranho que possui vontades inconstantes.


‎"O amor de Deus não visa a conservação de quem somos, mas a formação de quem devemos ser."


"Deus me ama" é usado em nossos dias de relativização como instrumento que conserva nossa identidade no maligno, quando deveria ser usado como uma realidade que nos conforma à Vida de Deus expressa perfeitamente em Jesus.


Deus me ama!
e daí? 
Quem é você por saber disso?
O que você vive por saber disso?
Será que o simples saber do amor de Deus define algo na nossa vida? 
Saber desse amor e não corresponder é algo trágico, pois nossa resposta à esse genuíno amor definiria nossa vida presente, e nosso destino eterno!Deus nos ama com um interesse Eterno, e perfeito...


O inferno e o juízo são reais, para a nossa alegria!

Eu amo os teus Mandamentos - C. H. Spurgeon



Deleitar-me-ei em teus mandamentos, os quais eu amo.
Salmos 119.47


Em companhia da liberdade e da coragem vem o deleite. Quando tivermos cumprido nosso dever, acharemos uma grande recompensa nele. Se Davi não houvera falado por seu Senhor diante dos reis, teria tido medo de meditar na lei que negligenciara; mas depois de falar por seu Senhor ele sentia a suave serenidade de coração, quando pondera sobre a Palavra.

Obedeça ao manda¬mento, e então você o amará; suporte o jugo, e ele será suave e o descanso procederá dele. Depois de falar da lei, o salmista não se cansava de seu tema, mas retirou-se para meditar nele. Depois de discursar, ele se deleitava; depois de pregar, ele recorria a seu estudo para renovar sua força, nutrindo-se uma vez mais da preciosa verdade. Quer deleitasse outros quer não, quando falava, nunca deixava de deleitar-se enquanto ponderava sobre a Palavra do Senhor.

sexta-feira, março 23

Você já orou de verdade? - C. H. Spurgeon



Há uma idéia popular de que a oração é uma coisa muito fácil, uma espécie de atividade comum que pode ser feita de qualquer forma, sem nenhum cuidado ou esforço. Alguns pensam que somente é necessário pegar um livro, utilizar certo número de palavras atraen­tes, e assim terá orado, podendo então guardá-lo novamente. Outros supõem que usar um livro é coisa supersticiosa, e aquilo que se deveria fazer é repetir uma série de frases improvisadas, frases essas que viriam à mente de súbito como uma manada de porcos ou uma matilha de cães, e uma vez tendo-as pronunciado com certa atenção, pronto, a oração foi feita.


Ora, nenhum desses modos de orar foi adotado pelos santos do passado. Parece que eles pensaram muito mais seriamente sobre oração do que muitos pensam em nossos dias. Parece ter sido algo impor­tantíssimo para eles - um exercício constantemente praticado, no qual alguns deles atingiram grande eminência e foram, dessa forma, singularmente abençoados. Ceifaram grandes colheitas no campo da oração e descobriram que o propiciatório é uma mina de tesouros inimagináveis.